RENATA FONSECA

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Mulheres na história: Carolina Maria de Jesus.

 Olá pessoal!

Ouvi sobre Carolina Maria de Jesus no colégio que eu trabalhava, achei a história dela fantástica.

Ainda não li o livro mais famoso dela, mas já está na lista.



Um pouco sobre Carolina.

Carolina Maria de Jesus (Sacramento, 14 de março de 1914 – São Paulo, 13 de fevereiro de 1977) foi uma escritora, cantora, compositora e poetisa brasileira.

Uma das primeiras escritoras negras do Brasil, Carolina Maria de Jesus é considerada uma das mais importantes escritoras do país. A autora viveu boa parte de sua vida na favela do Canindé, na Zona Central de São Paulo, sustentando a si mesma e seus três filhos como catadora de papéis.

Carolina Maria de Jesus nasceu em 14 de março de 1914, na cidade de Sacramento, em Minas Gerais, numa comunidade rural. Filha de pais negros que migraram para a cidade no início das atividades pecuárias na região. Oriunda de família muito humilde, a autora estudou pouco. Era filha ilegítima de um homem casado e foi maltratada durante toda sua infância. Aos sete anos, sua mãe a obrigou a frequentar a escola depois que a esposa de um rico fazendeiro decidiu pagar seus estudos. Ela interrompeu o curso no segundo ano, tendo já conseguido aprender a ler e a escrever e desenvolvido o gosto pela leitura. Carolina não negava sua religiosidade, referia-se a Deus em seu diário.

Carolina morou em Sacramento até 1930, quando se mudou com a mãe para Franca, cidade a 100 km de Sacramento, já no estado de São Paulo. Carolina trabalhou como empregada doméstica e permaneceu na cidade até 1937.

Em 1937, sua mãe morreu e ela se viu impelida a migrar para a metrópole de São Paulo. Carolina construiu sua própria casa, usando madeira, lata, papelão e qualquer material que pudesse encontrar. Saía todas as noites para coletar papel, a fim de conseguir dinheiro para sustentar a família.

Em 1947, aos 33 anos, desempregada e grávida, Carolina instalou-se na extinta favela do Canindé, na zona norte de São Paulo — num momento em que surgiam na cidade as primeiras favelas — cujo contingente de moradores estava em torno de cinquenta mil. Ao chegar à cidade, conseguiu emprego na casa do notório cardiologista Euryclides de Jesus Zerbini, médico precursor da cirurgia de coração no Brasil, o que permitia a Carolina ler os livros de sua biblioteca nos dias de folga.

Em 1949, deu à luz seu primeiro filho, João José de Jesus, o que fez que perdesse seu emprego, voltando a ser catadora. Teve ainda mais dois filhos: José Carlos de Jesus, nascido em 1950, e Vera Eunice de Jesus, nascida em 1953.

Ao mesmo tempo em que trabalhava como catadora, registrava o cotidiano da comunidade onde morava nos cadernos que encontrava no material que recolhia, que somavam mais de vinte. Um destes cadernos, um diário que havia começado em 1955, deu origem a seu livro mais famoso, Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada, publicado em 1960. Na década de 1950, o jornalista Audálio Dantas presenciou a cena em que Carolina estava em uma praça vizinha à comunidade, quando percebeu que alguns adultos estavam destruindo os brinquedos ali instalados para as crianças. Sem pensar, Carolina ameaçou denunciar os infratores, fazendo deles personagens do seu livro de memórias. O jornalista iniciou um diálogo com a mulher que possuía inúmeros cadernos nos quais narrava o drama de sua indigência e o dia-a-dia do Canindé. Dantas de imediato se interessou pelo “fenômeno” que tinha em mãos e se comprometeu em reunir e divulgar o material.

Depois da publicação, Carolina teve de lidar com a raiva e inveja de seus vizinhos, que a acusaram de ter colocado suas vidas no livro sem autorização. A autora relatou que muitos dos moradores da favela chegaram a jogar, nela e em seus três filhos, os conteúdos de seus penicos. Carolina definiu a favela como "tétrica", "recanto dos vencidos" e "depósito dos incultos que não sabem contar nem o dinheiro da esmola".

Publicado em 1960, a tiragem inicial de Quarto de Despejo foi de dez mil exemplares e esgotou-se em uma semana.

Depois da publicação de Quarto de Despejo, Carolina mudou-se para Santana, bairro de classe média, na zona norte de São Paulo. Em 1963, publicou, por conta própria, o romance Pedaços de Fome e o livro Provérbios.

Em 1962, Quarto de Despejo foi publicado nos Estados Unidos pela editora E. P. Dutton com o título Child of the Dark. No ano seguinte, como parte da coleção Mentor, a tradução ganhou uma edição de bolso, publicada primeiro pela New American Library, depois pela Penguin USA. Segundo o autor Robert Levine, somente das vendas desta edição, que totalizaram mais de trezentas mil cópias nos EUA, Carolina e sua família deveriam ter recebido, pelo contrato original, mais de cento e cinquenta mil dólares. Contudo, não foi encontrado indício algum de que ela tenha recebido sequer uma pequena parte disto.

Posteriormente, em 1969, Carolina acumulou dinheiro suficiente para se mudar de Santana para Parelheiros, uma região remota da Zona Sul de São Paulo, no pé de uma colina. Próxima de casas ricas, local de algumas das habitações mais pobres do subúrbio da cidade, com impostos e preços menores, era lá que Carolina esperava encontrar solitude.

Embora pobre, Parelheiros era o mais próximo que Carolina poderia chegar do interior de sua infância sem deixar São Paulo e suas escolas públicas, para as quais seus filhos iam de ônibus. Os três moravam com ela: João José, com 21 anos, trabalhava numa fábrica de têxteis; José Carlos, com 19 anos, cursava o primeiro ano do ensino médio e vendia objetos na rua; Vera, com 16 anos, também estava na escola.

A casa de Carolina fora construída num terreno modesto, perto de uma estrada de terra: visitantes andavam em tábuas de madeira sobre lama para chegar à casa cor de abóbora com janelas de caixilhos verdes. Agora passando boa parte de seu tempo sozinha, a autora lia o jornal e plantava milho e hortaliças, apesar de reclamar que seus esforços de jardinagem lhe rendessem tanto quanto lhe custassem.

Logo depois de se mudar para Parelheiros, Carolina parou de receber pagamentos de direitos autorais. Tinha tão pouco dinheiro que, assim fizera na favela do Canindé, ela e seus filhos passavam certos dias catando papéis e garrafas para vender: agora, contudo, usava o dinheiro de catadora para comprar refrigerantes e bilhetes de cinema. De tempos em tempos, entregava a uma vendedora local os abacates, bananas e mandiocas que produzia para serem vendidos num mercado local.

Segundo reportagens da época, os pagamentos de direitos autorais recebidos por Carolina eram "pequenos, mas constantes". Não eram, todavia, suficientes para que conseguisse viver melhor do que pouco acima da linha da pobreza.

Com o lançamento do seu primeiro livro em 1960, Carolina passou a ser reconhecida internacionalmente como a negra da literatura brasileira. Ganhando homenagem na Academia de Letras de São Paulo e na Faculdade de Direito de São Paulo, a escritora que, até então, nunca havia ganhado atenção, passou a realizar entrevistas em canais de televisão e rádio por todo o país. A presença da obra de Carolina naquele período era almejada não só no país inteiro, mas também no exterior. A autora viajou para o Uruguai, Chile e Argentina, recebendo, em Buenos Aires, a “Orden Caballero del Tornillo”.

Em 1961, com o sucesso da publicação do livro, Carolina Maria de Jesus grava suas composições em disco lançado pela gravadora RCA Victor. O álbum foi intitulado Quarto de Despejo: Carolina Maria de Jesus cantando suas composições e contém 12 músicas, todas escritas e cantadas por Carolina.

Com o lançamento do seu primeiro livro em 1960, Carolina passou a ser reconhecida internacionalmente como a negra da literatura brasileira. Ganhando homenagem na Academia de Letras de São Paulo e na Faculdade de Direito de São Paulo, a escritora que, até então, nunca havia ganhado atenção, passou a realizar entrevistas em canais de televisão e rádio por todo o país. A presença da obra de Carolina naquele período era almejada não só no país inteiro, mas também no exterior. A autora viajou para o Uruguai, Chile e Argentina, recebendo, em Buenos Aires, a “Orden Caballero del Tornillo”.

Carolina Maria de Jesus morreu aos 62 anos em seu quarto, em Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo, no dia 13 de fevereiro de 1977. Foi vítima de uma crise de insuficiência respiratória, devido à asma, doença que carregava desde seu nascimento, e que apesar de ter realizado um tratamento, havia se agravado.

Fontes

Um pouco sobre Carolina.

Carolina Maria de Jesus (Sacramento, 14 de março de 1914 – São Paulo, 13 de fevereiro de 1977) foi uma escritora, cantora, compositora e poetisa brasileira.

Uma das primeiras escritoras negras do Brasil, Carolina Maria de Jesus é considerada uma das mais importantes escritoras do país. A autora viveu boa parte de sua vida na favela do Canindé, na Zona Central de São Paulo, sustentando a si mesma e seus três filhos como catadora de papéis.

Carolina Maria de Jesus nasceu em 14 de março de 1914, na cidade de Sacramento, em Minas Gerais, numa comunidade rural. Filha de pais negros que migraram para a cidade no início das atividades pecuárias na região. Oriunda de família muito humilde, a autora estudou pouco. Era filha ilegítima de um homem casado e foi maltratada durante toda sua infância. Aos sete anos, sua mãe a obrigou a frequentar a escola depois que a esposa de um rico fazendeiro decidiu pagar seus estudos. Ela interrompeu o curso no segundo ano, tendo já conseguido aprender a ler e a escrever e desenvolvido o gosto pela leitura. Carolina não negava sua religiosidade, referia-se a Deus em seu diário.

Carolina morou em Sacramento até 1930, quando se mudou com a mãe para Franca, cidade a 100 km de Sacramento, já no estado de São Paulo. Carolina trabalhou como empregada doméstica e permaneceu na cidade até 1937.

Em 1937, sua mãe morreu e ela se viu impelida a migrar para a metrópole de São Paulo. Carolina construiu sua própria casa, usando madeira, lata, papelão e qualquer material que pudesse encontrar. Saía todas as noites para coletar papel, a fim de conseguir dinheiro para sustentar a família.

Em 1947, aos 33 anos, desempregada e grávida, Carolina instalou-se na extinta favela do Canindé, na zona norte de São Paulo — num momento em que surgiam na cidade as primeiras favelas — cujo contingente de moradores estava em torno de cinquenta mil. Ao chegar à cidade, conseguiu emprego na casa do notório cardiologista Euryclides de Jesus Zerbini, médico precursor da cirurgia de coração no Brasil, o que permitia a Carolina ler os livros de sua biblioteca nos dias de folga.

Em 1949, deu à luz seu primeiro filho, João José de Jesus, o que fez que perdesse seu emprego, voltando a ser catadora. Teve ainda mais dois filhos: José Carlos de Jesus, nascido em 1950, e Vera Eunice de Jesus, nascida em 1953.

Ao mesmo tempo em que trabalhava como catadora, registrava o cotidiano da comunidade onde morava nos cadernos que encontrava no material que recolhia, que somavam mais de vinte. Um destes cadernos, um diário que havia começado em 1955, deu origem a seu livro mais famoso, Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada, publicado em 1960. Na década de 1950, o jornalista Audálio Dantas presenciou a cena em que Carolina estava em uma praça vizinha à comunidade, quando percebeu que alguns adultos estavam destruindo os brinquedos ali instalados para as crianças. Sem pensar, Carolina ameaçou denunciar os infratores, fazendo deles personagens do seu livro de memórias. O jornalista iniciou um diálogo com a mulher que possuía inúmeros cadernos nos quais narrava o drama de sua indigência e o dia-a-dia do Canindé. Dantas de imediato se interessou pelo “fenômeno” que tinha em mãos e se comprometeu em reunir e divulgar o material.

Depois da publicação, Carolina teve de lidar com a raiva e inveja de seus vizinhos, que a acusaram de ter colocado suas vidas no livro sem autorização. A autora relatou que muitos dos moradores da favela chegaram a jogar, nela e em seus três filhos, os conteúdos de seus penicos. Carolina definiu a favela como "tétrica", "recanto dos vencidos" e "depósito dos incultos que não sabem contar nem o dinheiro da esmola".

Publicado em 1960, a tiragem inicial de Quarto de Despejo foi de dez mil exemplares e esgotou-se em uma semana.

Depois da publicação de Quarto de Despejo, Carolina mudou-se para Santana, bairro de classe média, na zona norte de São Paulo. Em 1963, publicou, por conta própria, o romance Pedaços de Fome e o livro Provérbios.

Em 1962, Quarto de Despejo foi publicado nos Estados Unidos pela editora E. P. Dutton com o título Child of the Dark. No ano seguinte, como parte da coleção Mentor, a tradução ganhou uma edição de bolso, publicada primeiro pela New American Library, depois pela Penguin USA. Segundo o autor Robert Levine, somente das vendas desta edição, que totalizaram mais de trezentas mil cópias nos EUA, Carolina e sua família deveriam ter recebido, pelo contrato original, mais de cento e cinquenta mil dólares. Contudo, não foi encontrado indício algum de que ela tenha recebido sequer uma pequena parte disto.

Posteriormente, em 1969, Carolina acumulou dinheiro suficiente para se mudar de Santana para Parelheiros, uma região remota da Zona Sul de São Paulo, no pé de uma colina. Próxima de casas ricas, local de algumas das habitações mais pobres do subúrbio da cidade, com impostos e preços menores, era lá que Carolina esperava encontrar solitude.

Embora pobre, Parelheiros era o mais próximo que Carolina poderia chegar do interior de sua infância sem deixar São Paulo e suas escolas públicas, para as quais seus filhos iam de ônibus. Os três moravam com ela: João José, com 21 anos, trabalhava numa fábrica de têxteis; José Carlos, com 19 anos, cursava o primeiro ano do ensino médio e vendia objetos na rua; Vera, com 16 anos, também estava na escola.

A casa de Carolina fora construída num terreno modesto, perto de uma estrada de terra: visitantes andavam em tábuas de madeira sobre lama para chegar à casa cor de abóbora com janelas de caixilhos verdes. Agora passando boa parte de seu tempo sozinha, a autora lia o jornal e plantava milho e hortaliças, apesar de reclamar que seus esforços de jardinagem lhe rendessem tanto quanto lhe custassem.

Logo depois de se mudar para Parelheiros, Carolina parou de receber pagamentos de direitos autorais. Tinha tão pouco dinheiro que, assim fizera na favela do Canindé, ela e seus filhos passavam certos dias catando papéis e garrafas para vender: agora, contudo, usava o dinheiro de catadora para comprar refrigerantes e bilhetes de cinema. De tempos em tempos, entregava a uma vendedora local os abacates, bananas e mandiocas que produzia para serem vendidos num mercado local.

Segundo reportagens da época, os pagamentos de direitos autorais recebidos por Carolina eram "pequenos, mas constantes". Não eram, todavia, suficientes para que conseguisse viver melhor do que pouco acima da linha da pobreza.

Com o lançamento do seu primeiro livro em 1960, Carolina passou a ser reconhecida internacionalmente como a negra da literatura brasileira. Ganhando homenagem na Academia de Letras de São Paulo e na Faculdade de Direito de São Paulo, a escritora que, até então, nunca havia ganhado atenção, passou a realizar entrevistas em canais de televisão e rádio por todo o país. A presença da obra de Carolina naquele período era almejada não só no país inteiro, mas também no exterior. A autora viajou para o Uruguai, Chile e Argentina, recebendo, em Buenos Aires, a “Orden Caballero del Tornillo”.

Em 1961, com o sucesso da publicação do livro, Carolina Maria de Jesus grava suas composições em disco lançado pela gravadora RCA Victor. O álbum foi intitulado Quarto de Despejo: Carolina Maria de Jesus cantando suas composições e contém 12 músicas, todas escritas e cantadas por Carolina.

Com o lançamento do seu primeiro livro em 1960, Carolina passou a ser reconhecida internacionalmente como a negra da literatura brasileira. Ganhando homenagem na Academia de Letras de São Paulo e na Faculdade de Direito de São Paulo, a escritora que, até então, nunca havia ganhado atenção, passou a realizar entrevistas em canais de televisão e rádio por todo o país. A presença da obra de Carolina naquele período era almejada não só no país inteiro, mas também no exterior. A autora viajou para o Uruguai, Chile e Argentina, recebendo, em Buenos Aires, a “Orden Caballero del Tornillo”.

Carolina Maria de Jesus morreu aos 62 anos em seu quarto, em Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo, no dia 13 de fevereiro de 1977. Foi vítima de uma crise de insuficiência respiratória, devido à asma, doença que carregava desde seu nascimento, e que apesar de ter realizado um tratamento, havia se agravado.

Fontes

https://pt.wikipedia.org/wiki/Carolina_Maria_de_Jesus

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Dica de séries documentais: Cazuza além da música, Crime da 113 Sul e A última transmissão: o sequestro de O Sequestro de Jodi Huisentruit.

Olá pessoal!

As dicas de hoje são todas de séries documentais sobre fatos reais.

Excelente série documental sobre o cantor Cazuza no GLOBOPLAY.

Produziu até o fim. Adoro Cazuza!

Cazuza além da música.

GLOBOPLAY


Direção: Patrícia Guimarães

Roteiro: Carol Albuquerque, Victor Nascimento

Elenco: Cazuza, Frejat, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Lobão, Bebel Gilberto, Leoni

Gênero: Documentário, Música, Biografia

Documentário revela o homem por trás do ícone Cazuza: o poeta que transformou sua vida em obra e sua morte em resistência. E mergulha na trajetória intensa do jovem que cantou o amor, o Brasil e sua liberdade até o último verso.

Episódios

1. Mentiras Sinceras

Do menino Agenor ao cantor do Barão Vermelho, o episódio acompanha o nascimento de um artista em ebulição. Entre a praia, o teatro e o rock, Cazuza transforma suas paixões em poesia — e sua rebeldia em voz. O dia nasce feliz, mas o céu logo começa a escurecer.

2. Mostra Tua Cara

Diagnosticado com AIDS, Cazuza encara a morte de frente e transforma o medo em criação. Entre Boston e o Rio, escreve suas canções mais políticas, afiadas e humanas. “Meu partido é um coração partido.” No auge da fragilidade, ele encontra a voz mais poderosa de sua vida.

3. Faz Parte Do Meu Show

O amor como espetáculo e ferida. Entre paixões intensas, escândalos e brigas, Cazuza expõe o corpo e o coração nos palcos, nas letras e na vida. “Todo amor que houver nessa vida” vira hino de uma geração. Mas o preço da liberdade é alto.

4. Cobaias De Deus

À beira do fim, Cazuza encontra a fé, sem dogmas — e a lucidez de quem já entendeu tudo. Entre planos, shows e despedidas, ele canta pela última vez: “O tempo não para”. A morte chega, mas o poeta não morre.

Vi no jornal sobre esse crime horrendo e resolvi assistir ao documentário.


A impressão que tive é que nada está esclarecido.


Crime da 113 Sul.

GLOBOPLAY




Direção: Luiz Ávila

Roteiro: Joelson Maia, Reynaldo Turollo Jr.

Gênero: Documentário, Crime, Investigação

Ano de lançamento: 2025

País: Brasil


Sinopse


Um ex-ministro, sua esposa e a empregada são mortos numa área nobre de Brasília. A filha do casal é a principal suspeita, mas acontecimentos incomuns põem as investigações à prova.

Episódios


1. Mandante: O assassinato de três pessoas numa área nobre de Brasília é revisitado 15 anos depois. Condenada por mandar matar os pais, Adriana Villela dá sua versão com detalhes inéditos.


2. Executores: Dois suspeitos são identificados após Adriana ser denunciada como mandante do crime. Eles negam o envolvimento dela, mas depois mudam a versão.


3. Provas inexploradas: Novos vídeos dos depoimentos dos executores aparecem. A testemunha que descobriu os assassinos dá sua primeira entrevista e revela detalhes surpreendentes.


4. Na cena do crime: A polícia usa um tipo inédito de perícia para provar que Adriana esteve dentro do apartamento. Quase 15 anos depois, Paulo muda sua versão sobre os assassinatos mais uma vez.

Terrível não saber o que realmente aconteceu.

A última transmissão: o sequestro de O Sequestro de Jodi Huisentruit.

DISNEYPLUS



2025 Gênero: Docusséries

A Última Transmissão: O Sequestro de Jodi Huisentruit A âncora de um programa de TV desaparece em 1995 em circunstâncias misteriosas, mas pistas encontradas recentemente podem finalmente ajudar a solucionar este caso arquivado assustador.

Episódio 1:  Roubada dos Holofotes Uma famosa âncora de um telejornal desaparece e um novo suspeito surge.

Episódio 2:  À Espreita nas Sombras Um esboço e uma nova pista sobre o sequestro de Jodi levam a polícia a uma nova direção no caso.

Episódio 3:  Corpos na Floresta Uma busca com cães farejadores se desenrola enquanto um serial killer se torna o novo suspeito.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Boa leitura: Pequeno manual antirracista.

Olá pessoal!

 

Dica de leitura essencial! Pequeno manual antirracista de Djamila Ribeiro, o livro é pequeno e a leitura é fácil e rápida.

Gostei bastante!        

 

Autora: Djamila Ribeiro

Assunto: Racismo no Brasil

Editora: Companhia das Letras

Lançamento: 2019

 

Onze lições breves para entender as origens do racismo e como combatê-lo.

Neste pequeno manual, a filósofa e ativista Djamila Ribeiro trata de temas como atualidade do racismo, negritude, branquitude, violência racial, cultura, desejos e afetos. Em onze capítulos curtos e contundentes, a autora apresenta caminhos de reflexão para aqueles que queiram aprofundar sua percepção sobre discriminações racistas estruturais e assumir a responsabilidade pela transformação do estado das coisas. Já há muitos anos se solidifica a percepção de que o racismo está arraigado em nossa sociedade, criando desigualdades e abismos sociais: trata-se de um sistema de opressão que nega direitos, e não um simples ato de vontade de um sujeito. Reconhecer as raízes e o impacto do racismo pode ser paralisante. Afinal, como enfrentar um monstro desse tamanho? Djamila Ribeiro argumenta que a prática antirracista é urgente e se dá nas atitudes mais cotidianas. E mais ainda: é uma luta de todas e todos.

Feliz ano novo.

@renatafashionfonseca