RENATA FONSECA

domingo, 11 de fevereiro de 2024

Dicas de série: 1923, documentário curta indicado ao Oscar 2024 The ABCs of book banning e filme indicado ao Oscar 2024 Assassinos da lua das flores.

Olá pessoal!

No geral eu gostei da série, principalmente os últimos episódios.

Pelo que vi terá uma segunda temporada.

1923 

PARAMONT


Drama, Histórico, Faroeste

Criado por: Taylor Sheridan

Elenco: Harrison Ford, Helen Mirren, Brandon Sklenar

Nacionalidade: EUA

Relacionado com: Yellowstone

Sinopse

Em 1923, série derivada de Yellowstone, conhecemos uma nova geração da família Dutton, dessa vez sobrevivendo ao início do século 20. Entre alguns dos desafios que os rancheiros terão de enfrentar estão secas históricas, pandemias e os períodos conhecidos como Proibição e a Grande Depressão. A trama é focada em Cara Dutton (Helen Mirren) e Jacob Dutton (Harrison Ford), donos do Rancho Yellowstone, enquanto enfrentam inimigos poderosos que ameaçam sua posse de terras. Ambientado durante a Grande Depressão, período de crise econômica, 1923 apresenta os enormes conflitos vividos pelos personagens durante esse momento histórico. Além disso, a trama também lida com as consequências da expansão territorial para o Oeste dos Estados Unidos e a devastação das comunidades nativas.

Devo confessar que dei uns cochilos no começo, mas no desenrolar do filme fiquei bem atenta, lembrei muito da série 1923. Juro que me deu vontade de acelerar o filme várias vezes, fiquei revoltada. Não vou dar spoiler!

Quando descobri que foi baseado em uma história real fiquei chocada.

Indicadoa 10 categorias no Oscar incluindo melhor Filme, Melhor Direção para Scorsese, Melhor Atriz para Lily Gladstone e Melhor Ator Coadjuvante para Robert De Niro.

Na minha opinião Leonardo DiCaprio merecia uma indicação.

Assassino da lua das flores 

NETFLIX


Drama, Histórico, Suspense

Direção: Martin Scorsese

Roteiro Eric Roth, Martin Scorsese

Elenco: Leonardo DiCaprio, Lily Gladstone, Robert De Niro

Título original Killers of the Flower Moon

Sinopse

Assassinos da Lua das Flores, filme do diretor Martin Scorsese, é inspirado no best-seller homônimo do escritor David Grann e também baseado em uma história real. O ano é 1920, na região norte-americana de Oklahoma e misteriosos assassinatos acontecem na tribo indígena de Osage, uma terra rica em petróleo. O caso foi investigado pelo FB, agência que tinha acabado de ser criada na época.

Os assassinatos dados a partir de circunstâncias misteriosas na década de 1920, assolando os membros da tribo Osage, acaba desencadeando uma grande investigação envolvendo o poderoso J. Edgar Hoover, considerado o primeiro diretor do FBI. Durante a investigação é descoberto um esquema do pecuarista William Hale (Robert De Niro), que convenceu seu sobrinho Ernest Burkhart (Leonardo Di Caprio) a se casar com Mollie Kile (Lily Gladstone) a fim de melhorar as condições da reivindicação das preciosas terras.


Não vou mentir que só assistir a esse documentário curta por estar indicado ao Oscar 2024. Ainda bem!!! Fiquei impressionada com as opiniões das crianças, pareciam adultos falando.

The ABCs of book banning

PARAMOUNT



Título  The ABCs of Book Banning (Original)

Dirigido por    Nazenet Habtezghi Sheila Nevins Trish Adlesic

Duração: 27 minutos

Gênero: Documentário

Países de Origem: Estados Unidos da América

Sinopse

Revela as vozes das partes afetadas pelos livros banidos dos distritos escolares, inspirando esperança para o futuro através dos insights profundos das mentes jovens e curiosas.


 

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

Cristóbal Balenciaga.

Olá pessoal!

Depois de assistir a série percebi que nunca tinha feito nenhuma pesquisa sobre ele. Não encontrei muitas coisas pois vivia uma vida discreta.

Sobre Cristóbal

Cristóbal Balenciaga Eizaguirre (Getaria, 21 de janeiro de 1895 — Valência, 23 de março de 1972) foi um estilista espanhol e o fundador da casa de moda Balenciaga.

Nascido em uma pequena localidade no País Basco, em uma família humilde e muito católica, Cristóbal Balenciaga era filho de um pescador e de uma costureira, com quem passava a maior parte do tempo enquanto ela trabalhava. Aos doze anos de idade, ele começou a trabalhar como aprendiz de alfaiate. Quando adolescente, a marquesa de Casa Torres tornou-se sua cliente e patrona. Ela mandou-o a Madri, onde recebeu treinamento profissional.

 


Para o costureiro, Paris dificilmente representava novidades ou desafios. Desde que abriu seu primeiro ateliê na Espanha – seriam três no futuro –, em 1917, Balenciaga visitava a capital francesa duas vezes por ano, onde comprava moldes de grandes nomes, como Vionnet e Lanvin, para reproduzir e vender vestidos em sua terra natal.

A família real espanhola e a aristocracia usavam suas roupas, mas quando a Guerra Civil Espanhola (1936-1939) explodiu, Balenciaga foi obrigado a fechar suas lojas e partir para Paris. Lá abriu uma loja na Avenue George V em agosto de 1937.

Panorâmica do salão fincado no primeiro andar do ateliê de Cristóbal Balenciaga em Paris, em clique de 1937



O endereço que escolheu para trabalhar, comprado com a ajuda dos sócios, o empresário Wladzio d’Attainville e o designer Nicolas Bizcarrondo, também facilitou seu sucesso inicial. Rodeado de outros estabelecimentos de luxo e próximo aos lugares frequentados pela elite espanhola imigrante, como a Pont de l’Alma, ali era o local ideal para atrair as primeiras clientes.

Durante toda a vida, Balenciaga foi avesso às propagandas e aos anúncios. Seu talento e suas criações comunicavam o necessário para fazer dele uma lenda na cidade e um desejo nos guarda-roupas das mulheres mais refinadas. Uma equipe de vendedoras, responsáveis pela relação das clientes com o ateliê. Em 1937, eram três: Florette, Marthe e Maria. A primeira continuou ao lado de Cristóbal durante as mais de três décadas em que a maison ficou aberta.

A escolha de materiais luxuosos também impressionava na obra do costureiro. Ainda em 1938, cetins, lamês, tules, veludos e rendas flertavam com uma sugestão de excentricidade artística e aristocrática que compradores e imprensa rapidamente associavam com suas origens espanholas. O visual final, porém, trazia à realidade o lado austero e discreto, tomado de tons neutros e negros, presentes ao longo de toda a sua produção.

Foi somente a partir do período pós-guerra que Balenciaga se tornou um estilista original e reconhecido. Em 1951, ele transformou totalmente a silhueta, alargou os ombros e removeu a cintura de suas criações. Em 1955, desenhou o vestido de túnica, que, mais tarde, virou o vestido chemise de 1957. Em 1959, seu trabalho tornou-se um império, com vestidos de cintura alta e casacos cortados como quimonos. Tais criações são consideradas obras-primas da alta costura das décadas de 1950 e 1960.




Vestidos de Cristóbal Balenciaga concebidos para a Harrods, em 1938

Balenciaga também deu aulas de moda, inspirando outros estilistas como Oscar de la Renta, André Courrèges, Emanuel Ungaro e Hubert de Givenchy.

Igor Uria Zubizarreta, diretor de coleções no Museu Cristóbal Balenciaga, em Getaria, explica que “Balenciaga fazia a mesma silhueta que os outros, mas com detalhes que atestavam seu diferencial”.

A principal expressão desses detalhes estava nas combinações de cores, entre as quais o especialista ressalta “o branco e o preto, o preto e o rosa, e o branco e o vinho”. A mistura com a rosa atraiu atenção especial da imprensa e dos compradores, que costumavam adquirir modelos originais para vender reproduções licenciadas, e mais baratas, em outros países.

Seu principal atributo, entretanto, foi a preocupação com a construção e estrutura das peças, característica que não surgiu em Paris. “As peças anteriores a 1937 mostram a importância do corte para ele. Nos croquis dos anos 1930, o detalhe mais importante era o corte do vestido e a direção do tecido. Ele era um minimalista e prezava pelo menor número de costuras possíveis em cada peça”, explica o diretor da instituição.

Em termos modernos, pode-se dizer que Balenciaga era adepto do conforto. Distante das silhuetas mais firmes de Christian Dior, que viria a ser seu principal rival no período pós-Guerra, o espanhol costurava para facilitar o movimento – ideal herdado de suas grandes referências: Madeleine Vionnet, Louise Boulanger e Coco Chanel.

Em 1968, Balenciaga fechou sua casa de moda ao perceber o advento do Prêt-à-porter, iniciado pelos franceses. Depois de décadas vestindo as socialites e os aristocratas mais elegantes do mundo, o “maestro da moda”, como Christian Dior o chamava, deixava definitivamente a cena da alta-costura.

Faleceu pouco tempo depois, aos setenta e sete anos de idade.

Hoje, a casa de moda Balenciaga está sob a direção do belga Demna Gvasalia, e pertence ao Grupo Gucci desde 2001.

Fontes

https://pt.wikipedia.org/wiki/Crist%C3%B3bal_Balenciaga

https://elle.com.br/moda/balenciaga-um-espanhol-em-paris


 

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

Dicas de série: Cristóbal Balenciaga e filmes:  Golda - A mulher de uma nação e A sociedade da neve.

Olá pessoal!

Não sabia nada sobre o famoso Balenciaga e achei a série excelente.

Cristóbal Balenciaga

STAR PLUS




Drama, Biografia

Criado por: José Mari Goenaga, Jon Garaño, Aitor Arregi

Elenco: Alberto San Juan, Belén Cuesta, Josean Bengoetxea

Nacionalidade: Espanha

Sinopse

Nesta série sobre Balenciaga, acompanhamos a jornada de Cristóbal, um homem enigmático e extraordinariamente talentoso. Obcecado em encontrar um estilo próprio, o criador precisa lidar com adversidades e o julgamento externo, além da solidão de ser um artista que precisa desafiar constantemente as convenções sociais em sua carreira. De origem humilde, a produção retrata como Balenciaga se tornou um dos estilistas mais importantes da história.


Já tinha lido a biografia de Golda tem um tempinho, ela era retada.

No filme trata especificamente da Guerra do Yom Kippur.

Gostei muito do filme!

Indicado ao Oscar de 2024 na categoria melhor maquiagem e penteado, Só não entendi o motivo de Helen Mirren não ser indicada para a categoria de melhor atriz.

Golda – A mulher de uma nação

PRIME VIDEO


Biografia, Drama, Histórico

Direção: Guy Nattiv

Elenco: Helen Mirren, Camille Cottin, Rami Heuberger

Título original: Golda

Sinopse

A primeira-ministra israelense Golda Meir (Helen Mirren), também conhecida como a "Dama de Ferro de Israel", deve tomar decisões extremamente importantes e é responsável pela segurança de seu país em 1973, quando Egito, Síria e Jordânia lançam um ataque surpresa contra Israel em seu dia santo. Durante a Guerra do Yom Kippur, as vidas de muitas pessoas são de sua responsabilidade e ela deve prevalecer contra os membros do gabinete exclusivamente masculinos que são hostis a ela.

Filme que vai concorrer ao Oscar 2024 nas seguintes categorias:  melhor filme internacional e melhor maquiagem e penteado.

Não vou mentir que em alguns momentos peguei o celular. Tem umas cenas angustiantes.

 A SOCIDADE DA NEVE

NETFLIX

Vivos é um filme que trata do mesmo tema é de 1993. Não sei se tem em algum streaming. 


Drama, Suspense

Direção: Juan Antonio Bayona 

Roteiro Juan Antonio Bayona, Bernat Vilaplana

Elenco: Enzo Vogrincic Roldán, Simón Hempe, Matías Recalt

Título original: La sociedad de la nieve

Sinopse

Inspirado em uma história real e baseado no livro homônimo de Pablo Vierci, A Sociedade da Neve fala sobre o caso que ocorreu em 1972, quando o voo 571 da Força Aérea Uruguaia, fretado para levar uma equipe de rugby ao Chile, cai em uma geleira no coração dos Andes. Apenas 29 de seus 45 passageiros sobrevivem ao acidente. Presos em um dos ambientes mais inacessíveis e hostis no planeta, eles são obrigados a recorrer a medidas extremas para se manterem vivos.

@renatafashionfonseca