segunda-feira, 3 de agosto de 2026
quinta-feira, 30 de julho de 2026
Olá pessoal!
Esse mês comprei mais um dispositivo eletrônico um Kindle! Eu
sigo preferindo livros físicos, mas se for comprar todos os livros que quero
ler não tem bolso e espaço.
Eu estou amando!!! Acabei de ler o livro A empregada.
ADOREI!!!!

Sinopse
Todos os dias, Millie limpa a casa de Nina e Andrew Winchester
de cima a baixo. Pega a filha deles na escola. Prepara refeições deliciosas
para a família toda antes de poder se recolher e enfim comer o próprio jantar,
sozinha em seu quarto minúsculo e claustrofóbico no sótão.
Quando Nina passa a sujar
todos os cômodos de propósito só para assisti-la limpar, Millie tenta não
perder a cabeça. Quando ela conta mentiras perturbadoras sobre a própria filha
e tortura psicologicamente o marido, que parece mais e mais fragilizado, Millie
tenta ignorar.
Afinal, com seu passado
problemático, ela tem mais é que agradecer por ter conseguido esse emprego.
No entanto, ao olhar bem
dentro dos lindos e doces olhos de Andrew e ver o sofrimento contido neles,
Millie não consegue deixar de imaginar como seria ter a vida de Nina. O closet
cheio de roupas, o carro elegante, o marido perfeito.
Logo os Winchesters vão descobrir
que não fazem a menor ideia de quem Millie é de verdade. Nem do que ela é capaz
de fazer...
quinta-feira, 23 de julho de 2026
Começando por Camille,
conhecia de nome e mais nada.

Um pouco sobre essa
grande artista.
Camille Claudel, nome artístico de Camille Athanaïse Cécile Cerveaux Prosper (Fère-en-Tardenois, 8
de dezembro de 1864 – Montdevergues, 19 de
outubro de 1943) foi uma escultora e artista francesa.
Faleceu na obscuridade, mas sua obra ganhou reconhecimento por sua
originalidade décadas após a morte.
Já moça Camille estudou na Académie Colarossi, um dos poucos lugares abertos a
estudantes mulheres com o escultor Alfred Boucher. Em 1882, alugou um ateliê com outras mulheres, a maioria inglesa. Alfred Boucher
era seu mentor e lhe concedeu a inspiração e encorajamento que recaiu sobre
toda uma geração de novos escultores. Camille esculpiria um busto dele em
gratidão. Antes de mudar-se para Florença, depois de ter lecionado para
Camille e as colegas por mais de três anos, Alfred perguntou a Auguste
Rodin se ele não gostaria de assumir a instrução de suas alunas. Foi assim
que o tumultuado e controverso o relacionamento começou, ela
então com 19 anos.
Por volta de 1884, Camille começa seus estudos na
oficina de Rodin. Ela se torna sua inspiração, sua modelo, confidente e amante.
Camille nunca morou junto de Rodin, que relutava em terminar seu relacionamento
com Rose Beuret. O conhecimento de seu caso com o escultor desagradou a
família, em especial sua mãe, que a rejeitava por não ter nascido menino (e tendo
nascido após a morte de primeiro bebê) e nunca concordou com seu envolvimento
com as artes. Como resultado, Camille deixou a residência da família e
após sofrer um aborto em 1892, terminou o relacionamento íntimo que tinha com
Rodin, apesar de continuar a vê-lo com frequência até 1898.
Camille transcendia os padrões convencionais para
esculturas em sua época e até nas décadas seguintes. Alguns classificavam
seus trabalhos como sendo ainda mais viris que obras feitas por artistas homens
e que sua escultura possuía a assinatura que apenas os gênios em suas áreas
possuem.
Ela teria percebido após algum tempo de envolvimento com o escultor que ele a explorava e que ela nunca seria obediente como Rodin queria, reconhecendo em seguida como a sociedade explorava as mulheres.
Quando Rodin viu a escultura A Idade Madura pela primeira vez em 1899, sua reação foi de
choque e fúria. Imediatamente ele cessou seu suporte a Camille e pressionou o
ministro de belas artes que cancelasse pagamentos para obras em bronze. Esculpir
era uma arte cara e Camille recebia poucas encomendas devido ao seu estilo
pouco comum para o gosto da época, o que a endividou.
Apesar de ter destruído parte de seu acervo, cerca
de 90 estátuas de Camille sobreviveram. A força e a grandiosidade de seu
talento estavam na verdade em um lugar muito incômodo: entre a figura
legendária de Rodin e a de seu irmão que se tornou um dos maiores expoentes da
literatura de sua geração. E não é difícil ler que as questões de gênero
permeiam esse lugar menor dedicado a Camille.
De 1903 em diante Camille começa a exibir seus
trabalhos no Salão de Paris, ou no Salon d'Automne. É considerada
pelos críticos de arte e escritores como um gênio da escultura, uma revolta
contra os padrões estabelecidos para as mulheres. Seus trabalhos iniciais podem
demonstrar influência de Rodin, mas mostram seu conhecido lirismo e farta
imaginação.
Após 1905, Camille pareceu desenvolver
algum transtorno mental. Ela destruiu muitas de suas obras, desaparecia
por longos períodos de tempo e exibia sinais de paranoia, tendo sido
diagnosticada com esquizofrenia. Ela acusava Rodin de roubar suas
ideias e de armar um complô para assassiná-la.
Seu pai aprovava seu estilo de vida e sua escolha
profissional e a manteve financeiramente até sua morte em 2 de março de 1913,
fato que não foi informado a Camille. Dias depois, em 10 de março, seu irmão
Paul Claudel internou-a abusivamente no hospital psiquiátrico de Ville-Évrard,
em Neuilly-sur-Marne. No formulário diz que o internamento foi
"voluntário", mas foi assinado apenas pelo irmão de Camille e pelo
médico responsável. Há registros que mostram que, embora ela tenha tido surtos,
estava completamente lúcida enquanto trabalhava na sua arte. Os médicos
tentaram convencer a família de que Camille não precisava de ser internada, mas
mesmo assim eles a mantiveram lá.
Em 1914, os pacientes foram transferidos
para Enghien, para se protegerem do avanço de tropas alemãs. Em 7 de
setembro de 1914, Camille foi transferida, junto de várias mulheres, para o
Asilo de Montdevergues, em Montfavet, a seis quilômetros de Avignon.
Sua mãe proibiu Camille de receber cartas de qualquer pessoa, a não ser do
irmão. O hospital propôs novamente que Camille não tinha por que ser mantida
encarcerada, mas a família se recusava a lhe dar a dispensa. Em 1º de
junho de 1920, o médico Dr. Brunet mandou uma carta à mãe para que
tentasse reintegrar a filha ao convívio familiar, mas nunca recebeu resposta.
Seu irmão Paul Claudel a visitou apenas setes vezes
em 30 anos: 1913, 1920, 1925, 1927, 1933, 1936, 1943. Sempre se referia às
visitas como tensas. Sua irmã Louise a visitou apenas uma vez, em 1929. Sua
mãe, porém, nunca a visitou.
Camille Claudel faleceu em 19
de outubro de 1943, após viver 30 anos no hospício de Montfavet.
Em setembro de 1943, Paul foi informado sobre a doença terminal de sua irmã,
tendo dificuldades de atravessar a França ocupada, durante
a Segunda Guerra Mundial, mas não estava presente nem na sua morte nem em
seu funeral. Sua mãe faleceu em 20 de junho de 1929 e sua irmã também não
foi a Montfavet. O corpo de Camille foi enterrado no cemitério da instituição
em uma vala comum.
Ela morreu sozinha em 1943. Hoje em dia, seu
talento é celebrado e ela ganhou um museu em sua homenagem na França, o Museu
Camille Claudel.
Fonte
segunda-feira, 20 de julho de 2026
sexta-feira, 17 de julho de 2026
Dicas de série: All Her Fault, documentário: Nixon by Nixon: In His Own Words e filme: Noxon.
O desenrolar da história é excelente.
Recomendo!
Prime

Drama, Suspense
Elenco: Sarah
Snook, Michael Peña, Dakota Fanning
Nacionalidade Reino Unido
Sinopse
Em All Her Fault, o pior pesadelo de qualquer pai e mãe se torna realidade na vida de Marissa e Peter Irvine. Quando Marissa chega para buscar seu filho Milo na casa de um colega da nova escola, a mulher que atende a porta garante que nunca ouviu falar de Milo ou de Marissa. Desesperada e pensando o pior, Marissa embarca numa caçada pelo paradeiro de Milo que desapareceu sem deixar rastros. Desvendar esse mistério não será fácil ou aproximará Marissa e Peter. Pelo contrário, a família passa a se desintegrar. Enquanto isso, Marissa forja um forte laço e uma marcante aliança com a nova amiga Jenny Kaminski (Dakota Fanning). Juntas, elas buscam por Milo, desvendando profundos segredos familiares que alteram a vida de ambas. Encarregado pela polícia de encontrar Milo e os sequestradores, o Detetive Alcaras (Michael Peña) também se infiltra na grande e compleza teia de mentiras e segredos envolvendo as famílias Irvine e Kaminski, indo até mesmo aos limites de seu código moral e ético pela verdade.
Excelente documentário que tem como base as gravações feitas (escondidas diga-se de passagem) pelo então presidente Nixon.
Melhor que o
filme.
HBO
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Documentário,
História
Direção: Peter W.
Kunhardt
Título original: Nixon
by Nixon: In His Own Words
Sinopse
Este revelador documentário explora vários aspectos do
episódio da renúncia de Richard Nixon, que costumava gravar suas conversas
privadas.
Achei esse filme superchato!
Me pareceu um Nixon com mania de perseguição, com ficção na família Kennedy.
O filme ganhou o Oscar de 1996 nas seguintes categorias: melhor ator, melhor
atriz coadjuvante, melhor trilha sonora e melhor roteiro original.
DISNEYPLUS

Biografia, Drama, Histórico
Direção: Oliver Stone
Roteiro Oliver Stone, Stephen
J. Rivele
Elenco: Anthony Hopkins, Joan
Allen, Powers Boothe
Sinopse
A incrível trajetória de Richard Nixon (Anthony Hopkins) desde a sua infância, passando por sua derrota para John F. Kennedy, sua ascensão política, que teve como ápice ser eleito duas vezes presidente, e sua subsequente queda com o escândalo Watergate, que o aniquilou politicamente.
