2026 - RENATA FONSECA

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Dicas de filmes: Mau nome é Agneta e Fórmula 1 e documentário: Tetra acreditar de novo.

Olá pessoal!

Muitas pessoas me recomendaram esse filme demorei, mas fiquei na resistência por falarem que chorou o filme todo e esse tipo de drama eu não gosto.

Ainda bem que mudei de ideia. Adorei o filme!!!

Dei boas risadas.

Meu nome é Agneta.

NETFLIX



Comédia, Drama, Romance.

Elenco: Eva Melander, Claes Månsson, Jérémie Covillault

Título original Je m'appelle Agneta

Sinopse

Em "Meu nome é Agneta", uma mulher beirando os cinquenta anos está cansada da sua vida, onde praticamente nada dá certo e que se resume a um trabalho entediante em um escritório de trânsito e a invisibilidade dentro da própria casa. Os filhos foram viver suas vidas fora de casa, seu marido encontra um novo propósito como mergulhador e andando de bicicleta com equipamentos caros, e ela também consegue o seu despertar, se torna au pair em Provença, França, pensando que iria cuidar de um menino, mas acaba sendo surpreendida. A comédia é baseada no livro homônimo de grande sucesso da sueca Emma Hamberg, um grande sucesso de vendas e crítica.

Filme massa! Tem muita ação, um pouco de comédia e  um pouquinho de romance.

Diversão garantida.

Fórmula 1

APLLE TV


Ação

Direção: Joseph Kosinski

Roteiro Ehren Kruger

Elenco: Brad Pitt, Damson Idris, Javier Bardem

Título original F1 The Movie

Sinopse

Em F1, um piloto veterano de Fórmula 1 volta da aposentadoria para ser o mentor de seu jovem colega de equipe. No filme produzido pelo heptacampeão de Fórmula 1 Lewis Hamilton, depois de abandonar as pistas, o lendário piloto Sonny Hayes (Brad Pitt) é convencido a voltar a correr para apoiar Joshua Pearce (Damson Idris), o jovem novato da escuderia fictícia ApexGP. Disposto a todos os riscos, Sonny monta uma estratégia para fazer a equipe se tornar vitoriosa, para isso ele precisará do apoio da comissão técnica e de pessoas influentes do esporte, mostrando que a corrida vai muito além das curvas dos autódromos. O longa conta com a participação dos pilotos reais da F1 e foi gravado durante as corridas do GP da Inglaterra.

Que documentário! O Tetra sofrido! Relembrar o pênalti perdido da Itália segue sendo emocionante.

Tetra acreditar de novo.

NETFLIX



Documentário

Direção: Luis Ara

Elenco: Taffarel         Goleiro, Jorginho,      Ricardo Rocha, Ronaldão, Mauro Silva, Branco, Bebeto, Dunga, Zinho, Raí, Romário, Zetti, Aldair, Cafu, Márcio Santos, Leonardo, Mazinho, Paulo Sérgio, Muller, Ronaldo, Viola, Gilmar.      

Sinopse

Tetra: Acreditar de Novo acompanha a trajetória da seleção brasileira até o tetracampeonato mundial. 24 anos depois do último título do país em uma Copa do Mundo, os atletas e a comissão técnica de 1994 relembram, através de relatos, o desafio percorrido desde o fracasso em 1990 e o drama para conseguir a classificação durante as eliminatórias. Gravado pelo goleiro Gilmar Rinaldi e o lateral Jorginho, o documentário conta com registros íntimos de Romário, Bebeto, Raí, Dunga e muitos outros heróis do tetra, além de trazer a visão de grandes rivais italianos sobre o feito histórico do Brasil.

quarta-feira, 10 de junho de 2026

Mulher na história: Marion O'Brien.

Olá pessoal!

Descobrindo mulheres incríveis! Marion em busca de praticidade inventou a calça enxuta a irmã mais velha das fraldas descartáveis.


Sobre ela

Marion O'Brien Donovan  nasceu em 15 de outubro de 1917, em South Bend, Indiana.    Donovan passava a maior parte de seu tempo livre na fábrica da família, onde aprendeu o básico de máquinas e engenharia. Seu pai até a ajudou a produzir sua primeira invenção, ela criou um novo tipo de pó para limpeza dos dentes ainda no ensino fundamental. Após se formar na faculdade, trabalhou como editora em revistas femininas em Nova York, antes de se casar e se estabelecer em Connecticut.

Como uma jovem mãe cansada de trocar lençóis molhados de berço, que Donovan teve sua inspiração. Na opinião dela, as fraldas de pano “serviam mais como um pavio do que como uma esponja”, enquanto as calças de borracha causavam assaduras dolorosas. Então, ela decidiu fazer algo melhor. Ela puxou a cortina do chuveiro, cortou-a em pedaços e costurou-a para fazer uma capa de fralda impermeável com botões de pressão em vez de alfinetes de segurança. 




Esse design eliminou as calças de borracha padrão da época, usando um tecido respirável, porém resistente a vazamentos. Essas melhorias também não restringiam os movimentos do bebê. O design criou uma bolsa para o absorvente da fralda, mantendo a fralda molhada longe do bebê. O produto final foi feito de tecido de nylon de paraquedas, pois o material permitia que a pele do bebê respirasse. Quando Donovan tentou vender o "Boater" para os principais fabricantes, foi rejeitado. Portanto, ela começou a fabricá-lo por conta própria.

A estreia das capas de fralda ocorreu na Saks Fifth Avenue de Nova York em 1949. Foi um sucesso imediato. Os gerentes da loja não conseguiam manter as prateleiras abastecidas. Assim, as vendas aumentaram, revelando uma forte demanda de mercado por um produto que reduzia muito a quantidade de roupa para lavar e melhorava a higiene infantil.

A patente de Donovan foi concedida em 1951. Nesse mesmo ano, ela vendeu sua empresa e os direitos para a Keko Corp por US$ 1 milhão. Nessa época, ela estava desenvolvendo uma nova ideia além de suas capas de fraldas de pano impermeáveis. Era uma inovação ainda mais essencial: a fralda descartável de papel. Ela precisava criar um tipo especial de papel que não fosse apenas forte e absorvente, mas que também afastasse a água da pele do bebê para evitar assaduras. Após muita experimentação, Donovan projetou uma fralda descartável que visava resolver ainda mais o problema dos vazamentos de fraldas.

No entanto, Donovan não obteve sucesso imediato com sua inovação. Ela levou seu produto finalizado a todos os grandes fabricantes do país, mas ninguém se interessou. Ela foi ridicularizada pelas empresas de papel americanas por propor um item tão desnecessário e impraticável.  Foi somente uma década depois, em 1961, que Victor Mills, criador da Pampers, capitalizou a ideia de Donovan para produzir fraldas totalmente descartáveis ​​e mais absorventes. Hoje, estima-se que 95% dos bebês nos EUA usem fraldas descartáveis.

Entretanto, Donovan havia retornado à faculdade para estudar arquitetura. Ela obteve um diploma em arquitetura na Universidade de Yale em 1958. Ela era uma das apenas três mulheres em sua turma de formandos. Donovan posteriormente projetou sua própria casa em Greenwich, Connecticut, em 1981.

Entre os anos de 1951 e 1996, Donovan obteve 20 patentes. As invenções visavam solucionar problemas práticos em casa. Entre elas, uma caixa de lenços de papel (1953), um dispensador de toalhas (1957), um prendedor de meias (1962), uma caixa organizadora (1966), um organizador de armário (1979), uma saboneteira, o "Zippity-Do", um cordão elástico que se conectava ao zíper nas costas de um vestido, passando pelo ombro, e o DentaLoop, um fio dental que, assim como suas capas de fraldas impermeáveis, ela optou por fabricar e comercializar por conta própria. Dessa forma, as vendas aumentaram, revelando uma forte demanda de mercado por um produto que reduzia consideravelmente a quantidade de roupa para lavar e melhorava a higiene infantil.

Donovan morreu em 4 de novembro de 1998, de doença cardíaca, aos 81 anos, no Lenox Hill Hospital em Manhattan.

Após a morte de Donovan em 1998, seus filhos doaram seus documentos ao Centro de Arquivos do Museu Nacional de História Americana do Smithsonian; a aquisição fez parte do Programa de Documentação de Inventores Modernos do Centro Lemelson para o Estudo da Invenção e Inovação. As 17 caixas de artefatos contêm anotações, desenhos, patentes, pedidos de clientes, anúncios, artigos de jornal, um álbum de recortes, documentos pessoais e fotografias. A coleção é frequentemente utilizada por pesquisadores, principalmente aqueles que estudam a história das mulheres ou a história da tecnologia, afirma a arquivista do Centro Lemelson, Alison Oswald.

Fontes

https://en.wikipedia.org/wiki/Marion_Donovan

Visão geral criada por IA

https://www.smithsonianmag.com/innovation/meet-marion-donovan-mother-who-invented-precursor-disposable-diaper-180972118/

 


 

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Dicas de filme: O diabo veste Prada, série: Brasil 70 a saga do tri e série documental:  Territórios sob o domínio do crime.

Olá pessoal!

Passei o feriado assistindo essa série sensacional! Já sabia o final, mas torci e fiquei nervosa do mesmo jeito.

Uma certa seleção deviria assistir essa série para inspirar. Hi hi hi

NETFLIX

Brasil 70 a saga do tri. 



:A

Biográfico, Drama

Criado por: Naná Xavier, Rafael Dornellas

Elenco: Rodrigo Santoro como João Saldanha, Bruno Mazzeo como Zagallo, Lucas Agrícola como Pelé, Gui Ferraz como Jairzinho, Ravel, Andrade como Tostão, Maicon Rodrigues como Paulo Cézar Caju,Caio Cabral como Carlos Alberto Torres, Daniel Blanco como Rivellino, Fillipe Soutto como Gérson, Hugo Haddad como Félix, José Beltrão como Carlos Alberto Parreira, Victor Salomão como Dadá Maravilha, Val Perré como Mário Américo, Marcelo Adnet como Eusébio Teixeira, Lara Tremouroux como Rosa,Julia Stockler como Thereza Bulhões, Felipe Frazão como Leo, Bruna Mascarenhas como Rosemeri, Nelson Baskerville como João Havelange, Vanderley Bernardino como Brigadeiro Braga,Rogério Brito como Dondinho, Fania Espinosa como Celeste Arantes, Isadora Ruppert como Sônia Saldanha, Natthália Gonçalves como Vera Saldanha, João Vithor Oliveira como Goleiro da Itália.

 Nacionalidade: Brasil

Sinopse

Brasil 70 – A Saga do Tri é uma minissérie de ficção que recria os momentos mais emocionantes dos jogadores protagonizaram a campanha seleção brasileira de futebol no mundial de 1970. Baseada em fatos reais, a produção retrata como os craques do futebol brasileiro Pelé, Tostão, Félix, Carlos Alberto, Jairzinho, Gérson e Rivellino, além do técnico Zagallo, se prepararam e enfrentaram as emoções e desafios que culminaram no tricampeonato mundial de futebol em 1970. O enredo tem como pano de fundo e cenário principal a Copa do Mundo de Futebol, no México, que acontecia simultaneamente ao momento de maior repressão política na Ditadura Militar Brasileira.

Episódios

1.  Pelé, jogai por nós: Depois de uma temporada desgastante em 1966, Pelé não quer voltar a jogar pelo Brasil. Mas o incentivo do técnico João Saldanha pode ajudá-lo a mudar de ideia.

2. Os 11 de Zagallo: Sem Saldanha, o time vai ao México para a Copa. Mas nem o calor nem as superstições do novo técnico colaboram.

3. Que rei sou eu?: Enfrentando um adversário forte e unido, a equipe brasileira precisa deixar as diferenças políticas de lado para manter o foco no jogo... e continuar marcando gols.

4. O fantasma do Maracanazo: Sonhando com a final, os jogadores são assombrados pelas memórias da derrota histórica para o Uruguai no Maracanã, em 1950.

5. Eu não morri: A final se aproxima, e a pressão para ganhar a Copa aumenta cada vez mais. O craque do time não está em seu melhor momento... mas com certeza não está morto.

 Gostei da continuação do filme. Pra mim o filme trouxe reflexões interessantes.

ASSISTI NO CINEMA.

O diabo veste Prada



Comédia, Drama

Direção: David Frankel

Roteiro Aline Brosh McKenna

Elenco: Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt

Título original The Devil Wears Prada 2

Título em português: O diabo veste Prada2

Sinopse

O Diabo Veste Prada 2 é a continuação do tão esperado já clássico O Diabo Veste Prada. A trama volta a acompanhar Miranda Priestly (Meryl Streep), editora chefe da revista Runway. No entanto, o mundo vive um momento de mudanças extremas tanto na moda quanto na indústria de publicações e revistas. Com a digitalização chegando com força, Miranda precisa lidar com o colapso do jornalismo e enfrentar um novo obstáculo já bem conhecido: sua antiga secretária Emily (Emily Blunt), que, agora, é uma executiva de alto escalão numa marca de luxo, tomando as decisões publicitárias da grife e, por isso, entrando no caminho de Miranda.

Que série pesadíssima!

Estou começando achar que não tem mais jeito. É muito triste!

GLOBOPLAY

Territórios sob o domínio do crime.



Direção: Gustavo Gomes

Roteiro: Gustavo Gomes, Antônia Martinho

Gênero: Documentário, História, Crime, Investigação

País: Brasil

Título: Territórios - Sob o Domínio do Crime

Sinopse

Com acesso inédito e relatos impactantes de vítimas, autoridades e ex-chefes do tráfico, a série documental mostra como facções criminosas tomaram o controle de parte do Brasil.


1. Quem controla o território?

Uma megaoperação no Rio de Janeiro retrata todas as dificuldades no enfrentamento às facções criminosas que se espalham pelo Brasil.

2. O fenômeno do fuzil

Traficantes inundam o país com fuzis de guerra. A busca pelo poderio bélico transforma o crime, dita as táticas policiais e espalha a violência nas ruas, cidades e nos hospitais.

3. Aqui o crime se organiza

Os presídios como berço das duas maiores facções do Brasil: Comando Vermelho e PCC. O cárcere se transforma no motor de expansão das facções. Os presídios federais são a solução?

4. O fio do crime

Fortalecido, o crime organizado cruza fronteiras, se espalha por todos os estados do país e se infiltra na economia legal. Das rotas na Amazônia e postos de combustíveis à lavagem de dinheiro, as facções constroem um império corporativo e bilionário.

5. Território é lucro?

Agentes do Estado criam milícias e transformam o domínio territorial em negócio. O tráfico aprende com as milícias e passa a monopolizar serviços e extorquir dinheiro de moradores.

6. Território da corrupção

A simbiose entre crime e política sabota projetos de paz e perpetua a crise na segurança pública, revelando que uma das armas mais poderosa das facções é a corrupção.

Passei o feriado assistindo essa série sensacional! Já sabia o final, mas torci e fiquei nervosa do mesmo jeito.

quarta-feira, 3 de junho de 2026

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Dica de podcast: Mesa da Rita.
História da marca Burberry.

Olá pessoal!

Eu amo o padrão Tartan da Burberry, as cores combinam com tudo. Por tanto fui procurar saber mais sobre a origem da marca.



Burberry é uma casa de moda britânica, especializada em roupa, acessórios de luxo, perfume, óculos de sol e cosméticos. A sua imagem de marca é constituída por um padrão em quadrados (Tartan). A Burberry é uma das marcas de moda mais famosas do mundo, tendo casas próprias, franchise, venda por catálogo, e uma linha de perfumes. A Burberry é mais conhecida pelos seus casacos, originalmente desenhados pelo fundador Thomas Burberry.

A Burberry foi fundada em 1856, por um jovem de 21 anos, chamado Thomas Burberry, em Basingstoke, Hampshire, na Inglaterra. Ele tinha trabalhado como aprendiz de negociante de panos. Aos 21 anos, enquanto ex-aprendiz de comerciante de tecidos, Thomas Burberry percebeu que as pessoas sofriam com roupas de frio pesadas e desconfortáveis ​​ao enfrentar o clima britânico. Ele teve uma visão: criar um tecido respirável que permitisse às pessoas se movimentarem livremente.

Em 1870, o negócio tinha conseguido se estabelecer através do seu foco em roupas para o frio, ao ar livre. Anos mais tarde, em 1880, Thomas Burberry inventa a gabardine, um vestuário resistente, à prova-de-água, mas do qual o material ainda deixava respirar. O fio era tratado para ser a prova-de-água antes da tecelagem. A sua invenção foi patenteada em 1888. "Burberry" era o nome original, mas a empresa começou a usar o nome "Burberrys" pois muitos clientes o chamavam de "Burberrys de Londres". Ainda pode-se encontrar esse antigo nome em alguns produtos mais velhos. Em 1891 a Burberry abriu uma loja no the Haymarket, em Londres.

Em 1901, o logotipo do cavaleiro equestre com a palavra 'Prorsum'('avante' em Latim) foi desenvolvido e registrado como marca registrada. Em 1911 eles se tornaram os fornecedores do Roald Amundsen, o primeiro homem a chegar ao Pólo Sul, e Ernest Shackleton, que em 1914 liderou uma expedição para atravessar a Antártica. Uma jaqueta gabardina da Burberry foi vestida pelo George Mallory na sua expedição presumidamente fracassada no Monte Everest em 1924.

Em 1914, o departamento de guerra encomendou da Burberry, uma adaptação aos casacos dos oficiais para as necessidades da guerra moderna, resultando no "trench coat". Depois da guerra o casaco se tornou popular entre civis. O xadrez Burberry icônico foi criada em 1920 e usado como um forro em seus trench coats.

O padrão xadrez Burberry foi usado pela primeira vez em nossos casacos de chuva na década de 1920 – sua popularidade cresceu à medida que os clientes começaram a solicitar especificamente o padrão xadrez Burberry. 

A Burberry foi uma empresa independente até 1955 quando foi assumido pelo Grandes Lojas Universal (GUS).

Em 1967, um comprador da nossa loja em Paris teve uma ideia genial enquanto preparava uma apresentação de moda para o embaixador britânico. Ele retirou o forro xadrez Burberry de um casaco e o usou para embrulhar malas e criar uma capa para guarda-chuva – assim nasceu o acessório xadrez Burberry.  

Durante os anos 1970, a marca tornou-se popular entre os britânicos seguidores da cultura casual, levando a ser relacionado com os membros de empresas de futebol já na década de 1990.

Em 1998, Burberrys mudou o nome de marketing deles para Burberry.

Em 2018, anunciou que deixará de usar peles de animais e que abandona a prática de queimar os artigos e complementos que não são vendidos.

Fontes

https://row.burberry.com/c/burberry-world/heritage/our-story/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Burberry


 

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Uma breve história do biquíni.

Olá pessoal!

Me dei conta que nunca tinha falado de uma peça fundamental para quem mora em cidade que tem praia o biquíni. Eu adoro! Mesmo frequentando muito pouco a praia tenho vários biquínis.

 

Um pouco sobre a origem dessa peça.

 

O biquíni ou bikini é um conjunto de duas peças, derivadas do maiô, de tamanhos reduzidos, que cobrem o busto e a parte inferior do tronco. É claro que ele não foi o primeiro exemplo de roupa de banho – nem mesmo de um duas-peças.

 

Na Grécia e Roma antigas, as mulheres usavam tops e partes de baixo feitos de lenço para participarem de esportes. Mais para frente, os vitorianos, com seu cada vez maior interesse em balneários, favoreciam o comedimento em suas incursões em banhos ao ar livre: as primeiras fotos da roupa de praia mostravam mulheres de vestidos longos e calções para enfrentar as ondas.

 

No entanto, a primeira metade do século 20 viu uma rápida redução na quantidade de tecido necessário para ir à praia. Uma jornada cercada de polêmica, que incluiu a prisão da nadadora australiana Annette Kellerman em Boston em 1907, quando ela usou uma roupa de banho mais justa, ainda que a cobrisse do pescoço aos dedos do pé. Vários anos mais tarde em 1913, o estilista Carl Jantzen introduziu um duas-peças composto por shorts e top justo, que também foi recebido com desconfiança.

 

No entanto, com a chegada da década de 1920, exibir a pele foi sendo considerado muito menos ousado – enquanto a década de 1930 viu as costas e as laterais ganhando não apenas espaço, mas uma exposição séria. Desde os lindos maiôs com recortes de Claire McCardell até a aparição de estrelas como Jayne Mansfield, Rita Hayworth e Ava Gardner em peças únicas mais reveladoras e, cada vez mais, duas peças, a natureza do que era um traje aceitável mudava continuamente. Mas havia um problema. O Código Hays, um conjunto de regras em vigor em Hollywood a partir de 1934, proibia a exibição de umbigos em filmes, o que significava que a parte de baixo dos duas-peças tinha de chegar até a cintura.

 


A criação do biquíni é disputada por dois estilistas franceses: primeiro, em 1946, Jacques Heim apresentou o "átomo" como "o menor maiô do mundo"; três semanas depois, em 5 de julho de 1946, Louis Réard mostrou o "bikini, menor que o menor maiô do mundo" e ficou com a fama de criador da peça.

 

No início, as mulheres não estavam preparadas para usar peças de vestuário tão reduzidas, que mostravam o umbigo. Os biquínis foram, portanto, proibidos em vários países, incluindo França. No entanto, atrizes como Ava Gardner, Ursula Andress e Brigitte Bardot foram contra todos os preconceitos da época e aderiram ao biquíni, como instrumento de sedução em filmes e em fotos.

 

O estilo da década de 50 era duas-peças, de tamanho grande e com as cavas da calça bem baixas. Foi considerado ousado.

 

Nos anos 1960, o biquíni atingiu o auge de popularidade. Era, muitas vezes, usado como adorno em filmes e músicas e como contestação política e social. Tornou-se um símbolo pop.

 

A popularidade da peça continuaria a aumentar na década de 70, com tecidos como o crochê.

 

Em geral, com calcinha lisa e sutiã estampadão. Era ousado porque o ideal seria ter o conjunto. A tanga foi uma atitude tipicamente carioca.

 

Na década de 80 lycra brilhante, o sutiã retorcido e sem nenhuma estrutura no bojo, com cores fortes, como verde-limão e rosa-pink, o fio dental e o asa-delta foram uma febre, assim como o sunquíni.

 

Nos anos 1990, a moda do fato de banho foi reavivada (especialmente por causa dos efeitos nocivos provocados na pele pela exposição aos raios solares), mas não tirou o lugar ao biquíni.

A parte de baixo do biquíni dessa década era uma espécie de sunguinha ou shortinho. A camuflagem foi uma padronagem típica da década.

 

Nos anos 2000 há uma mescla de diversas modas antigas, principalmente dos anos 1970 e 1990, tornando-se menos comum o modelo asa-delta. Novos modelos bastante diferentes são criados e apresentados em desfiles de modas, virando febres em cada momento.

 

História do biquíni no Brasil

 

O biquíni chegou ao Brasil em 1948, quando a alemã Miriam Etz apareceu na praia do Arpoador, no Rio de Janeiro, com um traje adaptado, gerando polêmica e fascínio. Pioneiras como as vedetes Carmem Verônica e Norma Tamar também ajudaram a introduzir a peça.

 

Na década de 50, o uso era ousado, gerando críticas de conservadores. Em 1961, o presidente Jânio Quadros proibiu o uso de biquínis em praias, clubes e piscinas públicas, alegando atentado à moral.

 

Nos anos 70, com a revolução sexual e a atitude de mulheres como Leila Diniz, a peça se consolidou. Surgiram a "tanga" e o biquíni asa-delta, impulsionados nas praias cariocas.

O biquíni de lacinho e o sutiã cortininha tornaram-se clássicos. O Brasil tornou-se referência mundial, adaptando o traje a corpos e estilos diversos, criando a moda "made in Brazil". 

 

Numa mania de enrolar as laterais para ficar mais cavado, a parte de baixo do biquíni, esta atitude ficou conhecida de enroladinho e foi muito comum nas praias do Brasil nos anos de 1980, sendo o estopim para que estilistas criassem o modelo de biquíni chamado de "asa-delta". O biquíni fio dental foi uma evolução do asa-delta, sendo lançado no Brasil e somente no Brasil, foi largamente usado.

 

 Fonte

https://pt.wikipedia.org/wiki/Biqu%C3%ADni

https://vogue.globo.com/moda/noticia/2021/07/historia-do-biquini-e-sua-evolucao.html

 

 

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Podcast Bate papo com as amigas: Questionamentos!
Mulher na história: Michelle Perrot

Olá pessoal!

Michelle Perrot é uma mulher que está na história, trazendo nos seus estudos e pesquisas sobre a história das mulheres.

Li vários artigos dela na faculdade.

Um pouco sobre a historiadora.



Michelle Perrot (Paris, 18 de maio de 1928) é uma historiadora e professora emérita da Universidade Paris VII, universidade para qual mudou nos anos 70 sob o impacto de 1968 após ter lecionado na Sorbonne, França. Em 2009 ganhou o Prémio Femina de Ensaio.

Perrot apresentou seu pai como um “négociant en cuir” (negociante de couro), dono de uma loja no bairro. A família vivia na rua Greneta, em um bairro extremamente vivo e popular. Esse cenário formativo explica a intimidade precoce de Michelle com os territórios que traziam o trabalho, a pobreza e os “corpos” que a ordem burguesa tenta tornar invisíveis.

Faz parte da geração da Escola Nova Francesa de Estudos Sociais na Europa e é especialista na história do século XIX. O artigo "Uma história das mulheres é possível?" é precursor dos estudos sobre a história das mulheres no ocidente. Defendeu sua tese de doutorado de Estado sobre o movimento operário sob a supervisão de Labrousse. Historiadora engajada participou ao lado de Foucault do grupo de discussão sobre as prisões. Promoveu importante debate entre os historiadores e Michel Foucault publicado no livro que organizou "A impossível prisão". Dirigiu ao lado de G. Duby a série História da Vida Privada e História das mulheres no Ocidente.

Ao longo de décadas, Perrot deslocou o foco da historiografia francesa para o mundo do trabalho, para a análise do positivismo e para as questões femininas — enxergando a mulher não como um “tema” ou um objeto de estudo desumanizado, mas sim como um problema político, visando compreender quem é digno de ser considerado um sujeito histórico e quem é lançado ao apagamento.

Perrot iniciou seus estudos na área – e também sua militância, já que se coloca como uma historiadora feminista – em 1973, quando, já doutora em História e docente na Universidade Paris VII, lecionou um curso intitulado As mulheres têm uma História?”. Desde então, publicou vários livros sobre o tema, como “A História das mulheres no Ocidente”, “Minha História das mulheres”, “Mulheres públicas”, “As mulheres ou o silêncio da História” e o infanto-juvenil “Era uma vez… a História das mulheres”, além deste “Os excluídos da História: operários, mulheres e prisioneiros”, lançado no Brasil pela primeira vez em 1988 e relançado em 2017 pela Editora Paz e Terra.

A contribuição fundamental da historiadora é a sua luta no movimento feminista demonstrando que o trabalho histórico também se faz permeado pela ação política no presente. A autora figura como umas das mais célebres historiadoras da causa feminista, assim como da vertente social da história francesa.

Ela é membro do comitê de padrinhos da coordenação francesa para a década da cultura da paz e da não-violência. Recebeu o Prémio Simone de Beauvoir em 2014.

Fontes

https://www.justicadesaia.com.br/os-excluidos-da-historia-de-michelle-perrot-a-resistencia-das-mulheres-a-invisibilidade-e-a-domesticacao-resenha-por-vanessa-prateano/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Michelle_Perrot

https://operamundi.uol.com.br/pensar-a-historia/michelle-perrot-a-trajetoria-da-historiadora-que-escreveu-contra-o-silencio/#google_vignette

 


 

sexta-feira, 8 de maio de 2026

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Sobre o belíssimo figurino  da novela A nobreza do amor.

Olá pessoal!

Esses dias parei para assistir a novela das 18:00 horas.  Que desbunde, uma produção de primeira qualidade.

E o figurino o que mais me chamou atenção. Os do reino de Batanga com muito dourado e cores quentes, mas os figurinos da cidade de Barro  Preto ganharam meu coração.

Pela primeira o figurino de uma novela desfilou no Rio Fashion Week, foi sucesso.

Vamos saber um pouco sobre a produção e construção dos figurinos.

A obra, escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., com direção artística de Gustavo Fernández e produção de Andrea Kelly, é uma fábula afro-brasileira que se passa nos anos 1920, tendo como fio condutor o encontro de uma princesa africana e um trabalhador brasileiro, protagonistas de uma história de amor e aventura, repleta de emoção e com toques de humor.


Os figurinos são assinados por Marie Salles, com caracterização de Auri Motta, e traduzem esse encontro entre África e Nordeste brasileiro nos anos 1920. A trama conta a história da princesa Alika (Duda Santos), que foge do reino fictício de Batanga, na África, após um golpe de Estado de Jendal (Lázaro Ramos), refugiando-se no Nordeste brasileiro, onde vive um romance com Tonho (Ronald Sotto).

O figurino, rico em detalhes e trabalhos manuais, foi inspirado na vasta cultura africana. A maioria das peças foi produzida nos estúdios Globo especialmente para a novela. Foram mais de seis meses de pesquisa e preparação para o figurino.

Para Batanga, peças com bordados extremamente delicados, jacquards e estampas nobres. Além de muitas cores vibrantes. 




Para os figurinos de Barro Preto, o melhor do estilo da década de 20. Vestidos fluidos com movimento, blazers com modelagens impecáveis, destacando os ombros, recortes e amarrações.

Há riqueza de bordados, volumes de época e construção cuidadosa de silhuetas, que equilibram pesquisa histórica e apelo visual.

Fontes

https://extra.globo.com/blogs/inventando-moda/post/2026/04/rio-fashion-week-desfile-da-novela-a-nobreza-do-amor-faz-plateia-vibrar-de-emocao.ghtml


https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/autocuidado/moda/elenco-de-a-nobreza-do-amor-desfila-figurinos-da-novela-de-epoca-da-globo-no-rio-fashion-week,269027f5563a4ec515032ae7865f5e346b3q5l0b.html?utm_source=clipboard

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Mulher na história: Letitia Mumford Geer

Olá pessoal!!!

Hoje vamos conhecer um pouco sobre Letitia e sua criação\inovação.

Ela é reconhecida como uma das mulheres que mudaram a saúde mundial com suas contribuições técnicas, destacando-se em uma época com pouca participação feminina na criação de instrumentos patenteados. 



Letitia Mumford Geer (1852 – 18 de julho de 1935) foi uma enfermeira, inventora e fabricante de instrumentos médicos americana, mais conhecida por criar a primeira seringa médica prática para uso com uma só mão. Seu projeto patenteado em 1899 melhorou significativamente a precisão, a higiene e a eficiência da administração de medicamentos e influenciou o desenvolvimento das seringas modernas usadas na área da saúde atualmente. Mais tarde, ela fundou a Geer Manufacturing Company e contribuiu com outras inovações para a instrumentação médica, tornando-se uma das primeiras mulheres inventoras reconhecidas nesse campo.

Letitia Geer nasceu em 1852 na cidade de Nova York, filha de George Warren Geer e Cornelia Matilda Mumford Geer, e era uma de quatro irmãos. Embora pouco se tenha documentado sobre sua juventude, ela trabalhou inicialmente como professora antes de ingressar na profissão de enfermagem. Suas experiências clínicas a expuseram às limitações dos instrumentos médicos da época, particularmente as seringas, despertando seu interesse em aprimorar as tecnologias médicas por meio de um design prático e centrado no usuário.

Após passar vários anos lecionando, Geer mudou-se para Chicago, onde conheceu seu marido, Charles Geer, um empresário envolvido na fabricação de instrumentos cirúrgicos. Por meio de seu trabalho ao lado dele, ela se familiarizou cada vez mais com o design e a função de dispositivos médicos usados ​​em hospitais e clínicas. Geer observou que muitas das seringas comumente usadas eram volumosas, exigiam o uso das duas mãos e eram propensas a imprecisões e problemas de higiene. Essas limitações representavam desafios para enfermeiros e médicos, especialmente em ambientes clínicos que exigiam rapidez, precisão e esterilidade.



Motivada a criar uma ferramenta mais segura e eficiente, Geer projetou uma seringa que podia ser operada inteiramente com uma mão, melhorando tanto o controle quanto a higiene. Ela registrou um pedido de patente para o dispositivo em 12 de fevereiro de 1896.  Sua invenção, que incorporava uma alça para o dedo presa ao êmbolo, permitia aos usuários estabilizar o corpo da seringa enquanto administravam a medicação suavemente com um único movimento. O Escritório de Patentes dos EUA concedeu-lhe a patente em 1899 sob o número de publicação US622848A.  Embora seu projeto representasse uma melhoria notável em relação às seringas existentes, alguns hospitais continuaram a usar outros dispositivos, e várias empresas logo fabricaram seringas muito semelhantes ao seu modelo patenteado.

Em 1904, Geer fundou a Geer Manufacturing Company para produzir e aprimorar sua seringa e continuar desenvolvendo instrumentos médicos. Além da inovação em seringas, ela patenteou melhorias no espéculo nasal e em um retrator cirúrgico, ambos projetados com a mesma ênfase em usabilidade e precisão. Fora de seu trabalho em tecnologia médica, Geer foi ativa no movimento sufragista feminino e participou da Associação Nacional Americana pelo Sufrágio Feminino, refletindo seu amplo compromisso com o progresso social e os direitos das mulheres. 

O design da seringa dela tinha uma agulha destacável, um êmbolo de borracha e um cilindro de vidro. O êmbolo de borracha podia aspirar fluidos para dentro da seringa. Além disso, o êmbolo tinha uma alça em forma de U. 

Letitia Geer morreu em 18 de julho de 1935, no Brooklyn, Nova York, aos 83 anos. 

Fonte

https://en.wikipedia.org/wiki/Letitia_Mumford_Geer


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