segunda-feira, 18 de maio de 2026
quinta-feira, 14 de maio de 2026
Me dei conta que nunca tinha falado de uma peça fundamental para quem mora em cidade que tem praia o biquíni. Eu adoro! Mesmo frequentando muito pouco a praia tenho vários biquínis.
Um pouco sobre a origem dessa peça.
O biquíni ou bikini é um conjunto
de duas peças, derivadas do maiô, de tamanhos reduzidos, que cobrem o
busto e a parte inferior do tronco. É
claro que ele não foi o primeiro exemplo de roupa de banho – nem mesmo de um
duas-peças.
Na Grécia e Roma antigas, as mulheres usavam tops e partes de
baixo feitos de lenço para participarem de esportes. Mais para frente, os
vitorianos, com seu cada vez maior interesse em balneários, favoreciam o
comedimento em suas incursões em banhos ao ar livre: as primeiras fotos da
roupa de praia mostravam mulheres de vestidos
longos e calções para enfrentar as
ondas.
No entanto, a primeira metade do século 20 viu uma rápida redução
na quantidade de tecido necessário para ir à praia. Uma jornada cercada de
polêmica, que incluiu a prisão da nadadora australiana Annette
Kellerman em Boston em 1907, quando ela usou uma roupa de banho mais
justa, ainda que a cobrisse do pescoço aos dedos do pé. Vários anos mais tarde
em 1913, o estilista Carl Jantzen introduziu um duas-peças composto
por shorts e top justo, que também foi recebido com desconfiança.
No entanto, com a chegada da década de 1920, exibir a pele foi
sendo considerado muito menos ousado – enquanto a década de 1930 viu as costas
e as laterais ganhando não apenas espaço, mas uma exposição séria. Desde os
lindos maiôs
com recortes de Claire McCardell até a
aparição de estrelas como Jayne Mansfield, Rita
Hayworth e Ava Gardner em peças únicas mais reveladoras
e, cada vez mais, duas peças, a natureza do que era um traje aceitável mudava
continuamente. Mas havia um problema. O Código Hays, um conjunto de regras em
vigor em Hollywood a partir de 1934, proibia a exibição de umbigos em filmes, o
que significava que a parte de baixo dos duas-peças tinha de chegar até a cintura.

A criação do biquíni é disputada por dois estilistas franceses:
primeiro, em 1946, Jacques Heim apresentou o "átomo" como "o
menor maiô do mundo"; três semanas depois, em 5 de julho de
1946, Louis Réard mostrou o "bikini, menor que o menor maiô do
mundo" e ficou com a fama de criador da peça.
No início, as mulheres não estavam preparadas para usar peças de
vestuário tão reduzidas, que mostravam o umbigo. Os biquínis foram,
portanto, proibidos em vários países, incluindo França. No entanto, atrizes como Ava
Gardner, Ursula Andress e Brigitte Bardot foram contra
todos os preconceitos da época e aderiram ao biquíni, como instrumento de
sedução em filmes e em fotos.
O estilo da década de 50 era duas-peças, de tamanho grande e com
as cavas da calça bem baixas. Foi considerado ousado.
Nos anos 1960, o biquíni atingiu o auge de popularidade. Era,
muitas vezes, usado como adorno em filmes e músicas e como
contestação política e social. Tornou-se um símbolo pop.
A popularidade da peça continuaria a aumentar na década de 70, com
tecidos como o crochê.
Em geral, com calcinha lisa e sutiã estampadão. Era ousado porque
o ideal seria ter o conjunto. A tanga foi uma atitude tipicamente carioca.
Na década de 80 lycra brilhante, o sutiã retorcido e sem
nenhuma estrutura no bojo, com cores fortes, como verde-limão e rosa-pink, o
fio dental e o asa-delta foram uma febre, assim como o sunquíni.
Nos anos 1990, a moda do fato de banho foi reavivada
(especialmente por causa dos efeitos nocivos provocados na pele pela exposição
aos raios solares), mas não tirou o lugar ao biquíni.
A parte de baixo do biquíni dessa década era uma espécie de
sunguinha ou shortinho. A camuflagem foi uma padronagem típica da década.
Nos anos 2000 há uma mescla de diversas modas antigas,
principalmente dos anos 1970 e 1990, tornando-se menos comum o modelo
asa-delta. Novos modelos bastante diferentes são criados e apresentados em
desfiles de modas, virando febres em cada momento.
História do biquíni no Brasil
O biquíni chegou ao Brasil em 1948, quando a alemã Miriam Etz
apareceu na praia do Arpoador, no Rio de Janeiro, com um traje adaptado,
gerando polêmica e fascínio. Pioneiras como as vedetes Carmem Verônica e Norma
Tamar também ajudaram a introduzir a peça.
Na década de 50, o uso era ousado, gerando críticas de
conservadores. Em 1961, o presidente Jânio Quadros proibiu o uso de biquínis em
praias, clubes e piscinas públicas, alegando atentado à moral.
Nos anos 70, com a revolução sexual e a atitude de mulheres como
Leila Diniz, a peça se consolidou. Surgiram a "tanga" e o biquíni
asa-delta, impulsionados nas praias cariocas.
O biquíni de lacinho e o sutiã cortininha tornaram-se clássicos. O
Brasil tornou-se referência mundial, adaptando o traje a corpos e estilos
diversos, criando a moda "made in Brazil".
Numa mania de enrolar as laterais para ficar mais cavado, a parte
de baixo do biquíni, esta atitude ficou conhecida de enroladinho e foi muito
comum nas praias do Brasil nos anos de 1980, sendo o estopim para que
estilistas criassem o modelo de biquíni chamado de
"asa-delta". O biquíni fio dental foi uma evolução do asa-delta,
sendo lançado no Brasil e somente no Brasil, foi largamente usado.
Fonte
https://pt.wikipedia.org/wiki/Biqu%C3%ADni
https://vogue.globo.com/moda/noticia/2021/07/historia-do-biquini-e-sua-evolucao.html
quarta-feira, 13 de maio de 2026

Michelle
Perrot é uma mulher que está na história, trazendo nos seus estudos e pesquisas
sobre a história das mulheres.
Li
vários artigos dela na faculdade.
Um
pouco sobre a historiadora.
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Michelle
Perrot (Paris, 18 de maio de 1928) é
uma historiadora e professora emérita da Universidade
Paris VII, universidade para qual mudou nos anos 70 sob o impacto de 1968
após ter lecionado na Sorbonne, França. Em 2009 ganhou o Prémio
Femina de Ensaio.
Perrot
apresentou seu pai como um “négociant en cuir” (negociante de couro), dono de
uma loja no bairro. A família vivia na rua Greneta, em um bairro extremamente
vivo e popular. Esse cenário formativo explica a intimidade precoce de Michelle
com os territórios que traziam o trabalho, a pobreza e os “corpos” que a ordem
burguesa tenta tornar invisíveis.
Faz
parte da geração da Escola Nova Francesa de Estudos Sociais na Europa e é
especialista na história do século XIX. O artigo "Uma história das mulheres
é possível?" é precursor dos estudos sobre a história das mulheres no
ocidente. Defendeu sua tese de doutorado de Estado sobre o movimento operário
sob a supervisão de Labrousse. Historiadora engajada participou ao lado
de Foucault do grupo de discussão sobre as prisões. Promoveu
importante debate entre os historiadores e Michel Foucault publicado
no livro que organizou "A impossível prisão". Dirigiu ao lado
de G. Duby a série História da Vida Privada e História
das mulheres no Ocidente.
Ao longo de
décadas, Perrot deslocou o foco da historiografia francesa para o mundo do
trabalho, para a análise do positivismo e para as questões femininas —
enxergando a mulher não como um “tema” ou um objeto de estudo desumanizado, mas
sim como um problema político, visando compreender quem é digno de ser
considerado um sujeito histórico e quem é lançado ao apagamento.
Perrot iniciou seus
estudos na área – e também sua militância, já que se coloca como uma
historiadora feminista – em 1973, quando, já doutora em História e docente na Universidade
Paris VII, lecionou um curso intitulado “As mulheres têm uma
História?”. Desde então, publicou vários livros sobre o tema, como “A
História das mulheres no Ocidente”, “Minha História das mulheres”, “Mulheres
públicas”, “As mulheres ou o silêncio da História” e o
infanto-juvenil “Era uma vez… a História das mulheres”, além
deste “Os excluídos da História: operários, mulheres e
prisioneiros”, lançado no Brasil pela primeira vez em 1988 e relançado em
2017 pela Editora Paz e Terra.
A contribuição fundamental da historiadora é a sua luta no
movimento feminista demonstrando que o trabalho histórico também se faz
permeado pela ação política no presente. A autora figura como umas das mais
célebres historiadoras da causa feminista, assim como da vertente social da
história francesa.
Ela é membro do comitê de padrinhos da coordenação francesa para a
década da cultura da paz e da não-violência. Recebeu o Prémio Simone de
Beauvoir em 2014.
Fontes
https://pt.wikipedia.org/wiki/Michelle_Perrot
segunda-feira, 11 de maio de 2026
sexta-feira, 8 de maio de 2026
Podcast Bate papo com as amigas: Diferença no trabalho administrativo do passado e do presente.

quinta-feira, 7 de maio de 2026
Esses dias parei para assistir a novela
das 18:00 horas. Que desbunde, uma
produção de primeira qualidade.
E o figurino o que mais me chamou
atenção. Os do reino de Batanga com muito dourado e cores quentes, mas os figurinos
da cidade de Barro Preto ganharam meu
coração.
Pela primeira o figurino de uma novela
desfilou no Rio Fashion Week, foi sucesso.
Vamos saber um pouco sobre a produção e construção
dos figurinos.
A obra, escrita por
Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., com direção artística de Gustavo
Fernández e produção de Andrea Kelly, é uma fábula afro-brasileira que se passa
nos anos 1920, tendo como fio condutor o encontro de uma princesa africana e um
trabalhador brasileiro, protagonistas de uma história de amor e aventura,
repleta de emoção e com toques de humor.
Os figurinos são
assinados por Marie Salles, com caracterização de Auri Motta, e traduzem esse
encontro entre África e Nordeste brasileiro nos anos 1920. A trama conta a
história da princesa Alika (Duda Santos), que foge do reino fictício de
Batanga, na África, após um golpe de Estado de Jendal (Lázaro Ramos),
refugiando-se no Nordeste brasileiro, onde vive um romance com Tonho (Ronald
Sotto).
O figurino, rico em detalhes e trabalhos manuais, foi inspirado na vasta
cultura africana. A maioria das peças foi produzida nos estúdios Globo
especialmente para a novela. Foram mais de seis meses de pesquisa e preparação
para o figurino.
Para Batanga, peças com bordados extremamente delicados, jacquards e estampas nobres. Além de muitas cores vibrantes.
Para os figurinos de Barro Preto, o
melhor do estilo da década de 20. Vestidos fluidos com movimento, blazers com
modelagens impecáveis, destacando os ombros, recortes e amarrações.
Há riqueza de
bordados, volumes de época e construção cuidadosa de silhuetas, que equilibram
pesquisa histórica e apelo visual.
Fontes
quarta-feira, 6 de maio de 2026
Olá pessoal!!!
Hoje vamos conhecer um pouco sobre Letitia e sua criação\inovação.
Ela é reconhecida como uma das mulheres que mudaram a saúde mundial com suas contribuições técnicas, destacando-se em uma época com pouca participação feminina na criação de instrumentos patenteados.

Letitia
Geer nasceu em 1852 na cidade de Nova York, filha de George Warren Geer e
Cornelia Matilda Mumford Geer, e era uma de quatro irmãos. Embora pouco se
tenha documentado sobre sua juventude, ela trabalhou inicialmente como
professora antes de ingressar na profissão de enfermagem. Suas experiências
clínicas a expuseram às limitações dos instrumentos médicos da época,
particularmente as seringas, despertando seu interesse em aprimorar as
tecnologias médicas por meio de um design prático e centrado no usuário.
Após
passar vários anos lecionando, Geer mudou-se para Chicago, onde conheceu
seu marido, Charles Geer, um empresário envolvido na fabricação de instrumentos
cirúrgicos. Por meio de seu trabalho ao lado dele, ela se familiarizou cada vez
mais com o design e a função de dispositivos médicos usados em hospitais e
clínicas. Geer observou que muitas das seringas comumente usadas eram
volumosas, exigiam o uso das duas mãos e eram propensas a imprecisões e
problemas de higiene. Essas limitações representavam desafios para enfermeiros
e médicos, especialmente em ambientes clínicos que exigiam rapidez, precisão e
esterilidade.

Motivada
a criar uma ferramenta mais segura e eficiente, Geer projetou uma seringa que
podia ser operada inteiramente com uma mão, melhorando tanto o controle quanto
a higiene. Ela registrou um pedido de patente para o dispositivo em 12 de
fevereiro de 1896. Sua invenção, que incorporava uma alça para o
dedo presa ao êmbolo, permitia aos usuários estabilizar o corpo da seringa
enquanto administravam a medicação suavemente com um único movimento. O
Escritório de Patentes dos EUA concedeu-lhe a patente em 1899 sob o número de
publicação US622848A. Embora seu projeto representasse uma melhoria
notável em relação às seringas existentes, alguns hospitais continuaram a usar
outros dispositivos, e várias empresas logo fabricaram seringas muito
semelhantes ao seu modelo patenteado.
Em
1904, Geer fundou a Geer Manufacturing Company para produzir e aprimorar sua
seringa e continuar desenvolvendo instrumentos médicos. Além da inovação em
seringas, ela patenteou melhorias no espéculo nasal e em um retrator cirúrgico, ambos projetados
com a mesma ênfase em usabilidade e precisão. Fora de seu trabalho em tecnologia
médica, Geer foi ativa no movimento sufragista feminino e participou da Associação
Nacional Americana pelo Sufrágio Feminino, refletindo seu amplo compromisso com
o progresso social e os direitos das mulheres.
O
design da seringa dela tinha uma agulha destacável, um êmbolo de borracha e um
cilindro de vidro. O êmbolo de borracha podia aspirar fluidos para dentro da
seringa. Além disso, o êmbolo tinha uma alça em forma de U.
Letitia
Geer morreu em 18 de julho de 1935, no Brooklyn, Nova York,
aos 83 anos.
Fonte
segunda-feira, 4 de maio de 2026
quinta-feira, 30 de abril de 2026

quarta-feira, 29 de abril de 2026
A mulher que ficou na história como uma grande pesquisadora e professora de história.
Na faculdade li muitos textos dela.
Vamos saber um pouco sobre EmíliaViotti da Costa.

Emília Viotti da Costa (São Paulo, 28 de
fevereiro de 1928 — 2 de novembro de 2017) foi
uma historiadora, pesquisadora e professora universitária brasileira.
Emília Viotti da Costa foi uma historiadora
especializada em história social e econômica. Formada em
História pela Universidade de São Paulo (USP). Em 24 de junho de
1999, tornou-se a 26ª professora emérita da universidade em que se formou. Suas
pesquisas foram pioneiras nos estudos sobre a escravidão o movimento
abolicionista e a transição da Monarquia para a República no Brasil. Além de
sua contribuição acadêmica, Viotti foi uma pessoa que viveu em defesa dos
direitos humanos e das liberdades democráticas.
Iniciou sua trajetória acadêmica na Universidade de
São Paulo, onde se formou em História em 1954. Após sua graduação, dedicou-se à
docência e à pesquisa na mesma universidade, onde desenvolveu grande parte de
sua carreira. Em 1964, concluiu seu doutorado com uma tese sobre a
Abolição da Escravatura no Brasil, uma obra de notoriedade dentro do tema.
Sua carreira foi marcada pelo engajamento com a
história social e pela análise crítica dos processos históricos brasileiros,
especialmente no que diz respeito à escravidão, abolição e às
estruturas de poder. Em 1969, após o endurecimento do regime militar no
Brasil, ela foi forçada a se exilar nos Estados Unidos, onde continuou sua
carreira acadêmica. Nos Estados Unidos, lecionou em várias universidades,
incluindo a Universidade Yale, Stanford e Illinois, onde se
estabeleceu e tornou-se professora titular. Como professora, Viotti
influenciou a historiografia brasileira, promovendo uma abordagem
crítica e interdisciplinar. Ela é conhecida por ter se tornado referência nos
estudos de história da escravidão e da abolição.
Emília morreu em 2 de novembro de 2017,
em São Paulo, aos 89 anos, em decorrência da falência múltipla dos órgãos.
Aqui estão reunidas todas as obras que Emília
Viotti da Costa produziu e participou durante sua trajetória.
· Da Senzala à Colônia (1966)
· A Abolição (1982)
· A Monarquia e a República no Brasil (1989)
· O Supremo Tribunal Federal e a Construção da
Cidadania (2001)
· A Escravidão em São Paulo: A Negociação da
Liberdade (2004)
· Coroas de Glória, Lágrimas de Sangue: A Rebelião
dos Escravos de Demerara, 1823"(1998)
· O Sincretismo Religioso no Brasil (1980)
· Dialética Invertida e a Reorganização do Projeto
Colonial: Análise do Caso Português (1988)
· História do Trabalho no Brasil (2006)
· Imagens e Fantasias na Criação do Brasil (1994)
· Ideologia Burguesa e Disciplina Operária (1977)
· A Dialética Invertida: As Origens do Colapso da
Economia Açucareira Colonial, 1750-1800 (1969)
· Estudos de História (1984)
· Introdução ao Estudo da Emancipação Política do
Brasil (1964)
Fonte
https://pt.wikipedia.org/wiki/Em%C3%ADlia_Viotti_da_Costa
segunda-feira, 27 de abril de 2026
sexta-feira, 24 de abril de 2026
Dicas de filmes Setembro 5 e A dama de ferro e documentário curta: John e Carolyn: amor, beleza e tragédia.
Conhecia a
história, mas nunca prestei atenção no desfecho.
Gostei!
Setembro 5
NETFLIX

Drama
Direção: Tim
Fehlbaum
Roteiro Moritz
Binder, Tim Fehlbaum
Elenco: Peter
Sarsgaard, John Magaro, Ben Chaplin
Título
original September 5
Título em português:
Setembro 5
Sinopse
5 de Setembro, dirigido por Tim Fehlbaum, é um drama histórico que
reconta o trágico Massacre de Munique de 1972 sob a perspectiva única da equipe
de transmissão da ABC Sports. Durante os Jogos Olímpicos de Verão na Alemanha,
a tranquilidade da Vila Olímpica é interrompida quando o grupo terrorista
Setembro Negro invade o local e faz 11 atletas israelenses reféns. O que
deveria ser uma celebração esportiva se transforma no maior atentado terrorista
da história dos eventos esportivos. A trama acompanha os jornalistas esportivos
que, de forma inesperada, precisam abandonar a cobertura das competições para
reportar ao vivo os desdobramentos de uma tragédia em tempo real. Em meio à
tensão e à incerteza, eles enfrentam dilemas éticos e emocionais enquanto o mundo
inteiro assiste. O filme explora a transição de uma cobertura esportiva leve
para uma reportagem de crise, evidenciando a pressão, os perigos e o impacto
humano por trás das câmeras. Com uma narrativa intensa e emocionante, 5 de
Setembro oferece uma visão diferente
de um dos eventos mais marcantes da história moderna, mostrando o poder e os
desafios da imprensa em momentos de crise global.
Maryl maravilhosa como Margareth Thatcher.
Esperava mais do filme. Um personagem que faz parte das lembranças de infância, mas valeu para conhecer um pouco sobre a Dama de Ferro.
A dama de ferro.
Prime

Biografia, Drama, Histórico
Direção: Phyllida Lloyd
Roteiro Abi Morgan
Elenco: Meryl Streep, Jim
Broadbent, Susan Brown
Título original The Iron Lady
Sinopse
Antes de se
posicionar e adquirir o status de verdadeira dama de ferro na mais alta esfera
do poder britânico, Margaret Thatcher (Meryl Streep) teve que enfrentar vários
preconceitos na função de primeira-ministra do Reino Unido em um mundo até
então dominado por homens. Durante a recessão econômica causada pela crise do
petróleo no fim da década de 70, a líder política tomou medidas impopulares,
visando a recuperação do país. Seu grande teste, entretanto, foi quando o Reino
Unido entrou em conflito com a Argentina na conhecida e polêmica Guerra das
Malvinas.
Para “completar” a
série.
John e Carolyn: amor, beleza e tragédia.
DISNEYPLUS

Direção: Dave
Hoffman
Duração:42min
Data de lançamento:2026
Gênero: Documentário,
Biografia
Título original:
John and Carolyn: Love, Beauty and Loss.
Título em
português: John e Carolyn: Amor, Beleza e Perda
Sinopse
"John and Carolyn: Love, Beauty and Loss" é um documentário de 2026 do ABC News Studios que explora o intenso romance, casamento e a trágica morte de John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette nos anos 90. O especial destaca a pressão da mídia, imagens raras e entrevistas com amigos próximos, mostrando o casal como um símbolo de glamour e tragédia.
segunda-feira, 20 de abril de 2026
quinta-feira, 16 de abril de 2026
Podcast Bate papo com as amigas: Diário da menopausa parte II.

segunda-feira, 13 de abril de 2026
sexta-feira, 10 de abril de 2026
Podcast Bate papo com as amigas: Atenção contém spoilers. Dicas de séries.
Olá pessoal!
Atenção contém spoilers. Dicas de séries. Comento e dou spoilers de séries.

Spotify: https://open.spotify.com/episode/7vc1OZLkS6FRTcPSUeHzfi?si=orOw38f9RSubL_KK9f5Jvg
Dicas de séries: O Testamento: O Segredo de Anita Harley, História de amor: Jhon F. Kennedy Jr e Carolyn Besset e Juntas & separadas
Adorei!
Tem coisas na
série que me deixaram constrangida e com vergonha alheia.
Ai se Anita acordasse do coma!
O Testamento: O Segredo de Anita Harley
Globoplay
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Direção: Camila
Appel, Dudu Levy
Roteiro: Camila
Appel, Ricardo Calil, Iuri Barcellos
Gênero: Documentário, Biografia
Ano de
lançamento: 2026
País: Brasil
Original:
Globoplay
O Testamento: O Segredo de Anita Harley
Quando a herdeira das Lojas Pernambucanas entra em
coma, uma disputa explosiva por amor, poder e herança expõe versões inconciliáveis
de uma vida que ela já não pode mais defender.
Episódios
1. Ausência De Anita
O coma de Anita Harley expõe uma disputa bilionária.
Entre hospitais, tribunais e bastidores, versões se chocam enquanto sua
história passa a ser contada por outros.
2. O Mistério De Suzuki
Suzuki revela uma relação escondida com Anita,
enquanto Cristine nega e reivindica seu papel. Documentos e arquivos expõem
amor, poder e a disputa pela narrativa.
3. Arthur, O Herdeiro Oculto
Surge Arthur, filho de Suzuki, que busca ser
reconhecido como filho socioafetivo de Anita. Sua chegada reabre conflitos e
transforma a herança em debate sobre identidade.
4. Daniel, Um Estranho No Ninho
Alianças se rearranjam nos bastidores. Daniel assume o
controle da empresa, reabre conflitos familiares e provoca rupturas que
redefinem o jogo de poder.
5. Guerra Dos Tronos
Na batalha final, acusações e disputas judiciais
decidem quem fala por Anita. Entre afeto, dinheiro e poder, nenhuma versão se
impõe como verdade e a história segue longe do fim.
Falaram tanto que corri para
assistir.
Gostei da série.
A mãe de Carolyn é que estava certa.
História de amor: Jhon F. Kennedy Jr e Carolyn Besset.
DISNEY PLUS
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Biografia, Drama, Romance.
Título original: Love Story: John F. Kennedy Jr. & Carolyn Bessette
Criado por Ryan Murphy
Elenco: Sarah Pidgeon, Grace Gummer, Naomi Watts
Nacionalidade EUA
Título em português: História de
amor: JhonF.Kennedy Jr e Carolyn Besset.
Sinopse
Nova série antológica do universo
American Story, criado por Ryan Murphy, História de Amor: John F. Kennedy Jr. e
Carolyn Bessette acompanha a trágica e romântica história de amor do advogado
garanhão John F. Kennedy Jr. e da publicitária e ícone fashion Carolyn
Bessette. Conhecidos como a realeza americana, o belo e apaixonado casal sofreu
nas mãos do escrutínio público, com perseguições constantes dos tabloides e da
mídia. O desgaste dos paparazzis, os rumores de desavenças familiares e a
pressão das carreiras terminaram com a morte do casal e da cunhada e irmã de
Carolyn, Lauren, em um acidente de avião pilotado por John.
Episódios
Episódio 1: Piloto – Apresenta o peso
do nome Kennedy sobre John e o início da relação com Carolyn na Calvin Klein.
Episódio 2: The Pools Party – John
equilibra a saúde da mãe, tensões com Daryl e o romance.
Episódio 3: Viúva da América – Conforto
e tragédia familiar.
Episódio 4: Amo-te (I Love You) –
Carolyn luta para se integrar ao mundo de John; segredo revelado.
Episódio 5: Battery Park – John faz
pergunta importante e o casal entra em conflito público.
Episódio 6: O Casamento – Recria o casamento
secreto de 1996.
Episódio 7: Obsession – Foca no
escrutínio crescente da mídia.
Episódio 8: Exit Strategy – Desgaste
e tensões aumentam.
Episódio 9: Search and Recovery –
Episódio final com o desfecho trágico da história.
Acabou de entrar no catálogo do
GLOBOPLAY.
Adorei!! Assuntos importantes
tratados com leveza e humor.
Recomendo.
Juntas & separadas

Título Original: Juntas &
Separadas
Autor: Thalita Rebouças
Direção: Mini Kerti, Rebeca Diniz,
Jéssica Queiroz
Roteiro: Thalita Rebouças, Juliana
Araripe
Elenco: Sheron Menezzes, Natália
Lage, Luciana Paes, Débora Lamm, Claudia Di Moura, Bruno Mazzeo, Rogério Fróes,
Louise Cardoso, Bruno Garcia, Thelmo Fernandes, Mouhamed Harfouch, Matheus
Costa, Aline Borges, Lucas Leto, Armando Babaioff, Mateus Solano, Fabio
Ventura, Tontom, Alcemar Vieira.
Gênero: Drama, Comédia
País: Brasil.
Sinopse
O casamento acabou, e agora? Para
Laura, Ana Lia, Joana e Claudinha, a resposta é: amizade! Juntas, elas
enfrentam os perrengues e as delícias da vida de solteira depois dos 40.
1. O fim: Após vencer o prêmio de
melhor apresentadora do ano, Laura enfrenta a ausência do marido e, apoiada
pelas amigas, questiona o casamento. Quando entra ao vivo, um escândalo
explode.
2. (Re)começo: Após virar meme, Laura
segue em frente com apoio das amigas. Juntas, assistem à apresentação de Joana
enquanto Claudinha inicia uma nova amizade e Ana Lia enfrenta o ninho vazio.
3. Admirável vida nova: Ana Lia busca
seus contatinhos e Laura aprende na prática o que é ghosting. Claudinha
descobre o poder de um brinquedinho que vibra e todas se unem após Joana sofrer
uma perda.
4. Tapando buracos (ou não): As
amigas ajudam Joana a encarar feridas antigas. Laura disputa autonomia no
trabalho, Ana Lia enfrenta um desejo proibido e Claudinha lida com uma nova
paixão.
5. Luz e sombra: Enquanto Laura é
silenciada no trabalho, Ana Lia se permite viver. Claudinha se envolve num amor
que a fortalece e Joana insiste na carreira de atriz apesar de todos os
percalços.
6. Agora ou nunca: Laura é afastada
de seu programa e se apaixona de novo. Ana Lia teme se arriscar no amor e
afetar o filho. Claudinha sente medo de se assumir enquanto Joana recebe apoio
do ex.
7. Tá tudo bem: Enquanto Laura tenta
se reinventar, Ana Lia vê a relação com o filho ruir. Claudinha se divide entre
o passado e os desejos do presente. Joana, carente, tenta formar uma família.
8. Relatos selvagens: Joana,
fragilizada, enfrenta a solidão e aceita ficar sozinha. Ana Lia decide viver
sua paixão, Claudinha se declara para Júlia e Laura assume um novo
relacionamento.
9. Não é sobre você: A amizade das
quatro é testada. Claudinha teme perder as filhas e Ana Lia enfrenta
inseguranças com o corpo. Joana reencontra força na profissão e Laura descobre
ter sido enganada.
10. Sonho é coisa séria: Laura escolhe a si mesma e dá um salto profissional. Ana Lia aprende a amar sem anular sonhos, Joana transforma dor em potência criativa e Claudinha constrói uma nova família.