2026 - RENATA FONSECA

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Uma breve história do biquíni.

Olá pessoal!

Me dei conta que nunca tinha falado de uma peça fundamental para quem mora em cidade que tem praia o biquíni. Eu adoro! Mesmo frequentando muito pouco a praia tenho vários biquínis.

 

Um pouco sobre a origem dessa peça.

 

O biquíni ou bikini é um conjunto de duas peças, derivadas do maiô, de tamanhos reduzidos, que cobrem o busto e a parte inferior do tronco. É claro que ele não foi o primeiro exemplo de roupa de banho – nem mesmo de um duas-peças.

 

Na Grécia e Roma antigas, as mulheres usavam tops e partes de baixo feitos de lenço para participarem de esportes. Mais para frente, os vitorianos, com seu cada vez maior interesse em balneários, favoreciam o comedimento em suas incursões em banhos ao ar livre: as primeiras fotos da roupa de praia mostravam mulheres de vestidos longos e calções para enfrentar as ondas.

 

No entanto, a primeira metade do século 20 viu uma rápida redução na quantidade de tecido necessário para ir à praia. Uma jornada cercada de polêmica, que incluiu a prisão da nadadora australiana Annette Kellerman em Boston em 1907, quando ela usou uma roupa de banho mais justa, ainda que a cobrisse do pescoço aos dedos do pé. Vários anos mais tarde em 1913, o estilista Carl Jantzen introduziu um duas-peças composto por shorts e top justo, que também foi recebido com desconfiança.

 

No entanto, com a chegada da década de 1920, exibir a pele foi sendo considerado muito menos ousado – enquanto a década de 1930 viu as costas e as laterais ganhando não apenas espaço, mas uma exposição séria. Desde os lindos maiôs com recortes de Claire McCardell até a aparição de estrelas como Jayne Mansfield, Rita Hayworth e Ava Gardner em peças únicas mais reveladoras e, cada vez mais, duas peças, a natureza do que era um traje aceitável mudava continuamente. Mas havia um problema. O Código Hays, um conjunto de regras em vigor em Hollywood a partir de 1934, proibia a exibição de umbigos em filmes, o que significava que a parte de baixo dos duas-peças tinha de chegar até a cintura.

 


A criação do biquíni é disputada por dois estilistas franceses: primeiro, em 1946, Jacques Heim apresentou o "átomo" como "o menor maiô do mundo"; três semanas depois, em 5 de julho de 1946, Louis Réard mostrou o "bikini, menor que o menor maiô do mundo" e ficou com a fama de criador da peça.

 

No início, as mulheres não estavam preparadas para usar peças de vestuário tão reduzidas, que mostravam o umbigo. Os biquínis foram, portanto, proibidos em vários países, incluindo França. No entanto, atrizes como Ava Gardner, Ursula Andress e Brigitte Bardot foram contra todos os preconceitos da época e aderiram ao biquíni, como instrumento de sedução em filmes e em fotos.

 

O estilo da década de 50 era duas-peças, de tamanho grande e com as cavas da calça bem baixas. Foi considerado ousado.

 

Nos anos 1960, o biquíni atingiu o auge de popularidade. Era, muitas vezes, usado como adorno em filmes e músicas e como contestação política e social. Tornou-se um símbolo pop.

 

A popularidade da peça continuaria a aumentar na década de 70, com tecidos como o crochê.

 

Em geral, com calcinha lisa e sutiã estampadão. Era ousado porque o ideal seria ter o conjunto. A tanga foi uma atitude tipicamente carioca.

 

Na década de 80 lycra brilhante, o sutiã retorcido e sem nenhuma estrutura no bojo, com cores fortes, como verde-limão e rosa-pink, o fio dental e o asa-delta foram uma febre, assim como o sunquíni.

 

Nos anos 1990, a moda do fato de banho foi reavivada (especialmente por causa dos efeitos nocivos provocados na pele pela exposição aos raios solares), mas não tirou o lugar ao biquíni.

A parte de baixo do biquíni dessa década era uma espécie de sunguinha ou shortinho. A camuflagem foi uma padronagem típica da década.

 

Nos anos 2000 há uma mescla de diversas modas antigas, principalmente dos anos 1970 e 1990, tornando-se menos comum o modelo asa-delta. Novos modelos bastante diferentes são criados e apresentados em desfiles de modas, virando febres em cada momento.

 

História do biquíni no Brasil

 

O biquíni chegou ao Brasil em 1948, quando a alemã Miriam Etz apareceu na praia do Arpoador, no Rio de Janeiro, com um traje adaptado, gerando polêmica e fascínio. Pioneiras como as vedetes Carmem Verônica e Norma Tamar também ajudaram a introduzir a peça.

 

Na década de 50, o uso era ousado, gerando críticas de conservadores. Em 1961, o presidente Jânio Quadros proibiu o uso de biquínis em praias, clubes e piscinas públicas, alegando atentado à moral.

 

Nos anos 70, com a revolução sexual e a atitude de mulheres como Leila Diniz, a peça se consolidou. Surgiram a "tanga" e o biquíni asa-delta, impulsionados nas praias cariocas.

O biquíni de lacinho e o sutiã cortininha tornaram-se clássicos. O Brasil tornou-se referência mundial, adaptando o traje a corpos e estilos diversos, criando a moda "made in Brazil". 

 

Numa mania de enrolar as laterais para ficar mais cavado, a parte de baixo do biquíni, esta atitude ficou conhecida de enroladinho e foi muito comum nas praias do Brasil nos anos de 1980, sendo o estopim para que estilistas criassem o modelo de biquíni chamado de "asa-delta". O biquíni fio dental foi uma evolução do asa-delta, sendo lançado no Brasil e somente no Brasil, foi largamente usado.

 

 Fonte

https://pt.wikipedia.org/wiki/Biqu%C3%ADni

https://vogue.globo.com/moda/noticia/2021/07/historia-do-biquini-e-sua-evolucao.html

 

 

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Podcast Bate papo com as amigas: Questionamentos!
Mulher na história: Michelle Perrot

Olá pessoal!

Michelle Perrot é uma mulher que está na história, trazendo nos seus estudos e pesquisas sobre a história das mulheres.

Li vários artigos dela na faculdade.

Um pouco sobre a historiadora.



Michelle Perrot (Paris, 18 de maio de 1928) é uma historiadora e professora emérita da Universidade Paris VII, universidade para qual mudou nos anos 70 sob o impacto de 1968 após ter lecionado na Sorbonne, França. Em 2009 ganhou o Prémio Femina de Ensaio.

Perrot apresentou seu pai como um “négociant en cuir” (negociante de couro), dono de uma loja no bairro. A família vivia na rua Greneta, em um bairro extremamente vivo e popular. Esse cenário formativo explica a intimidade precoce de Michelle com os territórios que traziam o trabalho, a pobreza e os “corpos” que a ordem burguesa tenta tornar invisíveis.

Faz parte da geração da Escola Nova Francesa de Estudos Sociais na Europa e é especialista na história do século XIX. O artigo "Uma história das mulheres é possível?" é precursor dos estudos sobre a história das mulheres no ocidente. Defendeu sua tese de doutorado de Estado sobre o movimento operário sob a supervisão de Labrousse. Historiadora engajada participou ao lado de Foucault do grupo de discussão sobre as prisões. Promoveu importante debate entre os historiadores e Michel Foucault publicado no livro que organizou "A impossível prisão". Dirigiu ao lado de G. Duby a série História da Vida Privada e História das mulheres no Ocidente.

Ao longo de décadas, Perrot deslocou o foco da historiografia francesa para o mundo do trabalho, para a análise do positivismo e para as questões femininas — enxergando a mulher não como um “tema” ou um objeto de estudo desumanizado, mas sim como um problema político, visando compreender quem é digno de ser considerado um sujeito histórico e quem é lançado ao apagamento.

Perrot iniciou seus estudos na área – e também sua militância, já que se coloca como uma historiadora feminista – em 1973, quando, já doutora em História e docente na Universidade Paris VII, lecionou um curso intitulado As mulheres têm uma História?”. Desde então, publicou vários livros sobre o tema, como “A História das mulheres no Ocidente”, “Minha História das mulheres”, “Mulheres públicas”, “As mulheres ou o silêncio da História” e o infanto-juvenil “Era uma vez… a História das mulheres”, além deste “Os excluídos da História: operários, mulheres e prisioneiros”, lançado no Brasil pela primeira vez em 1988 e relançado em 2017 pela Editora Paz e Terra.

A contribuição fundamental da historiadora é a sua luta no movimento feminista demonstrando que o trabalho histórico também se faz permeado pela ação política no presente. A autora figura como umas das mais célebres historiadoras da causa feminista, assim como da vertente social da história francesa.

Ela é membro do comitê de padrinhos da coordenação francesa para a década da cultura da paz e da não-violência. Recebeu o Prémio Simone de Beauvoir em 2014.

Fontes

https://www.justicadesaia.com.br/os-excluidos-da-historia-de-michelle-perrot-a-resistencia-das-mulheres-a-invisibilidade-e-a-domesticacao-resenha-por-vanessa-prateano/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Michelle_Perrot

https://operamundi.uol.com.br/pensar-a-historia/michelle-perrot-a-trajetoria-da-historiadora-que-escreveu-contra-o-silencio/#google_vignette

 


 

sexta-feira, 8 de maio de 2026

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Sobre o belíssimo figurino  da novela A nobreza do amor.

Olá pessoal!

Esses dias parei para assistir a novela das 18:00 horas.  Que desbunde, uma produção de primeira qualidade.

E o figurino o que mais me chamou atenção. Os do reino de Batanga com muito dourado e cores quentes, mas os figurinos da cidade de Barro  Preto ganharam meu coração.

Pela primeira o figurino de uma novela desfilou no Rio Fashion Week, foi sucesso.

Vamos saber um pouco sobre a produção e construção dos figurinos.

A obra, escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., com direção artística de Gustavo Fernández e produção de Andrea Kelly, é uma fábula afro-brasileira que se passa nos anos 1920, tendo como fio condutor o encontro de uma princesa africana e um trabalhador brasileiro, protagonistas de uma história de amor e aventura, repleta de emoção e com toques de humor.


Os figurinos são assinados por Marie Salles, com caracterização de Auri Motta, e traduzem esse encontro entre África e Nordeste brasileiro nos anos 1920. A trama conta a história da princesa Alika (Duda Santos), que foge do reino fictício de Batanga, na África, após um golpe de Estado de Jendal (Lázaro Ramos), refugiando-se no Nordeste brasileiro, onde vive um romance com Tonho (Ronald Sotto).

O figurino, rico em detalhes e trabalhos manuais, foi inspirado na vasta cultura africana. A maioria das peças foi produzida nos estúdios Globo especialmente para a novela. Foram mais de seis meses de pesquisa e preparação para o figurino.

Para Batanga, peças com bordados extremamente delicados, jacquards e estampas nobres. Além de muitas cores vibrantes. 




Para os figurinos de Barro Preto, o melhor do estilo da década de 20. Vestidos fluidos com movimento, blazers com modelagens impecáveis, destacando os ombros, recortes e amarrações.

Há riqueza de bordados, volumes de época e construção cuidadosa de silhuetas, que equilibram pesquisa histórica e apelo visual.

Fontes

https://extra.globo.com/blogs/inventando-moda/post/2026/04/rio-fashion-week-desfile-da-novela-a-nobreza-do-amor-faz-plateia-vibrar-de-emocao.ghtml


https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/autocuidado/moda/elenco-de-a-nobreza-do-amor-desfila-figurinos-da-novela-de-epoca-da-globo-no-rio-fashion-week,269027f5563a4ec515032ae7865f5e346b3q5l0b.html?utm_source=clipboard

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Mulher na história: Letitia Mumford Geer

Olá pessoal!!!

Hoje vamos conhecer um pouco sobre Letitia e sua criação\inovação.

Ela é reconhecida como uma das mulheres que mudaram a saúde mundial com suas contribuições técnicas, destacando-se em uma época com pouca participação feminina na criação de instrumentos patenteados. 



Letitia Mumford Geer (1852 – 18 de julho de 1935) foi uma enfermeira, inventora e fabricante de instrumentos médicos americana, mais conhecida por criar a primeira seringa médica prática para uso com uma só mão. Seu projeto patenteado em 1899 melhorou significativamente a precisão, a higiene e a eficiência da administração de medicamentos e influenciou o desenvolvimento das seringas modernas usadas na área da saúde atualmente. Mais tarde, ela fundou a Geer Manufacturing Company e contribuiu com outras inovações para a instrumentação médica, tornando-se uma das primeiras mulheres inventoras reconhecidas nesse campo.

Letitia Geer nasceu em 1852 na cidade de Nova York, filha de George Warren Geer e Cornelia Matilda Mumford Geer, e era uma de quatro irmãos. Embora pouco se tenha documentado sobre sua juventude, ela trabalhou inicialmente como professora antes de ingressar na profissão de enfermagem. Suas experiências clínicas a expuseram às limitações dos instrumentos médicos da época, particularmente as seringas, despertando seu interesse em aprimorar as tecnologias médicas por meio de um design prático e centrado no usuário.

Após passar vários anos lecionando, Geer mudou-se para Chicago, onde conheceu seu marido, Charles Geer, um empresário envolvido na fabricação de instrumentos cirúrgicos. Por meio de seu trabalho ao lado dele, ela se familiarizou cada vez mais com o design e a função de dispositivos médicos usados ​​em hospitais e clínicas. Geer observou que muitas das seringas comumente usadas eram volumosas, exigiam o uso das duas mãos e eram propensas a imprecisões e problemas de higiene. Essas limitações representavam desafios para enfermeiros e médicos, especialmente em ambientes clínicos que exigiam rapidez, precisão e esterilidade.



Motivada a criar uma ferramenta mais segura e eficiente, Geer projetou uma seringa que podia ser operada inteiramente com uma mão, melhorando tanto o controle quanto a higiene. Ela registrou um pedido de patente para o dispositivo em 12 de fevereiro de 1896.  Sua invenção, que incorporava uma alça para o dedo presa ao êmbolo, permitia aos usuários estabilizar o corpo da seringa enquanto administravam a medicação suavemente com um único movimento. O Escritório de Patentes dos EUA concedeu-lhe a patente em 1899 sob o número de publicação US622848A.  Embora seu projeto representasse uma melhoria notável em relação às seringas existentes, alguns hospitais continuaram a usar outros dispositivos, e várias empresas logo fabricaram seringas muito semelhantes ao seu modelo patenteado.

Em 1904, Geer fundou a Geer Manufacturing Company para produzir e aprimorar sua seringa e continuar desenvolvendo instrumentos médicos. Além da inovação em seringas, ela patenteou melhorias no espéculo nasal e em um retrator cirúrgico, ambos projetados com a mesma ênfase em usabilidade e precisão. Fora de seu trabalho em tecnologia médica, Geer foi ativa no movimento sufragista feminino e participou da Associação Nacional Americana pelo Sufrágio Feminino, refletindo seu amplo compromisso com o progresso social e os direitos das mulheres. 

O design da seringa dela tinha uma agulha destacável, um êmbolo de borracha e um cilindro de vidro. O êmbolo de borracha podia aspirar fluidos para dentro da seringa. Além disso, o êmbolo tinha uma alça em forma de U. 

Letitia Geer morreu em 18 de julho de 1935, no Brooklyn, Nova York, aos 83 anos. 

Fonte

https://en.wikipedia.org/wiki/Letitia_Mumford_Geer


quarta-feira, 29 de abril de 2026

Mulher na história: Emília Viotti da Costa.
Olá pessoal!

A mulher que ficou na história como uma grande  pesquisadora e professora de história.

Na faculdade li muitos textos dela.

Vamos saber um pouco sobre EmíliaViotti da Costa.



Emília Viotti da Costa (São Paulo, 28 de fevereiro de 1928 — 2 de novembro de 2017) foi uma historiadora, pesquisadora e professora universitária brasileira.

Emília Viotti da Costa foi uma historiadora especializada em história social e econômica. Formada em História pela Universidade de São Paulo (USP). Em 24 de junho de 1999, tornou-se a 26ª professora emérita da universidade em que se formou. Suas pesquisas foram pioneiras nos estudos sobre a escravidão o movimento abolicionista e a transição da Monarquia para a República no Brasil. Além de sua contribuição acadêmica, Viotti foi uma pessoa que viveu em defesa dos direitos humanos e das liberdades democráticas.

Iniciou sua trajetória acadêmica na Universidade de São Paulo, onde se formou em História em 1954. Após sua graduação, dedicou-se à docência e à pesquisa na mesma universidade, onde desenvolveu grande parte de sua carreira. Em 1964, concluiu seu doutorado com uma tese sobre a Abolição da Escravatura no Brasil, uma obra de notoriedade dentro do tema.

Sua carreira foi marcada pelo engajamento com a história social e pela análise crítica dos processos históricos brasileiros, especialmente no que diz respeito à escravidão, abolição e às estruturas de poder. Em 1969, após o endurecimento do regime militar no Brasil, ela foi forçada a se exilar nos Estados Unidos, onde continuou sua carreira acadêmica. Nos Estados Unidos, lecionou em várias universidades, incluindo a Universidade Yale, Stanford e Illinois, onde se estabeleceu e tornou-se professora titular. Como professora, Viotti influenciou a historiografia brasileira, promovendo uma abordagem crítica e interdisciplinar. Ela é conhecida por ter se tornado referência nos estudos de história da escravidão e da abolição.

Emília morreu em 2 de novembro de 2017, em São Paulo, aos 89 anos, em decorrência da falência múltipla dos órgãos.

Aqui estão reunidas todas as obras que Emília Viotti da Costa produziu e participou durante sua trajetória.

·       Da Senzala à Colônia (1966)

·       A Abolição (1982)

·       A Monarquia e a República no Brasil (1989)

·       O Supremo Tribunal Federal e a Construção da Cidadania (2001)

·       A Escravidão em São Paulo: A Negociação da Liberdade (2004)

·       Coroas de Glória, Lágrimas de Sangue: A Rebelião dos Escravos de Demerara, 1823"(1998)

·       O Sincretismo Religioso no Brasil (1980)

·       Dialética Invertida e a Reorganização do Projeto Colonial: Análise do Caso Português (1988)

·       História do Trabalho no Brasil (2006)

·       Imagens e Fantasias na Criação do Brasil (1994)

·       Ideologia Burguesa e Disciplina Operária (1977)

·       A Dialética Invertida: As Origens do Colapso da Economia Açucareira Colonial, 1750-1800 (1969)

·       Estudos de História (1984)

·       Introdução ao Estudo da Emancipação Política do Brasil (1964)


Fonte

https://pt.wikipedia.org/wiki/Em%C3%ADlia_Viotti_da_Costa

 

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Dicas de filmes Setembro 5 e A dama de ferro e documentário curta: John e Carolyn: amor, beleza e tragédia.

Olá pessoal!

Baseados em fatos reais.

Conhecia a história, mas nunca prestei atenção no desfecho.

Gostei!

Setembro 5

NETFLIX



Drama

Direção: Tim Fehlbaum

Roteiro Moritz Binder, Tim Fehlbaum

Elenco: Peter Sarsgaard, John Magaro, Ben Chaplin

Título original September 5

Título em português: Setembro 5

Sinopse

5 de Setembro, dirigido por Tim Fehlbaum, é um drama histórico que reconta o trágico Massacre de Munique de 1972 sob a perspectiva única da equipe de transmissão da ABC Sports. Durante os Jogos Olímpicos de Verão na Alemanha, a tranquilidade da Vila Olímpica é interrompida quando o grupo terrorista Setembro Negro invade o local e faz 11 atletas israelenses reféns. O que deveria ser uma celebração esportiva se transforma no maior atentado terrorista da história dos eventos esportivos. A trama acompanha os jornalistas esportivos que, de forma inesperada, precisam abandonar a cobertura das competições para reportar ao vivo os desdobramentos de uma tragédia em tempo real. Em meio à tensão e à incerteza, eles enfrentam dilemas éticos e emocionais enquanto o mundo inteiro assiste. O filme explora a transição de uma cobertura esportiva leve para uma reportagem de crise, evidenciando a pressão, os perigos e o impacto humano por trás das câmeras. Com uma narrativa intensa e emocionante, 5 de Setembro oferece uma visão diferente de um dos eventos mais marcantes da história moderna, mostrando o poder e os desafios da imprensa em momentos de crise global.

Maryl maravilhosa como Margareth Thatcher.

Esperava mais do filme. Um personagem que faz parte das lembranças de infância, mas valeu para conhecer um pouco sobre a Dama de Ferro.

 A dama de ferro.

Prime



Biografia, Drama, Histórico

Direção: Phyllida Lloyd

Roteiro Abi Morgan

Elenco: Meryl Streep, Jim Broadbent, Susan Brown

Título original The Iron Lady

Sinopse

Antes de se posicionar e adquirir o status de verdadeira dama de ferro na mais alta esfera do poder britânico, Margaret Thatcher (Meryl Streep) teve que enfrentar vários preconceitos na função de primeira-ministra do Reino Unido em um mundo até então dominado por homens. Durante a recessão econômica causada pela crise do petróleo no fim da década de 70, a líder política tomou medidas impopulares, visando a recuperação do país. Seu grande teste, entretanto, foi quando o Reino Unido entrou em conflito com a Argentina na conhecida e polêmica Guerra das Malvinas.

Para “completar” a série.

John e Carolyn: amor, beleza e tragédia.

DISNEYPLUS

 


Direção: Dave Hoffman

Duração:42min

Data de lançamento:2026

Gênero: Documentário, Biografia

Título original: John and Carolyn: Love, Beauty and Loss.

Título em português: John e Carolyn: Amor, Beleza e Perda

Sinopse

"John and Carolyn: Love, Beauty and Loss" é um documentário de 2026 do ABC News Studios que explora o intenso romance, casamento e a trágica morte de John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette nos anos 90. O especial destaca a pressão da mídia, imagens raras e entrevistas com amigos próximos, mostrando o casal como um símbolo de glamour e tragédia. 

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Podcast Bate papo com as amigas: Diário da menopausa parte II.

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Podcast Bate papo com as amigas: Atenção contém spoilers. Dicas de séries.
Dicas de séries: O Testamento: O Segredo de Anita Harley, História de amor: Jhon F. Kennedy Jr e Carolyn Besset e Juntas & separadas

Olá pessoal!

Assistir essa série em um dia.

Adorei!

Tem coisas na série que me deixaram constrangida e com vergonha alheia.

Ai se Anita acordasse do coma!

O Testamento: O Segredo de Anita Harley

Globoplay



Direção: Camila Appel, Dudu Levy

Roteiro: Camila Appel, Ricardo Calil, Iuri Barcellos

Gênero: Documentário, Biografia

Ano de lançamento: 2026

País: Brasil

Original: Globoplay

O Testamento: O Segredo de Anita Harley

Quando a herdeira das Lojas Pernambucanas entra em coma, uma disputa explosiva por amor, poder e herança expõe versões inconciliáveis de uma vida que ela já não pode mais defender.

Episódios

1. Ausência De Anita

O coma de Anita Harley expõe uma disputa bilionária. Entre hospitais, tribunais e bastidores, versões se chocam enquanto sua história passa a ser contada por outros.

2. O Mistério De Suzuki

Suzuki revela uma relação escondida com Anita, enquanto Cristine nega e reivindica seu papel. Documentos e arquivos expõem amor, poder e a disputa pela narrativa.

3. Arthur, O Herdeiro Oculto

Surge Arthur, filho de Suzuki, que busca ser reconhecido como filho socioafetivo de Anita. Sua chegada reabre conflitos e transforma a herança em debate sobre identidade.

4. Daniel, Um Estranho No Ninho

Alianças se rearranjam nos bastidores. Daniel assume o controle da empresa, reabre conflitos familiares e provoca rupturas que redefinem o jogo de poder.

5. Guerra Dos Tronos

Na batalha final, acusações e disputas judiciais decidem quem fala por Anita. Entre afeto, dinheiro e poder, nenhuma versão se impõe como verdade e a história segue longe do fim.

Falaram tanto que corri para assistir.

Gostei da série.

A mãe de Carolyn é que estava certa.

História de amor: Jhon F. Kennedy Jr e Carolyn Besset.

DISNEY PLUS

 



Biografia, Drama, Romance.

Título original: Love Story: John F. Kennedy Jr. & Carolyn Bessette

Criado por Ryan Murphy

Elenco: Sarah Pidgeon, Grace Gummer, Naomi Watts

Nacionalidade EUA

Título em português: História de amor: JhonF.Kennedy Jr e Carolyn Besset.

Sinopse

Nova série antológica do universo American Story, criado por Ryan Murphy, História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette acompanha a trágica e romântica história de amor do advogado garanhão John F. Kennedy Jr. e da publicitária e ícone fashion Carolyn Bessette. Conhecidos como a realeza americana, o belo e apaixonado casal sofreu nas mãos do escrutínio público, com perseguições constantes dos tabloides e da mídia. O desgaste dos paparazzis, os rumores de desavenças familiares e a pressão das carreiras terminaram com a morte do casal e da cunhada e irmã de Carolyn, Lauren, em um acidente de avião pilotado por John.

Episódios

Episódio 1: Piloto – Apresenta o peso do nome Kennedy sobre John e o início da relação com Carolyn na Calvin Klein.

Episódio 2: The Pools Party – John equilibra a saúde da mãe, tensões com Daryl e o romance.

Episódio 3: Viúva da América – Conforto e tragédia familiar.

Episódio 4: Amo-te (I Love You) – Carolyn luta para se integrar ao mundo de John; segredo revelado.

Episódio 5: Battery Park – John faz pergunta importante e o casal entra em conflito público.

Episódio 6: O Casamento – Recria o casamento secreto de 1996.

Episódio 7: Obsession – Foca no escrutínio crescente da mídia.

Episódio 8: Exit Strategy – Desgaste e tensões aumentam.

Episódio 9: Search and Recovery – Episódio final com o desfecho trágico da história.

Acabou de entrar no catálogo do GLOBOPLAY.

Adorei!! Assuntos importantes tratados com leveza e humor.

Recomendo.

Juntas & separadas



Título Original: Juntas & Separadas

Autor: Thalita Rebouças

Direção: Mini Kerti, Rebeca Diniz, Jéssica Queiroz

Roteiro: Thalita Rebouças, Juliana Araripe

Elenco: Sheron Menezzes, Natália Lage, Luciana Paes, Débora Lamm, Claudia Di Moura, Bruno Mazzeo, Rogério Fróes, Louise Cardoso​, Bruno Garcia, Thelmo Fernandes, Mouhamed Harfouch, Matheus Costa, Aline Borges, Lucas Leto, Armando Babaioff, Mateus Solano, Fabio Ventura, Tontom, Alcemar Vieira.

Gênero: Drama, Comédia

País: Brasil.

Sinopse

O casamento acabou, e agora? Para Laura, Ana Lia, Joana e Claudinha, a resposta é: amizade! Juntas, elas enfrentam os perrengues e as delícias da vida de solteira depois dos 40.

1. O fim: Após vencer o prêmio de melhor apresentadora do ano, Laura enfrenta a ausência do marido e, apoiada pelas amigas, questiona o casamento. Quando entra ao vivo, um escândalo explode.

2. (Re)começo: Após virar meme, Laura segue em frente com apoio das amigas. Juntas, assistem à apresentação de Joana enquanto Claudinha inicia uma nova amizade e Ana Lia enfrenta o ninho vazio.

3. Admirável vida nova: Ana Lia busca seus contatinhos e Laura aprende na prática o que é ghosting. Claudinha descobre o poder de um brinquedinho que vibra e todas se unem após Joana sofrer uma perda.

4. Tapando buracos (ou não): As amigas ajudam Joana a encarar feridas antigas. Laura disputa autonomia no trabalho, Ana Lia enfrenta um desejo proibido e Claudinha lida com uma nova paixão.

5. Luz e sombra: Enquanto Laura é silenciada no trabalho, Ana Lia se permite viver. Claudinha se envolve num amor que a fortalece e Joana insiste na carreira de atriz apesar de todos os percalços.

6. Agora ou nunca: Laura é afastada de seu programa e se apaixona de novo. Ana Lia teme se arriscar no amor e afetar o filho. Claudinha sente medo de se assumir enquanto Joana recebe apoio do ex.

7. Tá tudo bem: Enquanto Laura tenta se reinventar, Ana Lia vê a relação com o filho ruir. Claudinha se divide entre o passado e os desejos do presente. Joana, carente, tenta formar uma família.

8. Relatos selvagens: Joana, fragilizada, enfrenta a solidão e aceita ficar sozinha. Ana Lia decide viver sua paixão, Claudinha se declara para Júlia e Laura assume um novo relacionamento.

9. Não é sobre você: A amizade das quatro é testada. Claudinha teme perder as filhas e Ana Lia enfrenta inseguranças com o corpo. Joana reencontra força na profissão e Laura descobre ter sido enganada.

10. Sonho é coisa séria: Laura escolhe a si mesma e dá um salto profissional. Ana Lia aprende a amar sem anular sonhos, Joana transforma dor em potência criativa e Claudinha constrói uma nova família.

@renatafashionfonseca