RENATA FONSECA

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Dica de podcast: Mesa da Rita.
História da marca Burberry.

Olá pessoal!

Eu amo o padrão Tartan da Burberry, as cores combinam com tudo. Por tanto fui procurar saber mais sobre a origem da marca.



Burberry é uma casa de moda britânica, especializada em roupa, acessórios de luxo, perfume, óculos de sol e cosméticos. A sua imagem de marca é constituída por um padrão em quadrados (Tartan). A Burberry é uma das marcas de moda mais famosas do mundo, tendo casas próprias, franchise, venda por catálogo, e uma linha de perfumes. A Burberry é mais conhecida pelos seus casacos, originalmente desenhados pelo fundador Thomas Burberry.

A Burberry foi fundada em 1856, por um jovem de 21 anos, chamado Thomas Burberry, em Basingstoke, Hampshire, na Inglaterra. Ele tinha trabalhado como aprendiz de negociante de panos. Aos 21 anos, enquanto ex-aprendiz de comerciante de tecidos, Thomas Burberry percebeu que as pessoas sofriam com roupas de frio pesadas e desconfortáveis ​​ao enfrentar o clima britânico. Ele teve uma visão: criar um tecido respirável que permitisse às pessoas se movimentarem livremente.

Em 1870, o negócio tinha conseguido se estabelecer através do seu foco em roupas para o frio, ao ar livre. Anos mais tarde, em 1880, Thomas Burberry inventa a gabardine, um vestuário resistente, à prova-de-água, mas do qual o material ainda deixava respirar. O fio era tratado para ser a prova-de-água antes da tecelagem. A sua invenção foi patenteada em 1888. "Burberry" era o nome original, mas a empresa começou a usar o nome "Burberrys" pois muitos clientes o chamavam de "Burberrys de Londres". Ainda pode-se encontrar esse antigo nome em alguns produtos mais velhos. Em 1891 a Burberry abriu uma loja no the Haymarket, em Londres.

Em 1901, o logotipo do cavaleiro equestre com a palavra 'Prorsum'('avante' em Latim) foi desenvolvido e registrado como marca registrada. Em 1911 eles se tornaram os fornecedores do Roald Amundsen, o primeiro homem a chegar ao Pólo Sul, e Ernest Shackleton, que em 1914 liderou uma expedição para atravessar a Antártica. Uma jaqueta gabardina da Burberry foi vestida pelo George Mallory na sua expedição presumidamente fracassada no Monte Everest em 1924.

Em 1914, o departamento de guerra encomendou da Burberry, uma adaptação aos casacos dos oficiais para as necessidades da guerra moderna, resultando no "trench coat". Depois da guerra o casaco se tornou popular entre civis. O xadrez Burberry icônico foi criada em 1920 e usado como um forro em seus trench coats.

O padrão xadrez Burberry foi usado pela primeira vez em nossos casacos de chuva na década de 1920 – sua popularidade cresceu à medida que os clientes começaram a solicitar especificamente o padrão xadrez Burberry. 

A Burberry foi uma empresa independente até 1955 quando foi assumido pelo Grandes Lojas Universal (GUS).

Em 1967, um comprador da nossa loja em Paris teve uma ideia genial enquanto preparava uma apresentação de moda para o embaixador britânico. Ele retirou o forro xadrez Burberry de um casaco e o usou para embrulhar malas e criar uma capa para guarda-chuva – assim nasceu o acessório xadrez Burberry.  

Durante os anos 1970, a marca tornou-se popular entre os britânicos seguidores da cultura casual, levando a ser relacionado com os membros de empresas de futebol já na década de 1990.

Em 1998, Burberrys mudou o nome de marketing deles para Burberry.

Em 2018, anunciou que deixará de usar peles de animais e que abandona a prática de queimar os artigos e complementos que não são vendidos.

Fontes

https://row.burberry.com/c/burberry-world/heritage/our-story/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Burberry


 

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Uma breve história do biquíni.

Olá pessoal!

Me dei conta que nunca tinha falado de uma peça fundamental para quem mora em cidade que tem praia o biquíni. Eu adoro! Mesmo frequentando muito pouco a praia tenho vários biquínis.

 

Um pouco sobre a origem dessa peça.

 

O biquíni ou bikini é um conjunto de duas peças, derivadas do maiô, de tamanhos reduzidos, que cobrem o busto e a parte inferior do tronco. É claro que ele não foi o primeiro exemplo de roupa de banho – nem mesmo de um duas-peças.

 

Na Grécia e Roma antigas, as mulheres usavam tops e partes de baixo feitos de lenço para participarem de esportes. Mais para frente, os vitorianos, com seu cada vez maior interesse em balneários, favoreciam o comedimento em suas incursões em banhos ao ar livre: as primeiras fotos da roupa de praia mostravam mulheres de vestidos longos e calções para enfrentar as ondas.

 

No entanto, a primeira metade do século 20 viu uma rápida redução na quantidade de tecido necessário para ir à praia. Uma jornada cercada de polêmica, que incluiu a prisão da nadadora australiana Annette Kellerman em Boston em 1907, quando ela usou uma roupa de banho mais justa, ainda que a cobrisse do pescoço aos dedos do pé. Vários anos mais tarde em 1913, o estilista Carl Jantzen introduziu um duas-peças composto por shorts e top justo, que também foi recebido com desconfiança.

 

No entanto, com a chegada da década de 1920, exibir a pele foi sendo considerado muito menos ousado – enquanto a década de 1930 viu as costas e as laterais ganhando não apenas espaço, mas uma exposição séria. Desde os lindos maiôs com recortes de Claire McCardell até a aparição de estrelas como Jayne Mansfield, Rita Hayworth e Ava Gardner em peças únicas mais reveladoras e, cada vez mais, duas peças, a natureza do que era um traje aceitável mudava continuamente. Mas havia um problema. O Código Hays, um conjunto de regras em vigor em Hollywood a partir de 1934, proibia a exibição de umbigos em filmes, o que significava que a parte de baixo dos duas-peças tinha de chegar até a cintura.

 


A criação do biquíni é disputada por dois estilistas franceses: primeiro, em 1946, Jacques Heim apresentou o "átomo" como "o menor maiô do mundo"; três semanas depois, em 5 de julho de 1946, Louis Réard mostrou o "bikini, menor que o menor maiô do mundo" e ficou com a fama de criador da peça.

 

No início, as mulheres não estavam preparadas para usar peças de vestuário tão reduzidas, que mostravam o umbigo. Os biquínis foram, portanto, proibidos em vários países, incluindo França. No entanto, atrizes como Ava Gardner, Ursula Andress e Brigitte Bardot foram contra todos os preconceitos da época e aderiram ao biquíni, como instrumento de sedução em filmes e em fotos.

 

O estilo da década de 50 era duas-peças, de tamanho grande e com as cavas da calça bem baixas. Foi considerado ousado.

 

Nos anos 1960, o biquíni atingiu o auge de popularidade. Era, muitas vezes, usado como adorno em filmes e músicas e como contestação política e social. Tornou-se um símbolo pop.

 

A popularidade da peça continuaria a aumentar na década de 70, com tecidos como o crochê.

 

Em geral, com calcinha lisa e sutiã estampadão. Era ousado porque o ideal seria ter o conjunto. A tanga foi uma atitude tipicamente carioca.

 

Na década de 80 lycra brilhante, o sutiã retorcido e sem nenhuma estrutura no bojo, com cores fortes, como verde-limão e rosa-pink, o fio dental e o asa-delta foram uma febre, assim como o sunquíni.

 

Nos anos 1990, a moda do fato de banho foi reavivada (especialmente por causa dos efeitos nocivos provocados na pele pela exposição aos raios solares), mas não tirou o lugar ao biquíni.

A parte de baixo do biquíni dessa década era uma espécie de sunguinha ou shortinho. A camuflagem foi uma padronagem típica da década.

 

Nos anos 2000 há uma mescla de diversas modas antigas, principalmente dos anos 1970 e 1990, tornando-se menos comum o modelo asa-delta. Novos modelos bastante diferentes são criados e apresentados em desfiles de modas, virando febres em cada momento.

 

História do biquíni no Brasil

 

O biquíni chegou ao Brasil em 1948, quando a alemã Miriam Etz apareceu na praia do Arpoador, no Rio de Janeiro, com um traje adaptado, gerando polêmica e fascínio. Pioneiras como as vedetes Carmem Verônica e Norma Tamar também ajudaram a introduzir a peça.

 

Na década de 50, o uso era ousado, gerando críticas de conservadores. Em 1961, o presidente Jânio Quadros proibiu o uso de biquínis em praias, clubes e piscinas públicas, alegando atentado à moral.

 

Nos anos 70, com a revolução sexual e a atitude de mulheres como Leila Diniz, a peça se consolidou. Surgiram a "tanga" e o biquíni asa-delta, impulsionados nas praias cariocas.

O biquíni de lacinho e o sutiã cortininha tornaram-se clássicos. O Brasil tornou-se referência mundial, adaptando o traje a corpos e estilos diversos, criando a moda "made in Brazil". 

 

Numa mania de enrolar as laterais para ficar mais cavado, a parte de baixo do biquíni, esta atitude ficou conhecida de enroladinho e foi muito comum nas praias do Brasil nos anos de 1980, sendo o estopim para que estilistas criassem o modelo de biquíni chamado de "asa-delta". O biquíni fio dental foi uma evolução do asa-delta, sendo lançado no Brasil e somente no Brasil, foi largamente usado.

 

 Fonte

https://pt.wikipedia.org/wiki/Biqu%C3%ADni

https://vogue.globo.com/moda/noticia/2021/07/historia-do-biquini-e-sua-evolucao.html

 

 

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Podcast Bate papo com as amigas: Questionamentos!

@renatafashionfonseca