2017 - RENATA FONSECA

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Estilista: Dener Pamplona de Abreu
Olá pessoal!

Hoje vou falar sobre Dener Pamplona de Abreu um dos grandes estilistas brasileiros.




Nascido no arquipélago do Marajó em 3 de agosto de 1937, em 1945 sua família mudou-se para o Rio de Janeiro, onde começou a desenhar seus primeiros vestidos. Seu primeiro contato com a moda teve lugar em 1948, com apenas treze anos de idade, na Casa Canadá, então importante butique carioca.

Dois anos depois, em 1950, após fazer o vestido de debutante de Danuza Leão, foi contratado para um estágio com Ruth Silveira, dona de um importante ateliê, onde aprimorou seus desenhos. Em 1954, transferiu-se para São Paulo para trabalhar na butique Scarlett. Três anos depois, inaugurou seu próprio ateliê, denominado Dener Alta-Costura, na Praça da República. No ano seguinte ganhou dois prêmios por sua coleção, sendo descoberto pelos meios de comunicação. Seu ateliê foi então transferido para a Avenida Paulista.



Instalou-se em São Paulo em 1960, quando a Rua Augusta começava a se tornar a passarela da moda. Bem relacionado, eclético e generoso, frequentava redutos gays, vestia as Matarazzo, Simonsen e Trussardi e as cantoras Maysa, Tuca e Elis Regina, de quem foi padrinho do casamento com Ronaldo Bôscoli. Apadrinhou também o costureiro Ronaldo Esper e a poeta Hilda Hilst, era amigo de Guilherme de Almeida, virou poema de Lupe Cotrim.



Em 1963, já prestigiado, foi escolhido o estilista oficial da primeira-dama da República, Maria Teresa Fontela Goulart, esposa de João Goulart. Casou-se com Maria Stella Splendore em 1965. Ela tinha apenas 16 anos e, desde o exílio da família Goulart, nenhuma mulher havia brilhando tanto junto a ele. O vestido de noiva era um deslumbre: um longo de seda pura bordada com minipompons de vison e cauda de 15 metros de tule francês. O casamento teve apelo de pop star e uma inesperada multidão se aglomerou na Igreja do Carmo atrapalhando até o sermão do padre pelo microfone. O casamento acabou em 69. Seis anos depois, Dener casou-se com Vera Helena, ex-Jordan, sua cliente, amiga e conterrânea. 






Foi Dener o primeiro estilista a sofrer um atentado político – uma rajada de metralhadora contra seu Lincoln presidencial preto em julho de 68. Foi Dener que transformou a ópera “Carmem” em música acelerada em um desfile em 1970.

Para participar da encenação da Paixão de Cristo na tradicional festa de Nova Jerusalém (PE), Dener preparou um modelo de marajá de cetim azul, com turbante de seda branca adornado por uma imensa esmeralda. Carregado por escravos, sua fala era breve: “Herodes, sua festa é um luuuxo”. E a multidão de 50 mil pessoas foi ao delírio.

Em 1968, fundou a "Dener Difusão Industrial de Moda", considerada a primeira grife de moda criada no Brasil. Em 1970 foi convidado a participar do júri de "Programa Flávio Cavalcanti“ que determinava o que era “um luxo” e o que era “um lixo”, na extinta TV Tupi. Dois anos depois lança sua autobiografia, Dener - o luxo, e o livro Curso Básico de Corte e Costura. Ao longo dos anos 70, Dener disputou com Clodovil Hernandes o título de papa da alta costura brasileira. Em 1975 casou-se novamente, desta vez com uma cliente, Vera Helena Carvalho, separando- se em 1977.

Dener dizia que para ele havia uma grande diferença entre a mulher bem vestida, a chique e a elegante. De olho nas tendências, que são lançadas pelas elegantes, ele idealizou e criou uma nova categoria: a mulher luxo. “Mulher luxo: quando aparece no salão, todos sabem que alguém chegou e não é a governante! A mulher luxo é fora de série, hors concours. Criei essa classificação para acompanhar o desenvolvimento brasileiro”, afirmou o estilista em sua autobiografia Dener, o Luxo. Para ele, a mulher luxo não lança, mas consagra a moda lançada pelas elegantes.

Seus problemas com o alcoolismo agravaram-se em 1978, morrendo em 9 de novembro do mesmo ano em decorrência de uma cirrose hepática.


http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral, estilista-dener-criador-da-alta-costura-brasileira-morria-ha-35-anos,1094693
https://pt.wikipedia.org/wiki/Dener_Pamplona_de_Abreu

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Dica de boteco: Di Janela
Olá pessoal!

Hoje a dica é de um boteco maravilhoso! O Di janela.

Era sábado de carnaval e uma amiga me chamou para comer feijoada de mariscos, lógico que topei na hora. Adoro marisco!


A feijoada de mariscos.

Polvo na chapa com purê de batata e bacalhau.

Rosca de umbu-cajá

Rosca de maracujá e manga
Trouxinha de camarão

Agulhinha frita

A feijoada estava sensacional!! Virei cliente e sempre levo meus amigos para provar as delícias do boteco.

O que mais gosto para petiscar é o polvo na chapa com purê de batatas com bacalhau. É de comer rezando!

O Di janela fica no bairro da Saúde no Centro Histórico de Salvador. Ponto de referência: na parede externa tem um painel lindo feito por Bell Borba.

Di Janela Boteco Rua da Glória, 9 - Saúde. Quinta e sexta, a partir das 18h; sábados e domingos, a partir das 12h.

https://www.instagram.com/botecodijanela/
  



quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Mulheres na história: Amélia Jenks Bloomer
Olá pessoal!

Vamos saber um pouco sobre Amélia Jenks Bloomer que revolucionou a moda na era vitoriana.



Não existe revolução na moda feminina na Era Vitoriana sem citar a notória senhora, Amélia Jenks Bloomer. Ela teve a coragem de introduzir reformas no vestido convencional das mulheres. Diz-se que o primeiro homem que carregava um guarda-chuva foi assediado pelas ruas de Londres por causa da sua estranheza. Portanto, não é surpreendente que a primeira mulher que assumiu essas "calças", "calçolas" como parte do vestido sofreram estranheza do público, ao mesmo tempo tornou-se objeto de curiosidade e foi alvo de fofocas e confundido com vulgaridade excessiva.
A criadora dessa moda, Amelia Bloomer, foi uma defensora dos direitos das mulheres americanas e divulgou as mais diversas opiniões sobre a reforma no vestuário feminino, em sua publicação ao 'Lily'. Em 1849, ela pegou a idéia da Sra. Elizabeth Smith Miller, de usar uma saia curta e calças soltas, reunidas aos tornozelos.
Alegadamente, Elizabeth Smith Miller começou a usar a roupa de pantalonas turcas e uma saia que chegava até o joelho. Este projeto foi uma tentativa de preservar a modéstia da mulher vitoriana, proporcionando liberdade de movimento nas atividades domésticas. O nome de "bloomers" tornou-se popular, pois estava ligado a qualquer saia ou vestido 'knickerbocker' para as mulheres por causa da forte defesa de Amelia Bloomer pelos direitos femininos, tanto na moda como os direitos civis.
O traje que Bloomer defendia era às vezes referida como 'Camilla', consistindo em saias curtas, atingindo apenas abaixo dos joelhos e calças longas. O traje de Bloomer, já era popular há algum tempo pela maioria dos líderes do movimento pelos direitos da mulher.
A roupa bloomer (vestido com calçolas) foi alterada várias vezes, mas descartada devido à quantidade de atenção dada às suas críticas a imprensa. No entanto, os "bloomers" sobreviveram em moda feminina como um termo genérico para pantalonas estilo turco, saias-calças e para as nova-iorquinas quando andavam de bicicleta na década de 1890.
Tradução e legendas: © C.Wittel

Fonte: https://www.facebook.com/FotografiasDaHistoria/

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Meus looks favoritos da Emmy 2017
Olá pessoal! 

Ontem aconteceu em Los Angeles EUA a 69ª edição do Emmy Awards 2017 e os meus looks favoritos são: 


Nicole Kidman



Amei esse vestido da Calvin Klein! Super elegante.

Viola Davis

Vestido de Zac Posen. Belíssimo tom de laranja.

Vanessa Kirby

 
Lindo esse vestido Marchesa. Adoro vestidos com leveza.

Clair Foy

Chique, elegante e diferente. Veste Oscar de la Renta

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Sônia Rykiel
Olá pessoal!

Nunca tinha ouvido falar de Sônia Rykiel, mas já conhecia as peças de tricô.

Um pouco sobre a estilista.





A estilista francesa Sonia Rykiel, apelidada de “rainha do tricô”, morreu, aos 86 anos, deixando como legado um estilo livre e sensual, chave de uma moda chique e, ao mesmo tempo, descontraída, inscrita no movimento de libertação do corpo feminino.

Figura familiar de Saint-Germain-des-Près, onde estabeleceu sua principal boutique, a inventora da “démode” (um estilo sem complexos no qual cada pessoa adapta a moda a sua personalidade), nascida como Sonia Flis em Paris em 25 de maio de 1930, estreou no setor por acaso.

Nascida em um ambiente abastado, de pai francês e mãe romena, a mais velha de cinco filhas seguiu o caminho habitual de uma jovem de boa família. Ingressou em um instituto para meninas em Neuilly (Hauts-de-Seine), se casou e tinha apenas um sonho: ter dez filhos.

Mas, ao ficar grávida, não encontrou roupas que gostasse, e começou a criar vestidos e pulôveres justos, vendidos na loja de seu marido, no famoso distrito XVI de Paris. O chamado “Poor Boy Sweater” teve um sucesso imediato e chegou à capa da revista Elle: as mulheres brigavam para levar uma peça.

Seis anos depois, em pleno Maio de 68, Sonia Rykiel abria sua primeira boutique no Quartier Latin. Naquele momento não sabia nada de moda, nem costurar, nem tecer, e as dúvidas tomavam conta dela a todo momento.

“Todos os dias dizia a mim mesma: ‘Vou fechar, porque não sei o que faço, não sei nada”, confessaria anos mais tarde.


A jovem pendurou algumas roupas na vitrine, acompanhadas por livros. “Jamais pude separar a literatura da moda, formam parte da mesma história”, dizia esta amante das letras, que escrevia sobre seus pulôveres palavras como “amor”, “artista” ou “sexo”, na forma de pequenos manifestos.

Após uma década de dúvidas, Rykiel decidiu apostar no mundo da moda. Uma moda distante das tendências, que ela concebia para uma mulher ativa, interessada pela atualidade mundial, “intelectual” e livre, como as mulheres que nos anos 80 tiravam seus sutiãs e proclamavam alto e forte que seu corpo lhes pertencia.

A criadora utilizava especialmente o tricô “pela ternura, pela doçura”, o veludo, as lantejoulas.

Foi Rykiel quem lançou as costuras aparentes. Fez do preto a cor da feminilidade e da sedução, e tornou famosos seus pulôveres de listras coloridas, decorando suas roupas com temas ou palavras em lantejoulas.


Sonia Rykiel preconizou a “démode”, convidando as mulheres a rejeitar os “diktats” dos estilistas para criar seu próprio armário, adaptado ao seu corpo e a sua personalidade.

Com muitos escritores em seu círculo de amigos, entre eles outra célebre ruiva, Régine Deforges, publicou uma dezena de livros, incluindo uma compilação de contos dedicada as suas netas, “Tatiana Acacia: 12 contes” (1993), e “N’oubliez pas que je joue”, onde abordou sua doença, o mal de Parkinson (2012).

O mundo da moda prestou homenagem ao “trabalho revolucionário” de Rykiel, segundo o estilista Jean-Paul Gaultier. “Encarnou um feminismo moderno com um ativismo sensual muito impactante”, acrescentou o criador Jean-Charles de Castelbajac.

Em novembro de 2013, Sonia Rykiel recebeu das mãos de François Hollande a insígnia de Grande Oficial da Ordem Nacional do Mérito. “Inventou não apenas uma moda, mas uma atitude, uma maneira de viver e de ser, de oferecer às mulheres liberdade de movimento”, afirmou nesta quinta-feira o presidente francês.



quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Encontro com a Monja Coen.
Olá pessoal!

Esteve aqui em Salvador para fazer palestras e lançar seu mais novo livro a Monja Coen que eu passei a admirar. Já tinha ouvido falar dela, mas nunca parei para prestar atenção no que ela diz.

Assistindo ao programa Mais Você ouvi aquela voz suave e gostei do que ela estava falando sobre a felicidade que traz oautoconhecimento  no mesmo dia uma amiga postou um vídeo no insta ai resolvi entrar no canal dela no youtube e fiquei encantada. Tive duas matérias na faculdade que falavam um pouco de cada religião e o Budismo não me despertou interesse, depois de ouvir a maneira como a monja passa os ensinamentos de Buda comecei a simpatizar mais com o budismo.

Quando soube que ia ter uma palestra aqui em Salvador fiquei louca, mas a data coincidia com um trabalho que ia fazer. Abriu uma terceira sessão extra que acabou rapidinho e não consegui comprar. Arrasada!




Como diz o ditado quem não chora não mama, mandei um e-mail para organizador perguntando se poderia comprar o ingresso na hora e para minha surpresa ele me respondeu e pude comprar meu ingresso no site Yoga Bahia .

Valeu minha cara de pau a palestra foi fantástica!

Tomei coragem e fui dar um abraço e tirar uma foto com a monja.

Só para deixar claro não sou praticante de nenhuma religião, estou aberta a prender sobre cada uma delas.


quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Dois ícones do cinema que influenciaram a moda na década de 30
Olá pessoal!

As divas do cinema que influenciaram a moda.


Katharine Hepburn




Poucas mulheres causaram influência duradoura na moda tanto quanto Katharine Hepburn. Uma campeã da moda masculina, e Hepburn é talvez uma das pessoas que devemos agradecer pelas calças de largas pernas e as camisas que ainda estão na moda hoje. Em 1986, a influência de Hepburn foi reconhecida pelo Council of Fashion Designers of America, que lhe concedeu um prêmio. 


Marlene Dietrich


Outra atriz que desafiou as pressões de Hollywood foi Marlene Dietrich, que é famosa (entre outras coisas) por dizer: "Visto para mim mesma. Não para a imagem, nem para o público, nem para a moda, nem para os homens. Também uma fã do vestido, Marlene tornou-se a primeira mulher famosa na história a balançar com um smoking, Nós aplaudimos Marlene! As tendências da moda dos anos 1930 realmente não teriam sido as mesmas sem ela.

Fonte  https://www.facebook.com/FotografiasDaHistoria/

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

As carpideiras do século XIX
Olá pessoal!!

O post de é histórico.

Vamos saber um pouco sobre uma profissão tipicamente feminina no século XIX.



A "carpideira" é uma profissional feminina cuja função consiste em chorar para um defunto alheio.

É feito um acordo monetário entre a carpideira e os familiares do defunto, a carpideira chorava e mostrava seus prantos sem nenhum sentimento, grau de parentesco ou amizade.

A profissão existe há mais de 2 mil anos. No Brasil, as carpideiras chegaram junto com a colonização portuguesa.

Inicialmente o pagamento não era feito em dinheiro, mas com bens da família do defunto.


Fonte: https://www.facebook.com/FotografiasDaHistoria/


terça-feira, 15 de agosto de 2017

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Festa surpresa.
Olá pessoal!

Último aniversário de julho foi uma festa surpresa. Difícil manter segredo! Rs.....

A escolha da roupa foi em torno de uma bolero/casaquinho que resgatei nas arrumações, provavelmente é peça dos anos 80.
Gostos muito de casaquinhos e boleros dão um charme para visuais mais básicos.

O look mais uma vez foi todo preto para destacar o colorido e o brilho do casaquinho. A saia é justinha e tem uns babadinhos, blusa de manga comprida e um sapato Oxford.


Saia, blusa e casaquinho: de alguma loja dos EUA
Oxford: Shoestock

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Aniversário

Olá pessoal!!

Aqui em Salvador o tempo anda meio louco! Uma hora faz um sozinho na outra chove e acreditem no começo da tarde faz um friozinho. Difícil escolher uma roupa! Rs....

Escolhi uma bermuda e uma regata já que foi algo simples só um bolinho para o dia não passar em branco. Ao longo do dia fez sol, choveu, ventou e no fim da tarde fez um friozinho. Preguiça de pensar em outra roupa!

Peguei um lenço de seda e fiz uma frente única e um casaco de veludo molhado pronto. Achei que ficou com a cara mais invernal! Rs...



Short: Sartore
Blusa: não lembro
Sapatilha: ABX contempo
Lenço: ganhei de presente
Casaco: não lembro

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Dicas para o final de semana.
Olá pessoal!!

Boas indicações para o final de semana.

Série 

Grace and Frankie

Li em uma lista que essa série era uma das melhores disponíveis no Netflix e claro que eu tinha que assistir.

Apesar de estar bem longe dos 70 anos me divertir muito com essa série. O primeiro episódio da primeira temporada é sensacional! Dei muitas risadas. 

Disponível no Netflix




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Sinopse

Grace (Jane Fonda) e Frankie (Lily Tomlin) estão encarando a temida 3ª idade, mas não da forma que imaginavam. Quando os seus respectivos maridos revelam que estão apaixonados um pelo outro, e planejam se casar, a vida delas é virada de cabeça para baixo. Agora, elas estão ligadas eternamente por esse acontecimento e, já rivais, descobrirão que podem ter que tomar conta uma da outra.

Filme 

Até o último homem

Era o meu favorito para ganhar o Oscar de melhor filme em 2017! É mais uma história real fantástica

Andrew Garfield merecida ter sido indicado ao Oscar de melhor ator ele está excelente no filme.


Direção: Mel Gibson
Gêneros DramaGuerraBiografia
Nacionalidades AustráliaEUA

SINOPSE

Durante a Segunda Guerra Mundial, o médico do exército Desmond T. Doss (Abdrew Garfield) se recusa a pegar em uma arma e matar pessoas, porém, durante a Batalha de Okinawa ele trabalha na ala médica e salva mais de 75 homens, sendo condecorado. O que faz de Doss o primeiro Opositor Consciente da história norte-americana a receber a Medalha de Honra do Congresso.

Livro 

Antigamente era assim de Hildegard Vianna

Todos os historiadores soteropolitanos já deve ter lido esse livro que trás uma ideia dos costumes do final do século XIX e início do século XX. Como alguns costumes mudaram!

É um dos meus livros favoritos de história.

Reúnem crônicas sobre os usos e costumes dos fins do século XIX e que perduram, com pequenas modificações, até mais ou menos os anos 40 do nosso século, quando a Segunda Guerra Mundial virou praticamente o mundo às avessas. As crônicas retratam o cotidiano da época, a vida doméstica, os fatos que a autora presenciou os tipos que observou as tradições e as lendas que chegaram ao seu conhecimento por ouvir dizer.



quarta-feira, 12 de julho de 2017

Tarde de autográfico do livro Na minha pele de Lázaro Ramos
Olá pessoal!

No sábado dia 3/07 Lázaro Ramos fez uma tarde de autografo do livro Na minha pele no shopping Barra e é claro que fui prestigiar o conterrâneo. Foi uma loucura!

Estava marcado para ás 15 horas e resolvi sair de casa mais cedo porque fiquei com medo de não ter mais senhas. Rs....

Acabou sendo uma aventura! Começou na hora marcada, mas muitos amigos e conhecidos furando fila – falta de educação é um problema seríssimo – e ai atrasou tudo! Passei 3 horas na fila para pegar um autografo! No final foi divertido conheci um monte de gente legal, conversei sobre séries, livros, filmes, educação etc.




Vamos ao look! Tenho várias peças de veludo molhado que não uso muito porque acho que esquenta muito e aqui em Salvador o clima quase sempre é quente, mas uma frente fria apareceu e esfriou um pouquinho.

Escolhi o meu bolero rose de veludo molhado, camisa preta e saia preta com estampa de onça. Gostei do resultado porque destacou o bolero.



Saia: não lembro
Camiseta: Forever XXI
Sapatilha: ABX contempo

Cinema com a sobrinha
Olá pessoal!

Fui assistir Meus 15 anos com Larissa Manuela com minha sobrinha. Sempre morro de frio no cinema e sempre me esqueço de ir mais agasalhada.

Nas arrumações encontrei esse casaquinho que fiquei apaixona e por sorte minha irmã não queria mais então peguei pra mim. Pensei em uma blusa listrada para fazer um composê com a estampa floral do casaquinho a combinação ficou bem legal.

Usei com calça jeans – que por sinal não gosto muito! Quando eu comprei achei que tinha ficado linda e na primeira vez que usei odiei, mas estou dando outra chance a ela. Rs... – sandália bege e marrom e bolsa dourada e pérola.


Casaquinho: comprado nos EUA
Blusa: Zara
Calça: M. Officer

Sandália: Gratz

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Frase
Truques durante a II Guerra Mundial.
Olá pessoal!!

Truques para manter a elegância durante a II Guerra Mundial.



Durante a Segunda Guerra, a moda não perdeu seus encantos.

Foto: Maio de 1940 em Londres. Falsas meias pintadas e falsas costuras desenhadas pelas elegantes que não podiam, então, sair com as pernas desnudas. A loção usada na mulher é da marca Max Factor.

Fonte: https://www.facebook.com/FotografiasDaHistoria
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@renatafashionfonseca