terça-feira, 28 de junho de 2022
segunda-feira, 27 de junho de 2022
sexta-feira, 24 de junho de 2022
Dicas de filmes: Mary Shelley e Disque M para matar e série documental: Casão - Num jogo sem regras.
NETFLIX
Drama, Histórico
Direção: Haifaa Al Mansour
Roteiro Haifaa Al Mansour
Elenco: Elle Fanning, Douglas Booth, Tom Sturridge,
Gracy Kelly
Sinopse
A história do romance entre o carismático poeta
Percy Shelley e Mary Wollstonecraft, uma jovem de 17 anos que viria a se tornar
a aclamada escritora Mary Shelley.
Nunca tinha assistido, amei a trilha sonora e o figurino
deslumbrante de Grace Kelly.
Alfred é um dos meus diretores favoritos.
HBO MAX
Dique M para matar
Suspense, Policial
Direção: Alfred Hitchcock
Elenco: Ray Milland, Grace
Kelly, Robert Cummings
Título original Dial M. for Murder
Sinopse
Em Londres, um ex-tenista profissional decide matar
sua mulher, para poder herdar seu dinheiro e também como vingança por ela ter
tido um affair um ano antes, com um escritor que vivia nos Estados Unidos, mas
que no momento está na cidade. Ele chantageia um colega de faculdade para
estrangulá-la, dando a entender que o crime teria sido cometido por um ladrão.
Mas quando algo sai muito errado, ele vê uma maneira de dar um rumo aos
acontecimentos em proveito próprio.
Excelente documentário.
GLOBOPLAY
Casão - Num jogo sem regras
Documentário
Elenco: Walter Casagrande, Galvão Bueno, Baby do Brasil
Nacionalidade Brasil
Sinopse
Em Casão – Num Jogo Sem Regras, série documental original Globoplay, conhecemos com mais detalhes a carreira do ex-jogador e comentarista Walter Casagrande Júnior. A produção busca explorar o personagem inquieto, apaixonado e contestador que fizeram de Casagrande uma figura tão querida e, ao mesmo tempo, emblemática na história do esporte brasileiro. Acompanhamos desde a infância de Casagrande, em que sofreu com o alcoolismo do pai e a morte precoce da irmã mais velha, até seu início promissor e ascensão meteórica no futebol. Além disso, a série retrata com detalhes o início da fase histórica conhecida como a Democracia Corinthiana. Outros pontos abordados pela série revelam as dificuldades que Casagrande enfrentou depois de sua carreira no exterior e após sua aposentadoria.
quinta-feira, 23 de junho de 2022
Olá pessoal!
Rosalind foi muito importante para ciência, só fui tomar conhecimento dela por conta de uma exposição no colégio que eu presto serviço em homenagem ao dia das mulheres.
Achei a história dela incrível!
Mais uma mulher que está na história. Vamos saber mais sobre ela.
Pioneira nas pesquisas de biologia
molecular, a biofísica britânica Rosalind Franklin ficou conhecida no meio
científico por seu trabalho sobre a difração dos raios-x, além de ter
descoberto o formato helicoidal do DNA e ganhar o título póstumo de “mãe do
DNA”.
Por ser, talvez, umas das mulheres mais injustiçadas da ciência moderna, o reconhecimento de Rosalind foi impedido pelo seu chefe, o biólogo molecular Maurice Wilkins, nos anos 1950. Wilkins não a aceitava como autora da descoberta do formato helicoidal do DNA e chegou a ofender Rosalind em diversas cartas que trocou com outros cientistas da mesma área de atuação.
Nascida em Londres em 1920, Rosalind Franklin se destacou nas aulas de ciências desde muito nova, tendo estudado em uma das poucas escolas para garotas que ensinavam física e química na sua época. Decidiu que queria ser cientista aos 15 anos, contrariando a vontade de seus pais, que não viam futuro para ela nessa área dominada por homens e gostariam que sua filha estudasse serviço social. Em 1939, entrou no Newham College, que faz parte da universidade de Cambridge, graduando-se em físico-química em 1941. No ano seguinte, Rosalind tornou-se pesquisadora, analisando a estrutura física de materiais carbonizados usando raios-x.
Já trabalhando na British Coal Utilization Research Association, desenvolveu estudos que se tornaram fundamentais sobre as microestruturas do carbono e do grafite – assuntos que foram a base de seu doutorado em físico-química em Cambridge, em 1945. Entre 1947 e 1950, Franklin trabalhou no Laboratoire Central des Services Chimiques de L’Etat, em Paris, onde usou a técnica da difração dos raios-x para analisar materiais cristalinos.
No ano seguinte, acabou voltando para a Inglaterra, onde se juntou à equipe de biofísicos do King’s College Medical Research Council no laboratório de biofísica de Maurice Wilkins. Lá b, a cientista começou a aplicar seus estudos com difração do raio-x para determinar a estrutura da molécula do DNA. Suas observações e anotações permitiram aos bioquímicos James Dewey Watson e Francis Crick, juntamente de seu chefe Wilkins, confirmar a dupla estrutura da molécula do DNA, o que rendeu ao trio o prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1962.
Rosalind conduziu o estudo que permitiu a observação do formato helicoidal do DNA, mas seu nome não levou os créditos pela descoberta. Por isso, a cientista é tida como uma das mulheres mais injustiçadas da ciência moderna e, nessa época, foi vítima de ofensas diversas por parte de Wilkins, que chegou a chamá-la de bruxa e conspirar contra a cientista junto a outros profissionais da área.
Em 1953, a cientista acabou se mudando para o laboratório de cristalografia J.D Bernal, do Birkbeck College, em Londres. Lá, Rosalind deu continuidade a seu trabalho sobre a estrutura mosaical do vírus do tabaco e, quando começou a pesquisar sobre o vírus da poliomielite em 1956, descobriu que estava com câncer no ovário.
Seu último trabalho foi publicado em 1958, sobre as estruturas do carvão, e Rosalind Franklin acabou morrendo jovem, aos 37 anos, por conta do câncer descoberto tardiamente.
Nos anos 1950, as mulheres ainda eram extremamente desvalorizadas na academia. Em muitas universidades, por exemplo, apenas homens tinham permissão para utilizar os restaurantes do campus, e diversos estabelecimentos não permitiam a entrada de mulheres, sobrando a elas os espaços exclusivamente femininos (que não costumavam ser exatamente científicos).
Nesse contexto surge a tensão entre Rosalind e Wilkins por conta da autoria da descoberta da estrutura dupla do DNA. Em cartas reveladas nos anos recentes, trocadas por Crick e Watson com Wilkins, os cientistas a chamavam de “bruxa” e conspiravam contra a presença dela no laboratório. “Espero que a fumaça de bruxaria saia logo das nossas vistas”, escreveu Wilk em uma carta enviada a Francis Crick em 1953.
Dois grupos competiam para mostrar como era exatamente a construção do DNA: de um lado, Wilkins, chefe do laboratório onde Rosalind trabalhava; do outro, Crick e Watson, em Cambridge. Apesar da rivalidade entre os dois grupos para ver de quem seria a primeira descoberta, eles acabaram se unindo contra Rosalind, que foi autora da “fotografia 51” – imagem com ótima definição do DNA obtida pela cientista, sendo o melhor registro fotográfico da estrutura já obtido até então. No entanto, a cientista observou as imagens por nove meses, mas não teve o insight de perceber que a estrutura se tratava de uma dupla hélice.
Intrigado, um aluno de Franklin levou (sem o consentimento da cientista) a tal fotografia para Wilkins, com o intuito do chefe do laboratório dar alguma observação interessante. Wilkins então se apossou da imagem, compartilhando-a com seus colegas de Cambridge. Foi então que Crick e Watson tiveram o insight que Rosalind não teve e, em 1953, publicaram na renomada revista Nature um artigo com a proposta da estrutura, que é aceita até os dias de hoje. Rosalind Franklin não foi citada no documento, e seu nome foi totalmente deixado de fora da descoberta.
Quando morreu, em 1958, a cientista não tinha obtido o justo reconhecimento pelo seu trabalho, que foi essencial para as conclusões do trio ganhador do prêmio Nobel. A cientista não ganharia a premiação, de qualquer forma, pois não há Nobel póstumo.
Contudo, as cartas trocadas pelo trio
mostram que eles tinham plena consciência de que não teriam conseguido essa
façanha profissional sem o trabalho de Rosalind. Somente a partir dos anos 1960
que ela passou a ser reconhecida pela comunidade científica como autora das
imagens que permitiram a observação da dupla hélice e, no ano 2000, o próprio
Watson acabou citando o nome de Franklin como tendo papel fundamental para sua
descoberta. Segundo ele, a cientista só não soube interpretar seus próprios
dados, e Rosalind Franklin acabou ficando conhecida como a “dama sombria” da
descoberta da dupla hélice do DNA. Contudo, Watson, mesmo idoso, não deixa de
se envolver em novas polêmicas: recentemente ele declarou que negros são menos
inteligentes do que brancos e que seria uma ótima ideia usar a genética para
deixar todas as mulheres mais bonitas.
terça-feira, 21 de junho de 2022
Conheci um café superbacana
que fica no Santo Antônio Além do Carmo.
Fui para um aniversário e
adorei.
Fiquei apaixonada
pelo caramel mocha com espuma de gengibre.
Quero voltar lar no
pôr-do-sol e tomar uns bons drinks.
Sobre o Café.
A casa, instalada no Museu do Mar – Aleixo Belov,
oferecerá opções clássicas de um brunch, como ovos mexidos, croissant e
cinnamon roll, na tradicional combinação entre café da manhã e almoço. Itens do
cardápio fixo, como a Tagliata com fonduta de queijo e pesto de beterraba, e o
delicioso Milk Cake de Pistache, um bolo molhado em calda à base de três leites
e pasta e crumble de pistache também poderão ser provados.
Endereço: Anexo ao Museu do Mar - Largo de
Santo Antônio Além do Carmo, 3 - Santo Antônio Além do Carmo, Salvador - BA,
40301-330
Horas:
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Domingo |
10:00–19:00 |
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Segunda-feira |
Fechado |
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Terça-feira |
16:00–20:00 |
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Quarta-feira |
16:00–20:00 |
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Quinta-feira |
11:00–22:00 |
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Sexta-feira |
11:00–22:00 |
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Sábado |
11:00–22:00 |
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