terça-feira, 16 de janeiro de 2024
Podcast Bate papo com as amigas: Férias! Magic Kingdom/Disney.
quarta-feira, 1 de novembro de 2023
Dicas de documentário: Homens comuns: assassino do Holocausto, filmes Sobrenatural: a porta vermelha e A guerra dos sexos.
NETFLIX

Elenco de Homens Comuns - Assassinos do Holocausto: Benjamin
Ferencz
Brian Cox (I) narrador
Homens Comuns - Assassinos do Holocausto
Ganz normale Männer - Der 'vergessene Holocaust'
2022
Este documentário mostra o que fez com que milhares de
cidadãos alemães comuns cometessem atrocidades como membros da polícia nazista
durante o Holocausto.
Nem sabia que esse filme era uma franquia, não
lembro de ter assistido os outros filmes. Estou dando sorte com filmes de
terror, para quem gosta do gênero esse muito bom.
Sobrenatural: a porta vermelha.
HBO MAX
Terror, Fantasia
Direção: Patrick Wilson
Roteiro Scott Teems
Elenco: Patrick Wilson, Rose
Byrne, Ty Simpkins
Título original Insidious: The Red Door
Sinopse
Sobrenatural: A Porta Vermelha, quinto filme da
franquia, se passa 10 anos após os eventos de Sobrenatural: Capítulo 2. A trama
de Sobrenatural: A Porta Vermelha volta a seguir a família Lambert, formada por
Renai (Rose Byrne), Josh (Patrick Wilson, Foster (Andrew Astor), Dalton (Ty
Simpkins) e Kali (Juliana Davies). Josh segue para o leste para deixar seu
filho, Dalton, na faculdade. Dalton acabou de ingressar na faculdade, no
entanto, o sonho do jovem logo se torna um pesadelo, e ele logo se dá conta de
que ainda está muito longe de conseguir levar uma vida normal. Quando os
demônios reprimidos de seu passado voltam repentinamente para assombrar os
dois, ele e o pai são obrigados a retornar à macabra dimensão da Porta
Vermelha, enfrentando uma série de novas e ainda mais terríveis ameaças e
encarando seus medos mais profundos para, só assim, banirem seus demônios de
uma vez por todas.
Esse filme passou recentemente na Tela Quente como durmo cedo não consegui assistir. Achei o filme no STAR PLUS.
Adoro filmes baseados em histórias reais! Nós mulheres
seguimos na luta.
Gostei muito.
Quase não reconheço Emma Stone.
A guerra dos sexos

Biografia, Drama, Comédia
Direção: Jonathan Dayton, Valerie Faris
Roteiro Simon Beaufoy
Elenco: Emma Stone, Steve Carell, Andrea
Riseborough
Título original Battle of the Sexes
Sinopse
Uma disputa de tênis entre o ex-campeão Bobby
Riggs (Steve Carell) e a líder da classificação mundial Billie Jean King (Emma
Stone) se torna centro de um debate global sobre igualdade de gêneros. Presos
sob a atenção da mídia e com ideologias diferentes, Riggs tenta reviver as
glórias do passado, enquanto King questiona sua sexualidade e luta pelos
direitos das mulheres.
sexta-feira, 7 de julho de 2023
Podcast Bate papo com as amigas: Inclusão além da escola/colégio.
Olá pessoal!
No episódio dessa semana comento sobre como será o futuro dos alunos de inclusão para além da escola/colégio.
Spotify:https://open.spotify.com/episode/62XyDx21cLBhvXx9LCRxAB?si=oVlWpCENTCCdHf5BrM-ZOg
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022
No dia 13 de fevereiro de 2022 completou
100 anos da Semana de Arte Moderna, movimento importantíssimo para as artes no
Brasil.
No Youtube de Lilia Schwarcz tem um pequeno vídeo falando sobre a SAM.
Vamos saber mais sobre esse importante movimento que
perpetua sua influência até hoje.
O
ano de 1922 foi bastante simbólico: era o primeiro centenário da independência
do Brasil, e o país passava por uma série de mudanças sociais,
políticas e econômicas – especialmente após o fim da
Primeira Guerra Mundial.
A
movimento artístico predominante era o parnasianismo (caracterizado por um pensamento
bastante formal, mais preocupado com a forma do que com a mensagem). E a SAM
surgiu como uma intervenção a esse modelo.
O
momento era de uma forte industrialização em São Paulo que afastava a
cidade de se tornar um polo cultural no Brasil – esse título pertencia ao Rio
de Janeiro. Muito inspirados nas vanguardas europeias, os artistas se reuniram
no Teatro Municipal para apresentar um novo conceito artístico, que mais tarde influenciaria em
diversas vertentes como o Tropicalismo de Caetano Veloso e Gilberto Gil.
A
Semana de Arte Moderna aconteceu entre os dias 13 e 18 de fevereiro de 1922.
Música, poesia, pintura, dança, entre outros foram apresentados durante o
período. Apesar de inspirações europeias, a proposta foi explorar a
brasilidade e valorizar o território nacional como berço de inspiração cultural.
Durante o evento, houve uma agitação coletiva (algumas positivas e outras nem tanto assim), já que o encontro dos artistas pretendia criar uma ruptura no modo de se fazer e consumir arte – que, na época, era algo mais elitista e voltado para um público seleto.
Os
artistas da Semana de Arte Moderna eram, em sua maioria, descendentes de
famílias cafeeiras de São Paulo, em uma época que predominava a
política do “Café com Leite” e por isso tinham grande influência nos assuntos
sociais da cidade.
Boa
parte dos artistas também haviam estudado na Europa e trouxeram de lá algumas tendências artísticas como
o futurismo, cubismo, dadaísmo, surrealismo, expressionismo; e incorporaram
técnicas e um lado mais brasileiro para criar suas próprias obras.
O
evento foi muito criticado na época, recebendo adjetivos como “pouco moderno”,
mas a verdade é que serviu como um divisor de águas entre a forma de fazer (e consumir)
arte da época, já que fez críticas bem severas ao modelo parnasiano.
Grandes nomes de artistas brasileiros se destacaram no evento. Entre eles podemos citar alguns:
Oswald de Andrade;
Anita Malfatti;
Mário de Andrade;
Manuel Bandeira;
Heitor Villa-Lobos;
Di Cavalcanti;
Graça Aranha;
Sérgio Milliet;
Guimar Novaes.
Além desses, alguns nomes da arquitetura moderna também estiveram presentes como Antônio
Garcia Moya e Georg Przyrembel.
Após
esse evento, algumas obras de grande importância surgiram no país, como o Abaporu,
em 1928, de Tarsila do Amaral, considerada hoje a obra de arte brasileira de
porta de entrada para o país – que inclusive, foi exibida em uma exposição de
comemoração aos 50 anos da Semana de Arte Moderna.
De
maneira geral, houve uma grande revolução na linguagem artística e uma ruptura na arte erudita que
predominava até então.
Apesar de ter provocado irritação e
algazarra no público presente por suas visões, a Semana conseguiu revelar novos
grupos, artistas e publicações, tornando a arte moderna uma realidade cultural
no Brasil.
https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2022/02/08/semana-de-arte-moderna-onde-ver-ler-e-ouvir-obras-de-1922.ghtml
https://casacor.abril.com.br/arte/semana-de-arte-moderna-de-22-o-que-foi-o-evento/
