2017 - RENATA FONSECA

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Dicas de filmes e séries do Netflix
Olá pessoal!
Hoje as dicas serão de filme e série do Netflix.
Estou adorando as produções europeias!
 Adoro suspense. E esse filme é suspense dos bons!
O Guardião Invisível 


Nacionalidade: Espanha
Gênero: Suspense, Policial

Ao voltar para sua cidade natal em busca de um assassino, uma policial é forçada a encarar seus próprios demônios do passado.


Trem noturno para Lisboa

Não gosto muito de drama e romance, mas quando vi que o ator principal era Jeremy Irons tive que assisti.

Me surpreendi o filme é maravilhoso.



Direção: Bille August
Gêneros DramaRomanceSuspense
Nacionalidades EUASuiçaAlemanha

SINOPSE 

Raimund Gregorius, um professor suíço, que abandona suas palestras e sua vida conservadora para embarcar em uma emocionante aventura que o levará em uma jornada ao seu próprio coração.


Série

Recebi essa sugestão de série  e no primeiro episódio fiquei apaixonada.

Maravilhosa!!

Tem uma fotografia belíssima!

Anne with an E



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Sinopse 

Depois de treze anos sofrendo no sistema de assistência social, a orfã Anne é mandada para morar com uma solteirona e seu irmão. Munida de sua imaginação e de seu intelecto, a pequena Anne vai transformar a vida de sua família adotiva e da cidade que lhe abrigou, lutando pela sua aceitação e pelo seu lugar no mundo.



quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Estilista Christian Lacroix
Olá pessoal!

Vamos conhecer um pouco do estilista Lacroix.




Christian Marie Marc Lacroix nascido em 16 de maio de 1951 em Arles, França, foi um dos estilistas mais influentes da moda na segunda metade da década de 80 do século XX.

Em 1969, ele foi morar em Montpellier, para estudar história da arte, passando mais tarde pela Sorbonne e pela Escola do Louvre. Em Paris, antes de encontrar sua profissão definitiva, e apenas dez dias depois de sua chegada, ele conheceu numa festa uma jovem chamada Françoise Rosensthiel. Foi paixão à primeira vista, ainda mais porque Françoise materializava exatamente a mulher ideal com a qual Lacroix sempre sonhara - pequena, pálida, de cabelos acobreados. E foi através dela, afinal, que o mundo da moda chegou a ele.

Lacroix desenhou um convite para uma festa de aniversário de uma amiga de Françoise, Nicole, que logo viu naqueles traços tudo o que um estilista de moda precisa ter - personalidade, ousadia, criatividade.

Com seus desenhos sendo rapidamente notados e transformados em croquis de moda, tornou-se modelista da Maison Patou. A grife, então decadente, a partir de sua entrada tornou-se rapidamente uma sensação. Público e imprensa não poupavam elogios ao jovem talento. O sucesso do seu trabalho na Patou fez com que um grupo financeiro se interessasse em fundar uma casa de costura e uma marca com o seu nome em 1987. No final dos anos 80, quando a simplicidade e o minimalismo começavam a dominar a moda, os seus modelos em cores vivas, estampados vibrantes, bordados elaborados, misturas de tecidos e silhuetas volumosas trouxeram um novo fôlego e de certa forma otimismo à indústria da moda. Desde 1989 começou a desenhar a sua linha de prêt-à-porter.




Christian Lacroix é um dos mais respeitados estilistas em todo o mundo, fazendo moda para mulheres e homens, além de uma linha de acessórios, explorou ainda outros nichos de mercado, indo além das coleções de vestuário e para casa. Em 2002 lançou seu primeiro perfume, o Bazar, criado em parceria com Bertrand Duchaufor, Jean-Claude Ellena e Emilie Copperman.

Anos mais tarde, em 2007, firmou parceria com a empresa de cosméticos Avon, assinando uma coleção exclusiva denominada Christian Lacroix Rouge, com uma fragrância para homens e outra para mulheres. Mais tarde, expandiu sua coleção junto à marca com o lançamento do Christian Lacroix Absynthe em 2009, e com o Christian Lacroix Nuit em 2011.

Em busca da rentabilidade, o estilista lançou no início dos anos 90 uma coleção prêt-à-porter de luxo, com as linhas Bazar e Jeans, além de acessórios, e uma linha para casa, a Art de La Table, com tecidos, louças e objetos para decoração. Essa última permanece até hoje com sucesso. Em 2005, a LVHM decidiu vender a Maison Lacroix para o Grupo Falic e, sem conseguir atender às expectativas dos novos donos, o estilista anunciou seu último desfile em 2009.

Com a falência em curso, a despedida causou comoção no mundo da moda. E foi com a ajuda de amigos que fez as roupas, usando restos de tecido catados pela maison. Ainda assim, a coleção brilhou e o desfile foi um sucesso, com Lacroix sendo aplaudido de pé e prometendo continuar “com um pequeno ateliê”.

As roupas de Lacroix permanecem com sua característica original, de teatralizar a moda, em vestidos que são obras de arte, mas muito pouco usáveis por uma mulher cosmopolita. Para ele, mudar isso seria abandonar sua visão de como a moda deveria ser. No entanto, segundo o seu site, atualmente há mais de 5 mil pontos de venda de produtos Lacroix em todo o mundo que se integram à vida moderna, como óculos, bijuterias, echarps, além de uma linha voltada ao público masculino.
Ao longo da carreira, seu trabalho foi duas vezes reconhecido com o Dedal de Ouro, o Oscar da alta-costura francesa: em 1986 e 1988. Lacroix também foi nomeado pela Council of Fashion Designers of America o estilista mais influente do país, em 1987.



quarta-feira, 8 de novembro de 2017

A heroína da resistência, Sophie Scholl, 1941.
Olá pessoal!




Era membro da Rosa Branca, movimento da resistência alemã antinazista. Foi condenada por traição e executada na guilhotina. É conhecida como uma das poucas alemãs que se opuseram ativamente ao Terceiro Reich durante a 2ª Guerra, e é também vista como um mártir na Alemanha.

Suas últimas palavras foram:

"Como podemos esperar que a justiça prevaleça, quando não há praticamente ninguém que esteja disposto a entregar-se individualmente a uma causa justa. Tal dia, bem ensolarado, e eu tenho que ir, mas o que importa minha morte, se através de nós, milhares de pessoas estão despertas e agitadas para a ação? Muitas pessoas já morreram por apoiar este governo. Está na hora de alguém morrer por se opor a ele."

Fonte https://www.facebook.com/FotografiasDaHistoria/

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Documentário sobre Iris Apfel
Olá pessoal!

Documentário sobre a fashionista Iris Apfel.

Quero ser igual a ela quando for uma octogenária.

Direção: Albert Maysles

Elenco: atores desconhecidos
Gêneros Documentário, Biografia, Histórico
Nacionalidade EUA

SINOPSE

Mais do que um filme sobre moda, o documentário é a história de Iris Apfel, uma mulher singular e seu entusiasmo pela moda e arte, que encara como um experimento na vida. Um retrato sobre a criatividade, valores e trabalhos éticos durante a Grande Depressão e a importância de manter esses mesmos termos em um mundo repleto de glamour.


quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Mulher na história: Antonia Ford Willard
Olá pessoal!



Essa é uma foto de Antonia Ford Willard (1838 - 1871). Enquanto as forças da União ocupavam a região de Fairfax, em meados de 1861, Antonia circulava entre os oficiais e recebia informações valiosas sobre os pontos fortes das tropas e seus movimentos. Ela repassava tudo ao brigadeiro J.EB Stuart, em cuja artilharia o seu irmão servia. No início de 1863, Ford foi traída por Frankie Abel, um de seus amigos, e foi presa em Washington. Ela foi acusada de ter um papel de destaque na captura de Edwin H. Southghton, um brigadeiro dos confederados. Por falta de provas, ela foi liberada uma semana depois, mas foi presa novamente poucas semanas depois pelo major Joseph Williard, com que ela se casaria e teria três filhos. Com problemas de saúde ligados ao seu cativeiro, Antonia morreu em 1871, e seu marido, que se tornaria vice-governador da Virgínia, nunca se casou novamente.

Fonte: Fotografia da história 
https://www.facebook.com/profile.php?id=361826160564868

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Estilista: Dener Pamplona de Abreu
Olá pessoal!

Hoje vou falar sobre Dener Pamplona de Abreu um dos grandes estilistas brasileiros.




Nascido no arquipélago do Marajó em 3 de agosto de 1937, em 1945 sua família mudou-se para o Rio de Janeiro, onde começou a desenhar seus primeiros vestidos. Seu primeiro contato com a moda teve lugar em 1948, com apenas treze anos de idade, na Casa Canadá, então importante butique carioca.

Dois anos depois, em 1950, após fazer o vestido de debutante de Danuza Leão, foi contratado para um estágio com Ruth Silveira, dona de um importante ateliê, onde aprimorou seus desenhos. Em 1954, transferiu-se para São Paulo para trabalhar na butique Scarlett. Três anos depois, inaugurou seu próprio ateliê, denominado Dener Alta-Costura, na Praça da República. No ano seguinte ganhou dois prêmios por sua coleção, sendo descoberto pelos meios de comunicação. Seu ateliê foi então transferido para a Avenida Paulista.



Instalou-se em São Paulo em 1960, quando a Rua Augusta começava a se tornar a passarela da moda. Bem relacionado, eclético e generoso, frequentava redutos gays, vestia as Matarazzo, Simonsen e Trussardi e as cantoras Maysa, Tuca e Elis Regina, de quem foi padrinho do casamento com Ronaldo Bôscoli. Apadrinhou também o costureiro Ronaldo Esper e a poeta Hilda Hilst, era amigo de Guilherme de Almeida, virou poema de Lupe Cotrim.



Em 1963, já prestigiado, foi escolhido o estilista oficial da primeira-dama da República, Maria Teresa Fontela Goulart, esposa de João Goulart. Casou-se com Maria Stella Splendore em 1965. Ela tinha apenas 16 anos e, desde o exílio da família Goulart, nenhuma mulher havia brilhando tanto junto a ele. O vestido de noiva era um deslumbre: um longo de seda pura bordada com minipompons de vison e cauda de 15 metros de tule francês. O casamento teve apelo de pop star e uma inesperada multidão se aglomerou na Igreja do Carmo atrapalhando até o sermão do padre pelo microfone. O casamento acabou em 69. Seis anos depois, Dener casou-se com Vera Helena, ex-Jordan, sua cliente, amiga e conterrânea. 






Foi Dener o primeiro estilista a sofrer um atentado político – uma rajada de metralhadora contra seu Lincoln presidencial preto em julho de 68. Foi Dener que transformou a ópera “Carmem” em música acelerada em um desfile em 1970.

Para participar da encenação da Paixão de Cristo na tradicional festa de Nova Jerusalém (PE), Dener preparou um modelo de marajá de cetim azul, com turbante de seda branca adornado por uma imensa esmeralda. Carregado por escravos, sua fala era breve: “Herodes, sua festa é um luuuxo”. E a multidão de 50 mil pessoas foi ao delírio.

Em 1968, fundou a "Dener Difusão Industrial de Moda", considerada a primeira grife de moda criada no Brasil. Em 1970 foi convidado a participar do júri de "Programa Flávio Cavalcanti“ que determinava o que era “um luxo” e o que era “um lixo”, na extinta TV Tupi. Dois anos depois lança sua autobiografia, Dener - o luxo, e o livro Curso Básico de Corte e Costura. Ao longo dos anos 70, Dener disputou com Clodovil Hernandes o título de papa da alta costura brasileira. Em 1975 casou-se novamente, desta vez com uma cliente, Vera Helena Carvalho, separando- se em 1977.

Dener dizia que para ele havia uma grande diferença entre a mulher bem vestida, a chique e a elegante. De olho nas tendências, que são lançadas pelas elegantes, ele idealizou e criou uma nova categoria: a mulher luxo. “Mulher luxo: quando aparece no salão, todos sabem que alguém chegou e não é a governante! A mulher luxo é fora de série, hors concours. Criei essa classificação para acompanhar o desenvolvimento brasileiro”, afirmou o estilista em sua autobiografia Dener, o Luxo. Para ele, a mulher luxo não lança, mas consagra a moda lançada pelas elegantes.

Seus problemas com o alcoolismo agravaram-se em 1978, morrendo em 9 de novembro do mesmo ano em decorrência de uma cirrose hepática.


http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral, estilista-dener-criador-da-alta-costura-brasileira-morria-ha-35-anos,1094693
https://pt.wikipedia.org/wiki/Dener_Pamplona_de_Abreu

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Dica de boteco: Di Janela
Olá pessoal!

Hoje a dica é de um boteco maravilhoso! O Di janela.

Era sábado de carnaval e uma amiga me chamou para comer feijoada de mariscos, lógico que topei na hora. Adoro marisco!


A feijoada de mariscos.

Polvo na chapa com purê de batata e bacalhau.

Rosca de umbu-cajá

Rosca de maracujá e manga
Trouxinha de camarão

Agulhinha frita

A feijoada estava sensacional!! Virei cliente e sempre levo meus amigos para provar as delícias do boteco.

O que mais gosto para petiscar é o polvo na chapa com purê de batatas com bacalhau. É de comer rezando!

O Di janela fica no bairro da Saúde no Centro Histórico de Salvador. Ponto de referência: na parede externa tem um painel lindo feito por Bell Borba.

Di Janela Boteco Rua da Glória, 9 - Saúde. Quinta e sexta, a partir das 18h; sábados e domingos, a partir das 12h.

https://www.instagram.com/botecodijanela/
  



quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Mulheres na história: Amélia Jenks Bloomer
Olá pessoal!

Vamos saber um pouco sobre Amélia Jenks Bloomer que revolucionou a moda na era vitoriana.



Não existe revolução na moda feminina na Era Vitoriana sem citar a notória senhora, Amélia Jenks Bloomer. Ela teve a coragem de introduzir reformas no vestido convencional das mulheres. Diz-se que o primeiro homem que carregava um guarda-chuva foi assediado pelas ruas de Londres por causa da sua estranheza. Portanto, não é surpreendente que a primeira mulher que assumiu essas "calças", "calçolas" como parte do vestido sofreram estranheza do público, ao mesmo tempo tornou-se objeto de curiosidade e foi alvo de fofocas e confundido com vulgaridade excessiva.
A criadora dessa moda, Amelia Bloomer, foi uma defensora dos direitos das mulheres americanas e divulgou as mais diversas opiniões sobre a reforma no vestuário feminino, em sua publicação ao 'Lily'. Em 1849, ela pegou a idéia da Sra. Elizabeth Smith Miller, de usar uma saia curta e calças soltas, reunidas aos tornozelos.
Alegadamente, Elizabeth Smith Miller começou a usar a roupa de pantalonas turcas e uma saia que chegava até o joelho. Este projeto foi uma tentativa de preservar a modéstia da mulher vitoriana, proporcionando liberdade de movimento nas atividades domésticas. O nome de "bloomers" tornou-se popular, pois estava ligado a qualquer saia ou vestido 'knickerbocker' para as mulheres por causa da forte defesa de Amelia Bloomer pelos direitos femininos, tanto na moda como os direitos civis.
O traje que Bloomer defendia era às vezes referida como 'Camilla', consistindo em saias curtas, atingindo apenas abaixo dos joelhos e calças longas. O traje de Bloomer, já era popular há algum tempo pela maioria dos líderes do movimento pelos direitos da mulher.
A roupa bloomer (vestido com calçolas) foi alterada várias vezes, mas descartada devido à quantidade de atenção dada às suas críticas a imprensa. No entanto, os "bloomers" sobreviveram em moda feminina como um termo genérico para pantalonas estilo turco, saias-calças e para as nova-iorquinas quando andavam de bicicleta na década de 1890.
Tradução e legendas: © C.Wittel

Fonte: https://www.facebook.com/FotografiasDaHistoria/

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Meus looks favoritos da Emmy 2017
Olá pessoal! 

Ontem aconteceu em Los Angeles EUA a 69ª edição do Emmy Awards 2017 e os meus looks favoritos são: 


Nicole Kidman



Amei esse vestido da Calvin Klein! Super elegante.

Viola Davis

Vestido de Zac Posen. Belíssimo tom de laranja.

Vanessa Kirby

 
Lindo esse vestido Marchesa. Adoro vestidos com leveza.

Clair Foy

Chique, elegante e diferente. Veste Oscar de la Renta

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Sônia Rykiel
Olá pessoal!

Nunca tinha ouvido falar de Sônia Rykiel, mas já conhecia as peças de tricô.

Um pouco sobre a estilista.





A estilista francesa Sonia Rykiel, apelidada de “rainha do tricô”, morreu, aos 86 anos, deixando como legado um estilo livre e sensual, chave de uma moda chique e, ao mesmo tempo, descontraída, inscrita no movimento de libertação do corpo feminino.

Figura familiar de Saint-Germain-des-Près, onde estabeleceu sua principal boutique, a inventora da “démode” (um estilo sem complexos no qual cada pessoa adapta a moda a sua personalidade), nascida como Sonia Flis em Paris em 25 de maio de 1930, estreou no setor por acaso.

Nascida em um ambiente abastado, de pai francês e mãe romena, a mais velha de cinco filhas seguiu o caminho habitual de uma jovem de boa família. Ingressou em um instituto para meninas em Neuilly (Hauts-de-Seine), se casou e tinha apenas um sonho: ter dez filhos.

Mas, ao ficar grávida, não encontrou roupas que gostasse, e começou a criar vestidos e pulôveres justos, vendidos na loja de seu marido, no famoso distrito XVI de Paris. O chamado “Poor Boy Sweater” teve um sucesso imediato e chegou à capa da revista Elle: as mulheres brigavam para levar uma peça.

Seis anos depois, em pleno Maio de 68, Sonia Rykiel abria sua primeira boutique no Quartier Latin. Naquele momento não sabia nada de moda, nem costurar, nem tecer, e as dúvidas tomavam conta dela a todo momento.

“Todos os dias dizia a mim mesma: ‘Vou fechar, porque não sei o que faço, não sei nada”, confessaria anos mais tarde.


A jovem pendurou algumas roupas na vitrine, acompanhadas por livros. “Jamais pude separar a literatura da moda, formam parte da mesma história”, dizia esta amante das letras, que escrevia sobre seus pulôveres palavras como “amor”, “artista” ou “sexo”, na forma de pequenos manifestos.

Após uma década de dúvidas, Rykiel decidiu apostar no mundo da moda. Uma moda distante das tendências, que ela concebia para uma mulher ativa, interessada pela atualidade mundial, “intelectual” e livre, como as mulheres que nos anos 80 tiravam seus sutiãs e proclamavam alto e forte que seu corpo lhes pertencia.

A criadora utilizava especialmente o tricô “pela ternura, pela doçura”, o veludo, as lantejoulas.

Foi Rykiel quem lançou as costuras aparentes. Fez do preto a cor da feminilidade e da sedução, e tornou famosos seus pulôveres de listras coloridas, decorando suas roupas com temas ou palavras em lantejoulas.


Sonia Rykiel preconizou a “démode”, convidando as mulheres a rejeitar os “diktats” dos estilistas para criar seu próprio armário, adaptado ao seu corpo e a sua personalidade.

Com muitos escritores em seu círculo de amigos, entre eles outra célebre ruiva, Régine Deforges, publicou uma dezena de livros, incluindo uma compilação de contos dedicada as suas netas, “Tatiana Acacia: 12 contes” (1993), e “N’oubliez pas que je joue”, onde abordou sua doença, o mal de Parkinson (2012).

O mundo da moda prestou homenagem ao “trabalho revolucionário” de Rykiel, segundo o estilista Jean-Paul Gaultier. “Encarnou um feminismo moderno com um ativismo sensual muito impactante”, acrescentou o criador Jean-Charles de Castelbajac.

Em novembro de 2013, Sonia Rykiel recebeu das mãos de François Hollande a insígnia de Grande Oficial da Ordem Nacional do Mérito. “Inventou não apenas uma moda, mas uma atitude, uma maneira de viver e de ser, de oferecer às mulheres liberdade de movimento”, afirmou nesta quinta-feira o presidente francês.



quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Encontro com a Monja Coen.
Olá pessoal!

Esteve aqui em Salvador para fazer palestras e lançar seu mais novo livro a Monja Coen que eu passei a admirar. Já tinha ouvido falar dela, mas nunca parei para prestar atenção no que ela diz.

Assistindo ao programa Mais Você ouvi aquela voz suave e gostei do que ela estava falando sobre a felicidade que traz oautoconhecimento  no mesmo dia uma amiga postou um vídeo no insta ai resolvi entrar no canal dela no youtube e fiquei encantada. Tive duas matérias na faculdade que falavam um pouco de cada religião e o Budismo não me despertou interesse, depois de ouvir a maneira como a monja passa os ensinamentos de Buda comecei a simpatizar mais com o budismo.

Quando soube que ia ter uma palestra aqui em Salvador fiquei louca, mas a data coincidia com um trabalho que ia fazer. Abriu uma terceira sessão extra que acabou rapidinho e não consegui comprar. Arrasada!




Como diz o ditado quem não chora não mama, mandei um e-mail para organizador perguntando se poderia comprar o ingresso na hora e para minha surpresa ele me respondeu e pude comprar meu ingresso no site Yoga Bahia .

Valeu minha cara de pau a palestra foi fantástica!

Tomei coragem e fui dar um abraço e tirar uma foto com a monja.

Só para deixar claro não sou praticante de nenhuma religião, estou aberta a prender sobre cada uma delas.


quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Dois ícones do cinema que influenciaram a moda na década de 30
Olá pessoal!

As divas do cinema que influenciaram a moda.


Katharine Hepburn




Poucas mulheres causaram influência duradoura na moda tanto quanto Katharine Hepburn. Uma campeã da moda masculina, e Hepburn é talvez uma das pessoas que devemos agradecer pelas calças de largas pernas e as camisas que ainda estão na moda hoje. Em 1986, a influência de Hepburn foi reconhecida pelo Council of Fashion Designers of America, que lhe concedeu um prêmio. 


Marlene Dietrich


Outra atriz que desafiou as pressões de Hollywood foi Marlene Dietrich, que é famosa (entre outras coisas) por dizer: "Visto para mim mesma. Não para a imagem, nem para o público, nem para a moda, nem para os homens. Também uma fã do vestido, Marlene tornou-se a primeira mulher famosa na história a balançar com um smoking, Nós aplaudimos Marlene! As tendências da moda dos anos 1930 realmente não teriam sido as mesmas sem ela.

Fonte  https://www.facebook.com/FotografiasDaHistoria/

@renatafashionfonseca