Esses dias parei para assistir a novela
das 18:00 horas. Que desbunde, uma
produção de primeira qualidade.
E o figurino o que mais me chamou
atenção. Os do reino de Batanga com muito dourado e cores quentes, mas os figurinos
da cidade de Barro Preto ganharam meu
coração.
Pela primeira o figurino de uma novela
desfilou no Rio Fashion Week, foi sucesso.
Vamos saber um pouco sobre a produção e construção
dos figurinos.
A obra, escrita por
Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., com direção artística de Gustavo
Fernández e produção de Andrea Kelly, é uma fábula afro-brasileira que se passa
nos anos 1920, tendo como fio condutor o encontro de uma princesa africana e um
trabalhador brasileiro, protagonistas de uma história de amor e aventura,
repleta de emoção e com toques de humor.
Os figurinos são
assinados por Marie Salles, com caracterização de Auri Motta, e traduzem esse
encontro entre África e Nordeste brasileiro nos anos 1920. A trama conta a
história da princesa Alika (Duda Santos), que foge do reino fictício de
Batanga, na África, após um golpe de Estado de Jendal (Lázaro Ramos),
refugiando-se no Nordeste brasileiro, onde vive um romance com Tonho (Ronald
Sotto).
O figurino, rico em detalhes e trabalhos manuais, foi inspirado na vasta
cultura africana. A maioria das peças foi produzida nos estúdios Globo
especialmente para a novela. Foram mais de seis meses de pesquisa e preparação
para o figurino.
Para Batanga, peças com bordados extremamente delicados, jacquards e estampas nobres. Além de muitas cores vibrantes.
Para os figurinos de Barro Preto, o
melhor do estilo da década de 20. Vestidos fluidos com movimento, blazers com
modelagens impecáveis, destacando os ombros, recortes e amarrações.
Há riqueza de
bordados, volumes de época e construção cuidadosa de silhuetas, que equilibram
pesquisa histórica e apelo visual.
Fontes
