segunda-feira, 25 de maio de 2026
Podcast Bate Papo com as amigas: Sábado de cinema e algumas dicas.
Olá pessoal!
Sábado de cinema e algumas dicas.
No episódio dessa semana conto minha experiência de ir ao cinema e dou algumas dicas.
quinta-feira, 21 de maio de 2026
Olá pessoal!
As pessoas geralmente
ouvem música quando fazem atividades física eu já sou diferente, gosto de ouvir
podcasts.
Tenho um novo podcast predileto o de Rita Lobo, Mesa da Rita. É mais do que falar de comida e alimentação.

Canal do Youtube: https://panelinha.com.br/home/podcast-mesa-da-rita.
Olá pessoal!
Eu amo o padrão Tartan da Burberry, as cores
combinam com tudo. Por tanto fui procurar saber mais sobre a origem da marca.

Burberry é uma
casa de moda britânica, especializada em roupa, acessórios de luxo,
perfume, óculos de sol e cosméticos. A sua imagem de marca é constituída
por um padrão em quadrados (Tartan). A Burberry é uma das marcas de moda mais
famosas do mundo, tendo casas próprias, franchise, venda por catálogo, e
uma linha de perfumes. A Burberry é mais conhecida pelos seus casacos,
originalmente desenhados pelo fundador Thomas Burberry.
A Burberry foi fundada em 1856, por um jovem de 21 anos,
chamado Thomas Burberry, em Basingstoke, Hampshire,
na Inglaterra. Ele tinha trabalhado como aprendiz de negociante de panos. Aos 21 anos,
enquanto ex-aprendiz de comerciante de tecidos, Thomas Burberry percebeu que as
pessoas sofriam com roupas de frio pesadas e desconfortáveis ao enfrentar o
clima britânico. Ele teve uma visão: criar um tecido respirável que permitisse
às pessoas se movimentarem livremente.
Em 1870, o negócio tinha conseguido se estabelecer através do seu
foco em roupas para o frio, ao ar livre. Anos mais tarde, em 1880, Thomas
Burberry inventa a gabardine, um vestuário resistente, à prova-de-água,
mas do qual o material ainda deixava respirar. O fio era tratado para ser a
prova-de-água antes da tecelagem. A sua invenção
foi patenteada em 1888. "Burberry" era o nome original,
mas a empresa começou a usar o nome "Burberrys" pois muitos clientes
o chamavam de "Burberrys de Londres". Ainda pode-se encontrar esse
antigo nome em alguns produtos mais velhos. Em 1891 a Burberry abriu uma loja
no the Haymarket, em Londres.
Em 1901, o logotipo do cavaleiro equestre com a palavra
'Prorsum'('avante' em Latim) foi desenvolvido e registrado como marca
registrada. Em 1911 eles se tornaram os fornecedores do Roald
Amundsen, o primeiro homem a chegar ao Pólo Sul, e Ernest Shackleton,
que em 1914 liderou uma expedição para atravessar a Antártica. Uma jaqueta
gabardina da Burberry foi vestida pelo George Mallory na sua
expedição presumidamente fracassada no Monte Everest em 1924.
Em 1914, o departamento de guerra encomendou da Burberry, uma
adaptação aos casacos dos oficiais para as necessidades da guerra moderna,
resultando no "trench coat". Depois da guerra o casaco se tornou
popular entre civis. O xadrez Burberry icônico foi criada em 1920 e usado como
um forro em seus trench coats.
O padrão xadrez Burberry foi usado pela primeira vez em nossos casacos
de chuva na década de 1920 – sua popularidade cresceu à medida que os clientes
começaram a solicitar especificamente o padrão xadrez Burberry.
A Burberry foi uma empresa independente até 1955 quando foi assumido pelo Grandes Lojas Universal (GUS).
Em 1967, um comprador da nossa loja em Paris teve uma ideia
genial enquanto preparava uma apresentação de moda para o embaixador britânico.
Ele retirou o forro xadrez Burberry de um casaco e o usou para embrulhar malas
e criar uma capa para guarda-chuva – assim nasceu o acessório xadrez
Burberry.
Durante os anos 1970, a marca tornou-se popular entre os britânicos seguidores da cultura casual, levando a ser relacionado com os membros de empresas de futebol já na década de 1990.
Em 1998, Burberrys mudou o nome de marketing deles para Burberry.
Em 2018, anunciou que deixará de usar peles de animais e que abandona a prática de queimar os artigos e complementos que não são vendidos.
Fontes
https://row.burberry.com/c/burberry-world/heritage/our-story/
segunda-feira, 18 de maio de 2026
quinta-feira, 14 de maio de 2026
Me dei conta que nunca tinha falado de uma peça fundamental para quem mora em cidade que tem praia o biquíni. Eu adoro! Mesmo frequentando muito pouco a praia tenho vários biquínis.
Um pouco sobre a origem dessa peça.
O biquíni ou bikini é um conjunto
de duas peças, derivadas do maiô, de tamanhos reduzidos, que cobrem o
busto e a parte inferior do tronco. É
claro que ele não foi o primeiro exemplo de roupa de banho – nem mesmo de um
duas-peças.
Na Grécia e Roma antigas, as mulheres usavam tops e partes de
baixo feitos de lenço para participarem de esportes. Mais para frente, os
vitorianos, com seu cada vez maior interesse em balneários, favoreciam o
comedimento em suas incursões em banhos ao ar livre: as primeiras fotos da
roupa de praia mostravam mulheres de vestidos
longos e calções para enfrentar as
ondas.
No entanto, a primeira metade do século 20 viu uma rápida redução
na quantidade de tecido necessário para ir à praia. Uma jornada cercada de
polêmica, que incluiu a prisão da nadadora australiana Annette
Kellerman em Boston em 1907, quando ela usou uma roupa de banho mais
justa, ainda que a cobrisse do pescoço aos dedos do pé. Vários anos mais tarde
em 1913, o estilista Carl Jantzen introduziu um duas-peças composto
por shorts e top justo, que também foi recebido com desconfiança.
No entanto, com a chegada da década de 1920, exibir a pele foi
sendo considerado muito menos ousado – enquanto a década de 1930 viu as costas
e as laterais ganhando não apenas espaço, mas uma exposição séria. Desde os
lindos maiôs
com recortes de Claire McCardell até a
aparição de estrelas como Jayne Mansfield, Rita
Hayworth e Ava Gardner em peças únicas mais reveladoras
e, cada vez mais, duas peças, a natureza do que era um traje aceitável mudava
continuamente. Mas havia um problema. O Código Hays, um conjunto de regras em
vigor em Hollywood a partir de 1934, proibia a exibição de umbigos em filmes, o
que significava que a parte de baixo dos duas-peças tinha de chegar até a cintura.

A criação do biquíni é disputada por dois estilistas franceses:
primeiro, em 1946, Jacques Heim apresentou o "átomo" como "o
menor maiô do mundo"; três semanas depois, em 5 de julho de
1946, Louis Réard mostrou o "bikini, menor que o menor maiô do
mundo" e ficou com a fama de criador da peça.
No início, as mulheres não estavam preparadas para usar peças de
vestuário tão reduzidas, que mostravam o umbigo. Os biquínis foram,
portanto, proibidos em vários países, incluindo França. No entanto, atrizes como Ava
Gardner, Ursula Andress e Brigitte Bardot foram contra
todos os preconceitos da época e aderiram ao biquíni, como instrumento de
sedução em filmes e em fotos.
O estilo da década de 50 era duas-peças, de tamanho grande e com
as cavas da calça bem baixas. Foi considerado ousado.
Nos anos 1960, o biquíni atingiu o auge de popularidade. Era,
muitas vezes, usado como adorno em filmes e músicas e como
contestação política e social. Tornou-se um símbolo pop.
A popularidade da peça continuaria a aumentar na década de 70, com
tecidos como o crochê.
Em geral, com calcinha lisa e sutiã estampadão. Era ousado porque
o ideal seria ter o conjunto. A tanga foi uma atitude tipicamente carioca.
Na década de 80 lycra brilhante, o sutiã retorcido e sem
nenhuma estrutura no bojo, com cores fortes, como verde-limão e rosa-pink, o
fio dental e o asa-delta foram uma febre, assim como o sunquíni.
Nos anos 1990, a moda do fato de banho foi reavivada
(especialmente por causa dos efeitos nocivos provocados na pele pela exposição
aos raios solares), mas não tirou o lugar ao biquíni.
A parte de baixo do biquíni dessa década era uma espécie de
sunguinha ou shortinho. A camuflagem foi uma padronagem típica da década.
Nos anos 2000 há uma mescla de diversas modas antigas,
principalmente dos anos 1970 e 1990, tornando-se menos comum o modelo
asa-delta. Novos modelos bastante diferentes são criados e apresentados em
desfiles de modas, virando febres em cada momento.
História do biquíni no Brasil
O biquíni chegou ao Brasil em 1948, quando a alemã Miriam Etz
apareceu na praia do Arpoador, no Rio de Janeiro, com um traje adaptado,
gerando polêmica e fascínio. Pioneiras como as vedetes Carmem Verônica e Norma
Tamar também ajudaram a introduzir a peça.
Na década de 50, o uso era ousado, gerando críticas de
conservadores. Em 1961, o presidente Jânio Quadros proibiu o uso de biquínis em
praias, clubes e piscinas públicas, alegando atentado à moral.
Nos anos 70, com a revolução sexual e a atitude de mulheres como
Leila Diniz, a peça se consolidou. Surgiram a "tanga" e o biquíni
asa-delta, impulsionados nas praias cariocas.
O biquíni de lacinho e o sutiã cortininha tornaram-se clássicos. O
Brasil tornou-se referência mundial, adaptando o traje a corpos e estilos
diversos, criando a moda "made in Brazil".
Numa mania de enrolar as laterais para ficar mais cavado, a parte
de baixo do biquíni, esta atitude ficou conhecida de enroladinho e foi muito
comum nas praias do Brasil nos anos de 1980, sendo o estopim para que
estilistas criassem o modelo de biquíni chamado de
"asa-delta". O biquíni fio dental foi uma evolução do asa-delta,
sendo lançado no Brasil e somente no Brasil, foi largamente usado.
Fonte
https://pt.wikipedia.org/wiki/Biqu%C3%ADni
https://vogue.globo.com/moda/noticia/2021/07/historia-do-biquini-e-sua-evolucao.html
quarta-feira, 13 de maio de 2026

Michelle
Perrot é uma mulher que está na história, trazendo nos seus estudos e pesquisas
sobre a história das mulheres.
Li
vários artigos dela na faculdade.
Um
pouco sobre a historiadora.
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Michelle
Perrot (Paris, 18 de maio de 1928) é
uma historiadora e professora emérita da Universidade
Paris VII, universidade para qual mudou nos anos 70 sob o impacto de 1968
após ter lecionado na Sorbonne, França. Em 2009 ganhou o Prémio
Femina de Ensaio.
Perrot
apresentou seu pai como um “négociant en cuir” (negociante de couro), dono de
uma loja no bairro. A família vivia na rua Greneta, em um bairro extremamente
vivo e popular. Esse cenário formativo explica a intimidade precoce de Michelle
com os territórios que traziam o trabalho, a pobreza e os “corpos” que a ordem
burguesa tenta tornar invisíveis.
Faz
parte da geração da Escola Nova Francesa de Estudos Sociais na Europa e é
especialista na história do século XIX. O artigo "Uma história das mulheres
é possível?" é precursor dos estudos sobre a história das mulheres no
ocidente. Defendeu sua tese de doutorado de Estado sobre o movimento operário
sob a supervisão de Labrousse. Historiadora engajada participou ao lado
de Foucault do grupo de discussão sobre as prisões. Promoveu
importante debate entre os historiadores e Michel Foucault publicado
no livro que organizou "A impossível prisão". Dirigiu ao lado
de G. Duby a série História da Vida Privada e História
das mulheres no Ocidente.
Ao longo de
décadas, Perrot deslocou o foco da historiografia francesa para o mundo do
trabalho, para a análise do positivismo e para as questões femininas —
enxergando a mulher não como um “tema” ou um objeto de estudo desumanizado, mas
sim como um problema político, visando compreender quem é digno de ser
considerado um sujeito histórico e quem é lançado ao apagamento.
Perrot iniciou seus
estudos na área – e também sua militância, já que se coloca como uma
historiadora feminista – em 1973, quando, já doutora em História e docente na Universidade
Paris VII, lecionou um curso intitulado “As mulheres têm uma
História?”. Desde então, publicou vários livros sobre o tema, como “A
História das mulheres no Ocidente”, “Minha História das mulheres”, “Mulheres
públicas”, “As mulheres ou o silêncio da História” e o
infanto-juvenil “Era uma vez… a História das mulheres”, além
deste “Os excluídos da História: operários, mulheres e
prisioneiros”, lançado no Brasil pela primeira vez em 1988 e relançado em
2017 pela Editora Paz e Terra.
A contribuição fundamental da historiadora é a sua luta no
movimento feminista demonstrando que o trabalho histórico também se faz
permeado pela ação política no presente. A autora figura como umas das mais
célebres historiadoras da causa feminista, assim como da vertente social da
história francesa.
Ela é membro do comitê de padrinhos da coordenação francesa para a
década da cultura da paz e da não-violência. Recebeu o Prémio Simone de
Beauvoir em 2014.
Fontes
https://pt.wikipedia.org/wiki/Michelle_Perrot
segunda-feira, 11 de maio de 2026
sexta-feira, 8 de maio de 2026
Podcast Bate papo com as amigas: Diferença no trabalho administrativo do passado e do presente.

quinta-feira, 7 de maio de 2026
Esses dias parei para assistir a novela
das 18:00 horas. Que desbunde, uma
produção de primeira qualidade.
E o figurino o que mais me chamou
atenção. Os do reino de Batanga com muito dourado e cores quentes, mas os figurinos
da cidade de Barro Preto ganharam meu
coração.
Pela primeira o figurino de uma novela
desfilou no Rio Fashion Week, foi sucesso.
Vamos saber um pouco sobre a produção e construção
dos figurinos.
A obra, escrita por
Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., com direção artística de Gustavo
Fernández e produção de Andrea Kelly, é uma fábula afro-brasileira que se passa
nos anos 1920, tendo como fio condutor o encontro de uma princesa africana e um
trabalhador brasileiro, protagonistas de uma história de amor e aventura,
repleta de emoção e com toques de humor.
Os figurinos são
assinados por Marie Salles, com caracterização de Auri Motta, e traduzem esse
encontro entre África e Nordeste brasileiro nos anos 1920. A trama conta a
história da princesa Alika (Duda Santos), que foge do reino fictício de
Batanga, na África, após um golpe de Estado de Jendal (Lázaro Ramos),
refugiando-se no Nordeste brasileiro, onde vive um romance com Tonho (Ronald
Sotto).
O figurino, rico em detalhes e trabalhos manuais, foi inspirado na vasta
cultura africana. A maioria das peças foi produzida nos estúdios Globo
especialmente para a novela. Foram mais de seis meses de pesquisa e preparação
para o figurino.
Para Batanga, peças com bordados extremamente delicados, jacquards e estampas nobres. Além de muitas cores vibrantes.
Para os figurinos de Barro Preto, o
melhor do estilo da década de 20. Vestidos fluidos com movimento, blazers com
modelagens impecáveis, destacando os ombros, recortes e amarrações.
Há riqueza de
bordados, volumes de época e construção cuidadosa de silhuetas, que equilibram
pesquisa histórica e apelo visual.
Fontes
quarta-feira, 6 de maio de 2026
Olá pessoal!!!
Hoje vamos conhecer um pouco sobre Letitia e sua criação\inovação.
Ela é reconhecida como uma das mulheres que mudaram a saúde mundial com suas contribuições técnicas, destacando-se em uma época com pouca participação feminina na criação de instrumentos patenteados.

Letitia
Geer nasceu em 1852 na cidade de Nova York, filha de George Warren Geer e
Cornelia Matilda Mumford Geer, e era uma de quatro irmãos. Embora pouco se
tenha documentado sobre sua juventude, ela trabalhou inicialmente como
professora antes de ingressar na profissão de enfermagem. Suas experiências
clínicas a expuseram às limitações dos instrumentos médicos da época,
particularmente as seringas, despertando seu interesse em aprimorar as
tecnologias médicas por meio de um design prático e centrado no usuário.
Após
passar vários anos lecionando, Geer mudou-se para Chicago, onde conheceu
seu marido, Charles Geer, um empresário envolvido na fabricação de instrumentos
cirúrgicos. Por meio de seu trabalho ao lado dele, ela se familiarizou cada vez
mais com o design e a função de dispositivos médicos usados em hospitais e
clínicas. Geer observou que muitas das seringas comumente usadas eram
volumosas, exigiam o uso das duas mãos e eram propensas a imprecisões e
problemas de higiene. Essas limitações representavam desafios para enfermeiros
e médicos, especialmente em ambientes clínicos que exigiam rapidez, precisão e
esterilidade.

Motivada
a criar uma ferramenta mais segura e eficiente, Geer projetou uma seringa que
podia ser operada inteiramente com uma mão, melhorando tanto o controle quanto
a higiene. Ela registrou um pedido de patente para o dispositivo em 12 de
fevereiro de 1896. Sua invenção, que incorporava uma alça para o
dedo presa ao êmbolo, permitia aos usuários estabilizar o corpo da seringa
enquanto administravam a medicação suavemente com um único movimento. O
Escritório de Patentes dos EUA concedeu-lhe a patente em 1899 sob o número de
publicação US622848A. Embora seu projeto representasse uma melhoria
notável em relação às seringas existentes, alguns hospitais continuaram a usar
outros dispositivos, e várias empresas logo fabricaram seringas muito
semelhantes ao seu modelo patenteado.
Em
1904, Geer fundou a Geer Manufacturing Company para produzir e aprimorar sua
seringa e continuar desenvolvendo instrumentos médicos. Além da inovação em
seringas, ela patenteou melhorias no espéculo nasal e em um retrator cirúrgico, ambos projetados
com a mesma ênfase em usabilidade e precisão. Fora de seu trabalho em tecnologia
médica, Geer foi ativa no movimento sufragista feminino e participou da Associação
Nacional Americana pelo Sufrágio Feminino, refletindo seu amplo compromisso com
o progresso social e os direitos das mulheres.
O
design da seringa dela tinha uma agulha destacável, um êmbolo de borracha e um
cilindro de vidro. O êmbolo de borracha podia aspirar fluidos para dentro da
seringa. Além disso, o êmbolo tinha uma alça em forma de U.
Letitia
Geer morreu em 18 de julho de 1935, no Brooklyn, Nova York,
aos 83 anos.
Fonte