RENATA FONSECA

sexta-feira, 13 de março de 2020

Dicas de séries: Inacreditável, Sessão de terapia 4 temporada e filme: Inspire, expire.
Olá pessoal!
Boas dicas de série e filme

Série
Inacreditável

Netflix
Excelente série!
Acho que a atriz Allison Brooks Janney ganhadora do Oscar de melhor atriz coadjuvante pelo filme I, Tonya faz uma das mães adotivas de Marie.
E tem Tone Collete que é uma atriz que gosto bastante.

A minissérie tem base no livro Falsa acusação: Uma história verdadeira, dos jornalistas Christian Miller e Ken Armstrong, dupla que investigou o fato para uma série de reportagens veiculadas em 2015 nos sites Pro Publica e Marshall Project, que depois deu origem ao livro, publicado pela Editora Leya no Brasil.


Direção: Susannah Grant

Elenco: Kaitlyn Dever, Toni Collette, Merritt Wever
Nacionalidade EUA
SINOPSE
Uma jovem menina de 18 anos (Kaitlyn Dever) que contou à polícia ter sido estuprada dentro de seu próprio apartamento, e depois voltou atrás em sua versão. O caso só pôde avançar, de fato, quando duas detetives do sexo feminino (Toni Collette e Merritt Wever) assumiram a liderança e compreenderam melhor o contexto da ocasião.

Série
Sessão de terapia 4 temporada
Já sabia da série que passava no GNT, mas nunca tive a curiosidade de ver. Estava assistindo o programa de Bial e vi que Selton Melo ai protagonizar e atuar na série.
Eu gostei muito!
Selton está falando mais alto! Rs....
Em breve assistirei as primeiras temporadas.


Produção: Roberto D´Avila (Moonshot Pictures).
Direção: Selton Mello.
Roteiro final: Jaqueline Vargas.
Roteiro Emilio Boechat e Ricardo Inhan;Marília Toledo;Luh Maza;
Ana Savassi; Jaqueline Vargas.
Caio (Selton Mello)
Protagonista da série. É um psicólogo jovem, porém muito perspicaz e atento. Esconde uma recente tragédia familiar. Durante as sessões com os pacientes, se verá diante de conflitos que remetem aos seus próprios traumas.
Sofia Callas (Morena Baccarin)
Supervisora de Caio atende o psicólogo às sextas-feiras. Psicóloga, é uma profissional competente e dedicada, que percebe e entende os conflitos de Caio, mas que, ao mesmo tempo, vive um relacionamento complicado com ele.
Chiara Ferraz (Fabiula Nascimento)
Atriz, paciente das segundas-feiras. Ficou muito famosa pelo trabalho como comediante, mas se ressente por não ter o reconhecimento artístico de que gostaria. Se esconde atrás da persona pública e chega a questionar o diagnóstico de depressão que a levou de volta à terapia.
Guilhermina Nowak (Livia Silva)
Pré-adolescente, paciente das terças-feiras. Filha de um casal interracial, a menina é levada à terapia pelos pais, que acreditam que ela esteja sofrendo bullying na escola. A mudança no comportamento, no entanto, esconde questões ainda mais delicadas. Filha de Carmem Novak (Fania Espinosa) e Martin (David Wendefilm).
Nando Batista (David Junior)
Executivo, paciente das quartas-feiras. Procura a terapia para tentar entender a origem do repentino desinteresse sexual pela mulher, Maria Lúcia Batista (Belize Pombal), por quem sempre foi apaixonado.
Haidée Ortiz (Cecília Homem de Mello)
Aposentada, paciente das quintas-feiras. Viúva, e mãe de dois filhos, procura terapia após sentir um vazio, em parte motivado pela morte do marido. Sozinha, ela acaba indo morar na casa de um de seus filhos, o que acaba acentuando esse desconforto.

O tipo de drama que eu gosto. Nada de dramalhão!
Gostei! Apesar de ser um drama é leve.

Netflix
Inspire, expire.


2018 Dramas estrangeiros
Duas pessoas têm suas vidas conectadas de forma inesperada: uma mãe solteira islandesa que luta contra a pobreza e uma refugiada de Guiné Bissau que pode ser deportada.
Estrelando: Kristín Thóra Haraldsdóttir, Babetida Sadjo, Patrik Nökkvi Pétursson



quarta-feira, 11 de março de 2020

Mulher na história: Professora Olga Mettig
Olá pessoal!

Hoje vou falar sobre uma grande mulher baiana. Uma grande educadora!

Olga Pereira Mettig, mais conhecida como Olga Mettig,  nasceu em Cachoeira, no dia 6 de maio de 1914, sendo seus pais Ricardo Vieira Pereira e Georgeta Motta Pereira. Era neta do jornalista Augusto Ferreira Motta (fundador de O Guarany, o jornal mais antigo de Cachoeira) e irmã de Georgeta Motta Pereira (mais conhecida como Nola Araújo, escritora, jornalista e memorialista).
Cursou as primeiras letras em sua cidade natal. Concluído o curso secundário, ingressou na Escola Normal da Bahia, onde foi diplomada professora primária. Aprovada em concurso para o magistério público, foi designada para dirigir, sucessivamente, duas escolas estaduais. Depois, se submeteu  a um novo concurso e passou a inspetora de ensino.
Seu desejo era organizar e dirigir uma escola própria, na qual pudesse impor suas ideias, seu método de ensino e sua orientação. Para realizar seu ideal, ingressou na Faculdade de Filosofia, concluiu o curso de licenciatura em Pedagogia e fundou, no ano de 1948, a Escola Nossa Senhora do Carmo, no bairro da Mouraria, em Salvador.
Em 1951, ela fundou o Ginásio Nossa Senhora do Carmo.  Em 1955,  o Curso Normal e a Faculdade de Educação.
O colégio funcionou inicialmente com uma estrutura muito simples. Com o passar do tempo, a professora Olga foi percebendo a necessidade de montar um curso de graduação equivalente ao do magistério de 2º grau. “Nossa estrutura, disse a professora Olga Mettig, foi ganhando notoriedade, pois tínhamos os melhores professores e um currículo bastante rico que, de certa forma, ocupava o lugar da Faculdade que as mulheres geralmente não faziam”.
Para ampliar os conhecimentos dos alunos, a professora Olga Mettig criou os chamados “estudos adicionais” que consistiam numa espécie de estudos avançados, capazes de permitir o acesso ao ensino superior. A iniciativa logrou o sucesso esperado, permitindo inclusive, sensível melhoria do ensino do 3º grau.
O sucesso do Colégio Nossa Senhora do Carmo rompeu os padrões educacionais da época, permitindo a elaboração de uma metodologia própria. Em consequência disso, a professora Olga, em colaboração com a professora Lígia Lordello,  publicou uma série de  livros didáticos amplamente adotados na Bahia e em outras unidades da Federação. De 1950 a 1985  foram editados trinta livros de Geografia, Gramática e  História do Brasil, entre muitos outros, ultrapassando um total de duas mil edições. Dificilmente se encontra um professor baiano, pelo menos nas gerações mais antigas, que não tenha estudado nesses livros.
Em 1964 a professora Olga construiu um edifício de cinco andares, onde passaram a funcionar, sob sua direção, os cursos primários, ginasial  e  normal. Três anos depois, criou a Faculdade de Educação, a primeira do Norte e Nordeste, a segunda do Brasil.




O passo seguinte foi à criação das Faculdades Integradas Olga Mettig, instituição que passou a abrigar as Faculdades de Educação, Administração e  Turismo (esta última, a primeira da Bahia). Fundou o Centro de Estudos de Pós-Graduação Olga Mettig, especializado em cursos de extensão e pós-graduação em diversas áreas. Criou a Faculdade Livre da Terceira Idade, fiel ao seu antigo desejo de estender as benesses da educação a um público pouco respeitado e desasticido.
Ela viveu uma vida dedicada à informação e à formação. Presenciou momentos históricos importantes e, ora consciente ora intuitivamente, soube aproveitá-los para acelerar transformações que julgava necessárias ao crescimento da Educação no País.

A educação da década de 1950 acompanhou o percurso sociocultural originado no início do século XX: uma sociedade patriarcal e androcêntrica que atribuía às mulheres a responsabilidade pela educação moral dos filhos, bem como colocava em suas mãos o futuro da nação, a ideologia do progresso e a responsabilidade pela perpetuação da fé cristã.

Ser professora era uma das únicas profissões aceitas pela sociedade do século XIX e início do seguinte. Na sala de aula, a voz da mulher começou a ser ouvida e multiplicada. A função de ensinar a tornava respeitada, a fazia prosperar e, em alguns casos obter poder político.

Alguns aspectos chamam atenção na vida da professora Olga, um deles diz respeito ao fato dela ter subvertido as regras sociais de sua época e, ainda na primeira metade do século XX, ter iniciado uma carreira profissional respeitada e profícua.

Ela definia sua profissão como um sacerdócio, “O magistério é um encargo adequado para quem pode vivê-lo como um sacerdócio”, declaração dada numa entrevista concedida ao jornal A Tarde em 03 de março de 2002.

Olga afirmava que tinha algumas fontes que alimentavam sua formação, a exemplo de Rousseau, Platão, Jean Piaget, George Gusdorf, Santo Agostinho, Descartes, Anísio Teixeira e Pierre Furter. Em uma entrevista afirma que: “Minha vida não se pauta numa linha filosófica específica. Há sim uma ordenação de sistemas que fazem parte das vivências adquiridas através dos estudos e realidades práticas. É a filosofia de procurar o bem para o bem viver”. (SILVA, 1987, p. 9).

Preocupada com os rumos da educação no país, a educadora afirma ser o ensino e a aprendizagem os únicos mecanismos capazes de ampliar a consciência do homem e proporcionar o crescimento necessário pra impulsionar a civilização.
Em depoimento ao Jornal A Tarde (1987, p. 9), afirmou:
Professora Olga foi membro da Diretoria do Sindicato de Estabelecimentos de Ensino da Bahia entre 1959/1961 e 1961/1969, Membro da comissão de planejamento da Jornada de Diretores de estabelecimentos de Ensino Médio – Inspetora Seccional da Bahia - e participou de três congressos de Estabelecimentos de Ensino – Rio de Janeiro (1960), São Paulo (1962) e Paraná (1966); tem artigos especializados em educação publicados na Revista “Cultura” da Faculdade de Filosofia da UFBA; foi professora de psicologia e didática da Escola Normal Nossa Senhora do Carmo; e recebeu o título de
mestra emérita da Faculdade de Educação da Bahia e membro titular da Academia Baiana de Educação.

A experiência da sala de aula a levou a perceber, ao lado da professora Ligia, a carência de um material didático compatível com sua metodologia de ensino. A professora Olga foi autora de uma conhecida e renomada coleção de livros didáticos, destinados aos alunos do Ensino Fundamental – antigo Curso primário – da 1ª a 5ª série. Eles apresentaram os conteúdos programáticos das disciplinas: português, matemática, geografia, história do Brasil e ciências naturais, escritos em parceria com a profª Lígia Lordello de Magalhães e publicados pela Editora do Brasil.

Estes livros tornaram-se referência para a facilitação do processo ensino-aprendizagem nas escolas de 1º grau, dando-lhe uma feição renovada durante as décadas de 50 a 80, não somente em Salvador como em todo o Estado da Bahia. De forma pioneira introduziram, através de uma linguagem didática e acessível a crianças, adolescentes e adultos em busca de escolarização, uma maneira dinâmica e moderna de explicar os conteúdos a serem estudados, estabelecendo uma interação aluno x professor e fazendo-os vivenciar, com prazer, a realidade e a propriedade dos assuntos focalizados e dos conhecimentos adquiridos. Conseguiram com essa nova metodologia, tirar os tabus do alunado, frustrado em relação às dificuldades apresentadas em determinadas disciplinas, os antigos compêndios, apesar de instrutivos, não conseguiam despertar-lhe o interesse devido à linguagem impessoal, abstrata e de difícil compreensão.

Os famosos livros da Profª Olga, de incontestável valor didático e informativo, tiveram grande aceitação nas escolas públicas e privadas, concorrendo com publicações congêneres e primaram sempre pela excelente qualidade das suas lições, ricas em criatividade e originalidade de apresentação, procurando desenvolver habilidades e competências inerentes às propostas pedagógicas vigentes na época.

Entre 1950 e 1985 o nome da professora estava impresso nos livros didáticos adotados em quase todas as escolas de Salvador e do interior do estado. “Em 1948 os alunos reclamavam das letras miúdas da gramática de Gaspar de Freitas, a mais utilizada então. Resolvemos, por isso, descomplicar aquela gramática fazendo uma nova” (Jornal da Bahia, 1967), lembra Mettig, usando o plural para se referir à co-autora dos livros, Maria Lígia Lordello de Magalhães, companheira de trabalho nas FaMettig. De início, dois mil exemplares da gramática foram vendidos apenas entre os alunos do colégio Nossa Senhora do Carmo. Não demorou a que outras escolas requisitassem.

Os livros deixaram de ser publicados em 1985, 18 anos depois de a professora fundar, em 1967, a primeira Faculdade de Educação da Bahia - FEBA, e um ano após a criação da também pioneira Faculdade de Turismo da Bahia - FACTUR. “Paramos porque o trabalho na faculdade nos absorvia muito e percebemos que vinham surgindo outras boas publicações” (Jornal Correio da Bahia, 1998).

Além de homenagens, como ter o nome na praça em um bairro em Salvador, a professora recebeu o título de Mulher do Ano, concedido pelo Woman Internacional Club, a Medalha Maria Quitéria, oferecida pela Câmara Municipal de Salvador, o diploma Abílio César Borges, oferecido pela Secretaria Estadual de Educação, e o título de Educadora do Ano.

Objeto de muitas homenagens ao longo de sua vida acadêmica, a professora Olga nunca se acomodou. Aos 88 anos liderou uma equipe de suas faculdades no curso de Gestão e Marketing do Centro de Tecnologia do Comportamento, para melhorar a qualidade do atendimento aos alunos de sua Instituição.

Olga Mettig faleceu no dia 22 de abril de 2004, pouco antes de completar 90 anos de idade.



terça-feira, 10 de março de 2020

Documentário: Killing Versace
Olá pessoal!
Já indiquei aqui a série da HBO sobre o assassinato de Gianne Versace.
No final de semana assisti ao documentário na Globo play.



Documentário sobre a morte desse grande designer.
Globo play
Killing Versace: A Caçada Por Um Serial Killer
12
Drogas, Violência
O documentário mostra a perseguição incansável pelos assassinos de Gianni Versace e a análise de especialistas forenses sobre os pensamentos de Andrew Cunanan.

sexta-feira, 6 de março de 2020

Boa leitura: Austragésilo de Athayde: O século de um liberal
Olá pessoal!
Sugestão de um livro que amei ler! Literalmente um passeio pela história do Brasil do começo até os anos 90 do século XX.
Austregésilo de Athayde foi uma personalidade muito importante para a história do Brasil que sabemos pouco.
Lendo o livro voltei no tempo algo parecido com o filme  Meia Noite em Paris de Woody Allen.
É bem grande, mas vale a leitura.


Sobre o livro
Presidente da ABL (Academia Brasileira de Letras) por 35 anos, até a sua morte, em 1993.
Pernambucano, Athayde chegou a ser seminarista. Ao vir para o Rio, tornou-se jornalista e, embora tenha lançado oito livros, fez de seu trabalho na imprensa a marca de sua vida de intelectual.

Uma das marcas de Athayde, segundo seus biógrafos, foi sua defesa em favor da liberdade de imprensa e dos direitos humanos. Em 1948, integrante da delegação brasileira que participou da 3ª Assembleia Geral da ONU, em Paris, ajudou na redação da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Fonte

quarta-feira, 4 de março de 2020

Modelos de mangas
Olá pessoal!
Adoro como as mangas podem dar um up nas blusas, camisas, vestidos etc.
Curiosa que sou fui pesquisar sobre mangas bufantes e vi que tem variedades de modelos de manga. Alguns modelos eu já conhecia outros não.

Esses são alguns das mangas mais conhecidas, mas existem outros tipos de mangas como: sino, drapeada, dobrada, tulipa, anjo, borboleta, asa franzida, camponesa, entre outros.

1. Manga bufante: caracterizada por possuir um franzido na altura da cava, do punho ou em ambas as partes, criando um efeito de volume. Este modelo de manga é usada desde o século XV por homens e mulheres. O tecido precisa ser mais encorpado para manter o efeito.

2. Manga morcego: geralmente inteiriça, lembra muito o formato da asa de um morcego. Esse modelo foi bastante utilizado nas décadas de 1930 e 1970. É um modelo de manga bem alternativo. E fica ótimo em peças com um ombro só e com decotes profundos.

3. Manga presunto: possui grande volume na altura da cava – avolumando-se do cotovelo ao ombro -, e ajusta-se ao pulso. O nome origina-se pelo formato da manga, que dá a impressão de um “presunto com osso”. O modelo foi utilizado com frequência no final da década XIX e foi revivido nos anos 1960 e 1970.

4. Manga Raglã: sua inserção se dá logo na altura da gola da blusa ou do casaco, conferindo um visual menos estruturado às roupas. O modelo surgiu no século XIX e ainda é utilizado atualmente. No molde, a linha de encaixe desse tipo de manga é em diagonal, o que também se na hora da montagem. Ela deixa uma aparência de recorte na peça, e fica ótima em diversos tipos de tecidos e modelos desde camisetas até casacos.

5. Manga tipo quimono: esse modelo é bastante largo, preso a uma cava profunda que vai do ombro à cintura.

6. Manga Bishop: fica ótimo em peças com tecidos finos, dando um certo volume acima do punho.
7. Manda de Alfaiataria: é especialmente para peças finas, como blazer e casacos.

Manga de Camisa: especial para camisa social e possui o detalhe da carcela e pregas.

Manga três quartos: modelo de manga na qual a construção inicia no ombro e segue até a altura entre o cotovelo e o punho.

Manga balão: modelo bastante volumoso na parte superior do braço e colada ao braço do cotovelo até o pulso.

Manga de Aba: por ser pequena e em forma triangular, essa manga cria uma “abinha” sobre os ombros, protegendo minimamente os braços. Este modelo foi usado amplamente no século XX em vestidos e blusas.

Manga casquillo: também conhecida como manga japonesa, são curtas em um prolongamento do ombro, não possui cava e é usada com mais frequência nas roupas femininas.

Manga de Camisa: especial para camisa social e possui o detalhe da carcela e pregas.

  



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