RENATA FONSECA

domingo, 14 de novembro de 2021

Mulher na história: Luísa Margarida de Barros Portugal a Condessa de Barral.

Olá pessoal!

Mais um personagem real da novela Nos tempos do imperador a Condessa de Barral. Mary Del Priore tem um livro sobre a Condessa que já está na lista de compras, mas como não aguento esperar fiz uma pesquisa.

Não sabia que ela era minha conterrânea! Uma baiana retada.


Luísa Margarida de Barros Portugal (Santo Amaro da Purificação, 13 de abril de 1816 — França, 14 de janeiro de 1891), mais tarde, na França, por casamento, condessa de Barral e marquesa de Monferrato, e no Brasil condessa da Pedra Branca, foi uma nobre brasileira. Preceptora das princesas D. Isabel e D. Leopoldina, ela foi a grande paixão do imperador D. Pedro II do Brasil e uma das mais vivazes figuras da corte do rei Luís Filipe I da França.

Luísa era a única filha de Domingos Borges de Barros, o visconde de Pedra Branca, estadista do primeiro reinado, e de sua esposa Maria do Carmo Gouveia Portugal, descendente de tradicionais famílias de Cristãos-novos da Bahia e do último rabino da Espanha antes da inquisição.

Desde cedo, passou a viver com a família entre a França e o Brasil.

Luísa então desposou Eugène de Barral, conde de Barral  e 4.° marquês de Montferrato, parente distante de Alexandre de Beauharnais, Visconde de Beauharnais, primeiro marido de Josefina de Beauharnais, a famosa esposa de Napoleão Bonaparte. Isso fazia dele primo em 5º grau da Imperatriz do Brasil e segunda esposa de D. Pedro I, a Imperatriz Amélia de Leuchtenberg, e passou a viver na corte do rei Luís Filipe I. Eles tiveram um filho, Horace Dominique.

Com o seu casamento, ela se tornou amiga e dama de companhia de D. Francisca de Bragança, a princesa de Joinville, irmã de D. Pedro II. Quando a madrasta do imperador, D. Amélia de Leuchtenberg, recusou a tarefa de ser preceptora de suas duas filhas, D. Francisca indicou Luísa Margarida Portugal de Barros ao imperador.

Após muita negociação e a certificação de seus poderes, Luísa aceitou o posto. Momentaneamente distanciada do marido, Eugène, e acompanhada de seu filho, transferiu-se para o Rio de Janeiro.

A condessa passou a residir em uma casa alugada, uma vez que, por ter uma família, não poderia se contentar com um apartamento no Palácio de São Cristóvão. Foi, também, nomeada dama de companhia de D. Teresa Cristina em setembro de 1855, apesar de que a verdadeira companheira da imperatriz fosse Josefina da Fonseca Costa.

Luísa Margarida tratou logo de estabelecer sua autoridade no palácio, um local em que o poder era muito disputado, e por isso causou a fúria de muitos dos funcionários mais interesseiros. Possuía personalidade exuberante, ar assertivo, inteligência e, ao mesmo tempo, contraditória mentalidade católica, além de beleza física. Dotada de cultura sólida e amiga de intelectuais e celebridades da época, como Franz Liszt e o conde de Gobineau, a condessa servia de intermediária entre o imperador e muitos intelectuais, com os quais D. Pedro II trocou vasta correspondência.

D. Pedro II sentia-se atraído por tipos parecidos com o de sua madrasta D. Amélia. A condessa, assim, tornou-se amiga íntima do imperador e, segundo a maioria dos historiadores contemporâneos, sua amante. Imediatamente, criou-se um conflito entre a imperatriz D. Teresa Cristina e a condessa de Barral. No entanto, logo ficou claro que a condessa iria tentar rivalizar com a imperatriz e não há provas conclusivas de que tenha consumado seu caso com o imperador. As poucas correspondências remanescentes entre eles levam à dúvida se o relacionamento de ambos não foi puramente platônico. Afinal, apesar de moderna e liberal, Luísa Margarida aparentava ser uma católica rígida.

O relacionamento, uma amizade colorida ao tom das que existiam na França durante o período romântico, duraria até o ano da morte de ambos. Durante um largo período, manteve-se apenas por via epistolar. O imperador encontrou-se com a amiga nas duas viagens que empreendeu à Europa, em 1870 e 1887, e nos últimos meses de vida, quando, viúvo e exilado, passou algumas temporadas na residência da condessa, em Cannes.

D. Pedro II teria mantido romances também com outras mulheres, como a condessa de Villeneuve, a madame de La Tour e Eponina Otaviano. As duas primeiras eram amigas pessoais dela e teriam sido apresentadas ao imperador como forma de "entreterem" o amante. A condessa de Barral viria a falecer poucos meses antes do imperador.

Na década de 1940, o conde de Barral e marquês de Montferrat, seu neto, doou ao Museu Imperial de Petrópolis as cartas trocadas entre sua avó e o imperador do Brasil, que evidenciam o relacionamento entre ambos. O acordo entre a condessa e o imperador dizia que ambos deveriam queimar as cartas recebidas um do outro imediatamente após serem lidas. Embora D. Pedro II tenha seguido as regras, Luísa Margarida desobedecia-lhes esporadicamente e guardava algumas cartas. Assim, as únicas cartas que sobreviveram foram recebidas pela condessa, mas nenhuma enviada por ela ao imperador.

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADsa_Margarida_de_Barros_Portugal

 


 

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

Podcast Bate papo com as amigas: Feriadão dedicado a sétima arte.
Dicas de filmes: Inferno, A seita e A hora do pesadelo.

Olá pessoal!

Baseado no livro de Dan Brown.

Gostei bastante dos outros filmes, talvez por ter lido os livros antes.

Dessa vez assisti o filme antes de ler o livro. Estava achando um porre! Até que teve uma reviravolta e o filme ficou bem interessante.

Gostei.

AXN/APP SKY

Inferno


PS: no meio do filme aparecia um comercial. AFF!

Suspense, Policial

Direção: Ron Howard

Roteiro David Koepp, Dan Brown

Elenco: Tom Hanks, Felicity Jones, Ben Foster

SINOPSE

Inferno se passa em Florença, Itália. Robert Langdon (Tom Hanks) desperta em um hospital, com um ferimento na cabeça provocado por um tiro de raspão. Bastante grogue, ele é tratado por Sienna Brooks (Felicity Jones), uma médica que o conheceu quando ainda era criança. Langdon não se lembra de absolutamente nada que lhe aconteceu nas últimas 48 horas, nem mesmo o porquê de estar em Florença. Subitamente, ele é atacado por uma mulher misteriosa e, com a ajuda de Sienna, escapa do local. Ela o leva até sua casa, onde trata de seu ferimento. Lá Langdon percebe que em seu paletó está um frasco lacrado, que apenas pode ser aberto com sua impressão digital. Nele, há um estranho artefato que dá início a uma busca incessante através do universo de Dante Alighieri, autor de "A Divina Comédia", de forma a que possa entender não apenas o que lhe aconteceu, mas também o porquê de ser perseguido.

O GLOBOPALY colocou um pacote de filmes de terror pelo dia das bruxas. Separei alguns que ainda não tinha assistido.

A seita foi um dos escolhidos.

Gostei, masssss achei o final fraco.

Como se o roteirista tivesse ficado sem criatividade.

A seita



Terror, Suspense

Direção: Phil Joanou

Roteiro Robert Ben Garant

Elenco: Jessica Alba, Lily Rabe, Thomas Jane                                                                    

Título original The Veil

SINOPSE

Na década de 1980, vários membros da seita religiosa Véu do Céu cometeram suicídio coletivo. A única sobrevivente foi uma garota de cinco anos. Vinte cinco anos depois, uma equipe, liderada por Maggie (Jessica Alba) deseja fazer um documentário sobre o tema e procura a sobrevivente. Eles voltam ao lugar onde tudo aconteceu e descobrem que há coisas estranhas no local.

Primeiro filme foi 1986. Adorava esse filme quando era adolescente, assistir a maioria das sequencias. Mas não lembro de absolutamente nada! Rs....

Na pegada do dia das bruxas resolvi assistir a versão de 2010.

Gostei bastante. Tomei uns bons sustinhos.

GLOBOPLAY

A hora do pesadelo



Terror

Direção: Samuel Bayer

Roteiro Wesley Strick, Eric Heisserer

Elenco: Jackie Earle Haley, Kyle Gallner, Rooney Mara

Título original A Nightmare on Elm Street

 Sinopse

Um grupo de adolescentes de um subúrbio americano tem um sonho em comum, envolvendo Freddy Krueger (Jackie Earle Haley). Ele é um assassino desfigurado, que sempre os persegue em seus sonhos. Enquanto eles estão acordados não há risco algum, mas quando adormecem é a chance que Krueger tem para dominá-los.


 

terça-feira, 9 de novembro de 2021

O que é clean beauty?

Olá pessoal!

Estava passeando pelo Instagram e no IG do Dia de beaute e o post sobre clean beauty. Não fazia ideia do que é. Achei interessante e por isso estou compartilhando com vocês.

 


A Clean Beauty é um movimento no mercado cosmético que engloba produtos livres de ingredientes controversos, ou seja, os produtos conhecidos como “free from”, que são livres de substâncias que podem, de alguma forma, causar danos à pele ou ao organismo dos usuários. Essas substâncias estão presentes em uma lista que está em constante evolução. Conforme novos estudos vão demonstrando a toxicidade de algum ativo cosmético, este passa a fazer parte da lista.

Não existe nenhum selo ou regulação governamental que diga quais marcas são ou não “limpas".

Cada uma a seu modo segue preceitos relacionados ao que o próprio mercado convencionou ser clean.

De uma forma geral, esses preceitos são: Tendência de incorporar ingredientes naturais em maior proporção do que sintéticos.

Fontes: https://www.instagram.com/diadebeaute/

https://www.lojaadcos.com.br/belezacomsaude/clean-beauty/#:~:text=O%20que%20%C3%A9%20o%20conceito,ou%20ao%20organismo%20dos%20usu%C3%A1rios.


 

@renatafashionfonseca