RENATA FONSECA

sábado, 10 de abril de 2021

Dicas de filmes: Uma noite em Miami e Nomadland e série A maldição da mansão hill

Olá pessoal!

Como ouço e leio pouco sobre esse filme? Como assim só está concorrendo na categoria ator coadjuvante e roteiro adaptado?

Até agora é o filme que mais gostei. Baseados em fatos reais.

Não sei por que esse filme não concorre à categoria de melhor filme, foi um dos mais gostei.

Uma noite em Miami

AMAZON PRIME


2021

Drama

Direção: Regina King

Elenco: Eli Goree, Kingsley Ben-Adir, Aldis Hodge

Título original One Night In Miami

Sinopse

Situado na noite de 25 de fevereiro de 1964, a história segue o jovem Cassius Clay ao sair do Miami Beach Convention Center como campeão mundial de boxe. Contra todas as probabilidades, ele derrotou Sonny Liston e chocou o mundo do boxe. Enquanto multidões de pessoas lotam os hotspots de Miami Beach para comemorar a partida, Clay, incapaz de permanecer na ilha por causa das leis de segregação de Jim Crow, passa a noite no Hampton House Motel, no bairro de Overtown, em Miami, comemorando com três de seus amigos: ativista Malcolm X, o cantor Sam Cooke e o astro do futebol Jim Brown.

A maldição da mansão Hill
Já tinha assistido e não lembrava de quase nada. Rs....
Por tanto assistir tudo de novo e adorei! Tomei uns bons sustos. 

Muito melhor do que a série A maldição da residência Bly.
NETFLIX


2018 Drama, Terror
Título original: The Haunting of Hill House
Direção: Mike Flanagan
Elenco: Michiel Huisman, Carla Gugino, Elizabeth Reaser
Nacionalidade Eua

SINOPSE 

Shirley (Elizabeth Reaser/Lulu Wilson), Theo (Kate Siegel/Mckenna Grace), Nell (Victoria Pedretti/Violet McGraw), Luke (Oliver Jackson-Cohen/Julian Hilliard) e Steven (Michiel Huisman/Paxton Singleton) são cinco irmãos que cresceram na mansão Hill, a casa mal-assombrada mais famosa dos Estados Unidos. Agora adultos, eles retornam ao antigo lar e são forçados a confrontar os fantasmas do passado, após o suicídio da irmã mais nova.

Frances McDormand é uma atriz espetacular! O Oscar de melhor atriz esse ano vai ser fogo.

Não amei o filme! É bom.

Achei melancólico.

Mostra uma realidade totalmente desconhecida por mim.

Lógico que eu não ia esperar entrar em algum streaming e ainda mais no cinema, baixei via torrent.

Nomadland


Drama

Direção: Chloé Zhao

Elenco: Frances McDormand, David Strathairn, Gay DeForest

Roteiro: Chloé Zhao

Sinopse

Após o colapso econômico de uma colônia industrial na zona rural de Nevada (EUA), Fern (Frances McDormand) reúne suas coisas em uma van e parte rumo a uma viagem exploratória, fora da sociedade dominante, como uma nômade dos tempos modernos. NOMADLAND, o terceiro filme de Chloé Zhao, apresenta nômades reais como Linda May, Swankie e Bob Wells como mentores e companheiros de Fern em sua jornada de exploração pela vasta paisagem do oeste americano.


 

sexta-feira, 9 de abril de 2021

Diva da música: Marisa Monte

Olá pessoal!

Adoro Marisa Monte! Tenho um CD e um DVD que ouvi muito!

Vamos saber mais um pouco sobre essa grande cantora.

Marisa Monte nasceu no Rio de Janeiro, no dia 1 de julho de 1967. Filha do músico Carlos Monte, que faz parte da diretoria cultural de samba da escola Portela, Marisa Monte frequentava a quadra da escola e desde cedo recebeu estímulos musicais.

Aos 9 anos ganhou uma bateria de presente dos pais. Com 14 anos, começou a estudar aulas de canto e teoria musical. Durante a adolescência chegou a frequentar aulas de canto lírico. Com 14 anos estudou canto lírico. Com 15 anos, junto com outros alunos do Colégio Andrews, participou do musical “Rocky Horror Show”.

Com 19 anos foi morar em Roma, na Itália, onde estudou belcanto. Em 1987, já de volta ao Brasil começou a se apresentar em bares e casas noturnas. Nesse mesmo ano, sob a direção de Nelson Mota, realizou seu primeiro show intitulado “Veludo Azul”.

O primeiro disco da artista foi lançado em 1989 e se chamou Marisa Monte ao Vivo. No mesmo ano, Marisa fez um especial para a TV Manchete, o que a ajudou a ganhar visibilidade nacional. A música “Bem Que Se Quis” teve grande destaque e foi trilha da novela O Salvador da Pátria. Em 1991 lançou “Mais”, que foi sua estreia como compositora e impulsionou sua carreira internacional. Em 1994 lançou “Verde, Anil, Amarelo, Azul, Cor de Rosa e Carvão”, que teve a participação de Gilberto Gil, Paulinho da Viola, Carlinhos Brown, Nando Reis, entre outros.


O primeiro disco da artista foi lançado em 1989 e se chamou Marisa Monte ao Vivo. No mesmo ano, Marisa fez um especial para a TV Manchete, o que a ajudou a ganhar visibilidade nacional. A música “Bem Que Se Quis” teve grande destaque e foi trilha da novela O Salvador da Pátria. Em 1991 lançou “Mais”, que foi sua estreia como compositora e impulsionou sua carreira internacional. Em 1994 lançou “Verde, Anil, Amarelo, Azul, Cor de Rosa e Carvão”, que teve a participação de Gilberto Gil, Paulinho da Viola, Carlinhos Brown, Nando Reis, entre outros.

Marisa Monte recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais, entre eles, quatro Grammy Latino, incluindo o de 2014, sete Video Music Brasil e nove Prêmios Multishow da Música Brasileira.

Em 2014, Marisa Monte lançou o CD e DVD “Verdade Uma Ilusão”. O CD ganhou o Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de MPB.

Já nos anos 2000, lança o disco Memórias, Crônicas e Declarações de Amor, que levou para casa o Prêmio Multishow de Música Brasileira nas categorias Melhor Disco e Melhor Cantora (2001).

Seis anos mais tarde lança dois álbuns: Infinito Particular e Universo ao Meu Redor. 

Em 2011, divulga O Que Você Quer Saber De Verdade (2011) e Verdade Uma Ilusão (2014).

Além de cantora, Marisa atua como produtora musical. Ela trabalhou nos discos Omelete Man (1998), de Carlinhos Brown, Tudo Azul (2000), da Velha Guarda da Portela e Argemiro Patrocínio (2002), de Argemiro Patrocínio.

Produziu também (e corroteirizou) o documentário O Mistério do Samba (2008) sobre os sambas tradicionais da Portela.

Foi graças a uma parceria estabelecida entre Marisa com os grandes amigos Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown que nasceu o projeto Tribalistas em 2002. 

Marisa Monte foi casada com Pedro Bernardes. O casal teve um filho (Mano Wladimir). Marisa se divorciou e casou novamente, com Diogo Gonçalves. O casal teve uma filha (Helena).

https://www.ebiografia.com/marisa_monte/

https://www.pensador.com/autor/marisa_monte/biografia/#:~:text=Marisa%20Monte%20nasceu%20no%20Rio,14%20anos%20estudou%20canto%20l%C3%ADrico.&text=Em%201989%20lan%C3%A7ou%20seu%20primeiro,novela%20O%20Salvador%20da%20P%C3%A1tria.

 


 

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Podcast Bate papo com as amigas: A volta do que nunca foi: Covid 19

Olá pessoal!

O podcast dessa semana foi sobre um assunto duro que muita gente não quer mais ouvir, mas não tem jeito o Covid 19 está presente com força das nossas vidas.

Depois de um ano repetindo todos os cuidados que devemos ter, a doença em alta no Brasil. Não podemos relaxar.




 

quarta-feira, 7 de abril de 2021

Boa leitura: Breve história da moda

Olá pessoal!

Para pesquisadores esse livro é um bom resumo da moda no mundo e no Brasil.

É pequeno e de fácil leitura.

Breve história da moda


Autora: Denise Pollini

Editora: Claridade

A trajetória da moda pouco tem a ver com a aparente banalidade que marca o mundo fashion de nossos dias, no mero glamour dos desfiles. A busca da elegância e da beleza sempre representou relações sociais ricas e profundas, como nos mostra esse livro, que traça, com sedução e riqueza de detalhes, uma breve história da moda.


 

terça-feira, 6 de abril de 2021

Mulher na história Jacqueline Kennedy

Olá pessoal!

Vamos saber mais sobre uma das grandes primeiras damas dos EUA. E mesmo depois que deixou a Casa Branca permaneceu nos olofotes.

Jacqueline Lee "Jackie" Bouvier Kennedy Onassis (Southampton, 28 de julho de 1929 — Manhattan, 19 de maio de 1994) foi à esposa do 35.º presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy, foi primeira-dama dos Estados Unidos de 1961 a 1963, quando ele foi assassinado.

Jacqueline Lee Bouvier nasceu no condado de Suffolk, na ilha de Long Island, litoral do estado de Nova Iorque. Era a filha mais velha de John Vernou Bouvier III, um corretor da Wall Street, e de Janet Norton Lee Bouvier Auchincloss Morris. Jacqueline tinha ascendência irlandesa, escocesa e inglesa; sua ascendência francesa era distante

Em sua infância aristocrática, Jacqueline tornou-se uma praticante de hipismo e desenvolveu grande entusiasmo por cavalos e competições. Essa paixão a acompanharia por toda sua vida, ganhando troféus e medalhas. Na fazenda Hammersmith, que pertencia ao seu padrasto, ela pôde apreciar melhor a equitação. Ela amava ler, pintar, escrever poemas e tinha uma relação bem mais fácil com seu pai do que com sua mãe.

Jackie teve educação excelente, iniciou seu ensino fundamental e médio na exclusiva The Chapin School (Manhattan, Nova York), e em Miss Porter's School (Farmington, Connecticut). Em Vassar College (Poughkeepsie), começou sua educação acadêmica e foi nomeada "debutante do ano" entre 1947 e 1948. No final da década de 40 realizou uma viagem de intercâmbio para Sorbonne, em Paris. Quando retornou, decidiu não voltar a Vassar e transferiu-se para a Universidade George Washington, em Washington DC, onde fez graduação em Literatura francesa.


Em 1951 Jacqueline conseguiu seu primeiro emprego, trabalhando para o jornal Washington Times-Herald. Seu trabalho consistia em entrevistar pessoas a respeito de temas polêmicos e escrever uma coluna. Uma das matérias de Jacqueline para essa tarefa foi um jovem senador de Massachusetts: John F. Kennedy.

Jacqueline estava comprometida com John Husted em dezembro de 1951. Entretanto, o relacionamento acabou em março de 1952 com um conselho da mãe de Jackie, que acreditava que Husted não era rico o bastante.

Em 10 de maio de 1952, Jacqueline conheceu o senador John F. Kennedy numa festa em Washington, realizada por um casal amigo de ambos. John e Jackie só se reencontrariam nove meses depois em outra festa. Kennedy convidou Jackie para saírem no fim de semana e foram a um parque de diversões em Georgetown. Depois de se reencontrarem, eles começaram um namoro, que terminou em noivado pouco tempo depois.

O anúncio do noivado do casal não agradou todos os membros da família Bouvier. De acordo com um artigo do Time Magazine,

Jacqueline Bouvier e John F. Kennedy casaram-se em 12 de setembro de 1953 em Newport (Rhode Island). Os vestidos da noiva e das damas de honra foram feitos por Ann Lowe, e a cerimônia, com duas mil pessoas, ocorreu na fazenda Hammersmith. Depois do casamento, eles retornaram a Washington DC. No entanto, John realizou duas operações para acabar com a dor nas costas proveniente de um machucado nos tempos de guerra. Com a recuperação da cirurgia, Jackie encorajou Kennedy a escrever Profiles in Courage, um livro que descreve os atos de bravura e de integridade por oito senadores dos Estados Unidos durante toda a história do Senado. A obra recebeu o prêmio Pulitzer por biografia em 1957.

Eles tiveram quatro filhos juntos: Arabella Kennedy (natimorta, 1956), Caroline Bouvier Kennedy (1957), John Fitzgerald Kennedy Jr (1960-1999) e Patrick Bouvier Kennedy (7 de agosto - 9 de agosto de 1963).

O casamento tinha seus problemas, resultantes dos casos amorosos de John F. Kennedy e de seus problemas de debilitação de saúde, os quais foram escondidos do público. Jacqueline passava muito tempo no começo de seu casamento redecorando a casa e comprando roupas. Eles passaram os primeiros anos de casamento numa residência no centro de Georgetown, Washington.

Jacqueline era muito amiga de seu sogro, Joseph  P. Kennedy, e de seu cunhado, Robert "Bob" Kennedy. Calma e reservada, Jacqueline foi apelidada de "the deb" por suas cunhadas e sempre permaneceu relutante ao ser convidada para os tradicionais jogos da família. Uma vez, quebrou sua perna num jogo de basebol.

Em janeiro de 1960 o senador John F. Kennedy anunciou sua candidatura à presidência dos Estados Unidos e começou a trabalhar longas horas e a viajar por todo o país. Poucas semanas antes da campanha de seu marido, Jacqueline soube que estava grávida, e os médicos a instruíram a ficar em casa. Mesmo assim, ela ajudou seu marido respondendo centenas de cartas de campanha, fazendo comerciais de televisão, dando entrevistas e escrevendo uma coluna semanal num jornal, Campaign Wife, distribuída em todo o país. Na eleição geral em 8 de novembro de 1960, John Kennedy venceu o republicano Richard Nixon por uma estreita margem e tornou-se o 35° Presidente dos Estados Unidos em 1961. Jackie tornou-se uma das mais jovens primeiras-damas da história. Ela teve um papel bastante ativo na campanha.

Como primeira-dama, ela foi forçada a entrar no foco público com tudo em sua vida sob escrutínio. Jacqueline sabia que seus filhos estariam no olho público, contudo ela estava determinada a protegê-los da imprensa e a dar-lhes uma infância normal. Permitiu que poucas fotografias fossem tiradas deles, mas, enquanto estava fora, o presidente Kennedy deixava o fotógrafo da Casa Branca Cecil Stoughton tirar.

Jacqueline convidava artistas, escritores, cientistas, poetas e músicos para se mesclarem aos políticos, diplomatas e estadistas. Para seu "guarda-roupa oficial", Jackie escolhia o designer de Hollywood Oleg Cassini. Durante seus dias como primeira-dama, tornou-se um ícone da moda doméstica e internacional. Quando os Kennedy visitaram a França, impressionou Charles de Gaulle e o público com seu francês.

O principal projeto de Jacqueline Kennedy foi a restauração da Casa Branca. Com a ajuda da decoradora Sister Parish, Jacqueline transformou os quartos destinados à família presidencial em quartos agradáveis e convenientes para vida em família e construiu uma cozinha e quartos para suas crianças. Ela estabeleceu um Comitê de Artes para supervisionar e financiar o processo de restauração e contratou o especialista em móveis norte-americano Henry du Pont e o designer de interiores francês Stephane Boudin para aconselhar o processo. Jackie criou um projeto de lei, aprovado pelo Congresso, que estabelecia que as mobílias da Casa Branca seriam propriedade da Instituição Smithsonian, para acabar com as reivindicações dos móveis de ex-presidentes. Ela escreveu pessoalmente cartas para pessoas que possuíam peças históricas, pedindo para que fossem doadas à Casa Branca. Em 14 de fevereiro de 1962, a Sra. Kennedy apresentou os resultados de seu trabalho à televisão norte-americana em um tour pela Casa Branca com o jornalista Charles Collingwood da CBS.

A Sra. Kennedy planejou numerosos eventos sociais que trouxeram o casal presidencial ao foco cultural da Nação. A apreciação pela arte, pela música e pela cultura marcou uma nova etapa na história norte-americana. A destreza de Jackie em entretenimento deu aos eventos da Casa Branca a reputação de serem mágicos. Ela baniu mesas longas no salão de jantar e proporcionou oito grandes mesas redondas.

Depois da morte de seu filho Patrick Kennedy em agosto de 1963, Jackie manteve um comportamento discreto na Casa Branca. O presidente sugeriu que ela visitasse sua irmã na Europa como uma maneira de recuperar-se da morte de seu filho. Jackie passou considerável tempo relaxando na região do Mediterrâneo durante o outono. Ela fez sua primeira aparição oficial em novembro, quando John Kennedy pediu que ela o acompanhasse ao Texas, com a finalidade de ajudá-lo a apaziguar os ânimos. No dia 22 de novembro de 1963, em Dallas, Jackie estava sentada ao lado de Kennedy na limusine quando ele foi alvejado e morto. Com força e altivez ela organizou cada detalhe do funeral do marido, o enterro no Cemitério Nacional de Arlington, e a flama eterna que ela acendeu no túmulo de seu finado marido.

Foi forçada a ficar longe do olhar público. Ela foi poupada da experiência penosa de aparecer no julgamento de Lee Harvey Oswald, que morreu em 24 de novembro de 1963 nas mãos de Jack Ruby, um dono de boate que matou Oswald enquanto o assassino estava em custódia da polícia.

Depois da morte de Kennedy viverem em Georgetown, Washington por algum tempo, Jackie decidiu comprar um apartamento luxuoso de 15 cômodos na Fifth Avenue em Nova York, com a esperança de ter mais privacidade.

Os planos para o estabelecimento da Biblioteca John F. Kennedy, onde ficariam guardados os papéis oficiais da administração Kennedy, foram supervisionados por ela. A biblioteca, projetada por Ieoh Ming Pei, possui um museu e foi dedicada em Boston em 1979 pelo presidente Jimmy Carter, dezesseis anos depois do assassinato de Kennedy. Os governos de muitas nações doaram dinheiro para erguer a biblioteca.

Esta etapa da vida de Jackeline está retratada no filme Jackie, estrelado por Natalie Portman, em 2016.

Em 20 de outubro de 1968, Jacqueline Kennedy casou-se com Aristóteles Onassis, um magnata grego, em Skorpios, Grécia. Quatro meses e meio antes, seu cunhado, o senador Bob Kennedy, fora assassinado em Los Angeles. Naquele momento, Jacqueline acreditava que ela e seus filhos haviam se tornado "alvos" e que deveriam deixar os Estados Unidos. O casamento com Onassis parecia fazer sentido: ele tinha dinheiro e poder para garantir a proteção que ela quisesse, enquanto que ela tinha o status social que ele almejava. Aristóteles Onassis havia terminado seu romance com a diva da ópera Maria Callas para desposar Jackie, que desistiu da proteção que, como viúva de um presidente, recebia do Serviço Secreto.

Por um tempo, o casamento arranhou a reputação de Jackie, pois para muitos ela abandonara a imagem de "eterna viúva presidencial". Entretanto, outros entenderam este casamento como o símbolo da "mulher norte-americana moderna", que lutava por seus interesses financeiros e por proteger sua família. O casamento inicialmente pareceu ser bem-sucedido, mas o estresse logo se tornou aparente. O casal raramente passava tempo junto. Embora Onassis tenha tido uma boa relação com seus enteados Caroline e John, Jr. (o filho de Aristóteles, Alexander, incentivou John a pilotar aviões; ironicamente, ambos morreram em acidentes aéreos), porém Jacqueline não se dava com sua enteada Christina Onassis, que passava a maior parte de seu tempo viajando e fazendo compras.

Onassis estava planejando se divorciar de Jacqueline quando morreu em 15 de março de 1975; Jacqueline estava com seus filhos em Nova York. Sua herança havia sido substancialmente diminuída por causa de um acordo pré-nupcial e por uma legislação que Onassis fez o governo grego aprovar, a qual limitava a fortuna que uma esposa não-grega e sobrevivente poderia herdar. Jacqueline, entretanto negociou com Christina que acabou concordando em dar a Jackie algo em torno de 26 milhões de dólares, em troca de que ela abrisse mão de qualquer reivindicação do Império Onassis.

Com a morte de Onassis em 1975, Jacqueline ficou viúva pela segunda vez e, com o amadurecimento de seus filhos, Jackie pôde voltar a trabalhar e aceitou um emprego como editora na casa editora Double Day, porque sempre havia gostado de literatura e de escrever. No fim dos anos 70 até seus últimos momentos, o industrial e mercador de diamantes Maurice Tempelsman, um belga, foi seu companheiro.

Em janeiro de 1994, Jacqueline foi diagnosticada com câncer linfático. Seu diagnóstico veio ao público em fevereiro. A família estava inicialmente otimista, e Jackie parou de fumar com a insistência de sua filha, mas continuou a trabalhar. Em abril de 1994, o câncer avançou, e ela saiu do hospital Cornell e foi para sua casa em 18 de maio do mesmo ano. Ela morreu durante seu sono às 10:15 da manhã numa quinta-feira, em 19 de maio, aos 64 anos.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jacqueline_Kennedy_Onassis

 



 

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