
quinta-feira, 30 de abril de 2026

quarta-feira, 29 de abril de 2026
A mulher que ficou na história como uma grande pesquisadora e professora de história.
Na faculdade li muitos textos dela.
Vamos saber um pouco sobre EmíliaViotti da Costa.

Emília Viotti da Costa (São Paulo, 28 de
fevereiro de 1928 — 2 de novembro de 2017) foi
uma historiadora, pesquisadora e professora universitária brasileira.
Emília Viotti da Costa foi uma historiadora
especializada em história social e econômica. Formada em
História pela Universidade de São Paulo (USP). Em 24 de junho de
1999, tornou-se a 26ª professora emérita da universidade em que se formou. Suas
pesquisas foram pioneiras nos estudos sobre a escravidão o movimento
abolicionista e a transição da Monarquia para a República no Brasil. Além de
sua contribuição acadêmica, Viotti foi uma pessoa que viveu em defesa dos
direitos humanos e das liberdades democráticas.
Iniciou sua trajetória acadêmica na Universidade de
São Paulo, onde se formou em História em 1954. Após sua graduação, dedicou-se à
docência e à pesquisa na mesma universidade, onde desenvolveu grande parte de
sua carreira. Em 1964, concluiu seu doutorado com uma tese sobre a
Abolição da Escravatura no Brasil, uma obra de notoriedade dentro do tema.
Sua carreira foi marcada pelo engajamento com a
história social e pela análise crítica dos processos históricos brasileiros,
especialmente no que diz respeito à escravidão, abolição e às
estruturas de poder. Em 1969, após o endurecimento do regime militar no
Brasil, ela foi forçada a se exilar nos Estados Unidos, onde continuou sua
carreira acadêmica. Nos Estados Unidos, lecionou em várias universidades,
incluindo a Universidade Yale, Stanford e Illinois, onde se
estabeleceu e tornou-se professora titular. Como professora, Viotti
influenciou a historiografia brasileira, promovendo uma abordagem
crítica e interdisciplinar. Ela é conhecida por ter se tornado referência nos
estudos de história da escravidão e da abolição.
Emília morreu em 2 de novembro de 2017,
em São Paulo, aos 89 anos, em decorrência da falência múltipla dos órgãos.
Aqui estão reunidas todas as obras que Emília
Viotti da Costa produziu e participou durante sua trajetória.
· Da Senzala à Colônia (1966)
· A Abolição (1982)
· A Monarquia e a República no Brasil (1989)
· O Supremo Tribunal Federal e a Construção da
Cidadania (2001)
· A Escravidão em São Paulo: A Negociação da
Liberdade (2004)
· Coroas de Glória, Lágrimas de Sangue: A Rebelião
dos Escravos de Demerara, 1823"(1998)
· O Sincretismo Religioso no Brasil (1980)
· Dialética Invertida e a Reorganização do Projeto
Colonial: Análise do Caso Português (1988)
· História do Trabalho no Brasil (2006)
· Imagens e Fantasias na Criação do Brasil (1994)
· Ideologia Burguesa e Disciplina Operária (1977)
· A Dialética Invertida: As Origens do Colapso da
Economia Açucareira Colonial, 1750-1800 (1969)
· Estudos de História (1984)
· Introdução ao Estudo da Emancipação Política do
Brasil (1964)
Fonte
https://pt.wikipedia.org/wiki/Em%C3%ADlia_Viotti_da_Costa
segunda-feira, 27 de abril de 2026
sexta-feira, 24 de abril de 2026
Dicas de filmes Setembro 5 e A dama de ferro e documentário curta: John e Carolyn: amor, beleza e tragédia.
Conhecia a
história, mas nunca prestei atenção no desfecho.
Gostei!
Setembro 5
NETFLIX

Drama
Direção: Tim
Fehlbaum
Roteiro Moritz
Binder, Tim Fehlbaum
Elenco: Peter
Sarsgaard, John Magaro, Ben Chaplin
Título
original September 5
Título em português:
Setembro 5
Sinopse
5 de Setembro, dirigido por Tim Fehlbaum, é um drama histórico que
reconta o trágico Massacre de Munique de 1972 sob a perspectiva única da equipe
de transmissão da ABC Sports. Durante os Jogos Olímpicos de Verão na Alemanha,
a tranquilidade da Vila Olímpica é interrompida quando o grupo terrorista
Setembro Negro invade o local e faz 11 atletas israelenses reféns. O que
deveria ser uma celebração esportiva se transforma no maior atentado terrorista
da história dos eventos esportivos. A trama acompanha os jornalistas esportivos
que, de forma inesperada, precisam abandonar a cobertura das competições para
reportar ao vivo os desdobramentos de uma tragédia em tempo real. Em meio à
tensão e à incerteza, eles enfrentam dilemas éticos e emocionais enquanto o mundo
inteiro assiste. O filme explora a transição de uma cobertura esportiva leve
para uma reportagem de crise, evidenciando a pressão, os perigos e o impacto
humano por trás das câmeras. Com uma narrativa intensa e emocionante, 5 de
Setembro oferece uma visão diferente
de um dos eventos mais marcantes da história moderna, mostrando o poder e os
desafios da imprensa em momentos de crise global.
Maryl maravilhosa como Margareth Thatcher.
Esperava mais do filme. Um personagem que faz parte das lembranças de infância, mas valeu para conhecer um pouco sobre a Dama de Ferro.
A dama de ferro.
Prime

Biografia, Drama, Histórico
Direção: Phyllida Lloyd
Roteiro Abi Morgan
Elenco: Meryl Streep, Jim
Broadbent, Susan Brown
Título original The Iron Lady
Sinopse
Antes de se
posicionar e adquirir o status de verdadeira dama de ferro na mais alta esfera
do poder britânico, Margaret Thatcher (Meryl Streep) teve que enfrentar vários
preconceitos na função de primeira-ministra do Reino Unido em um mundo até
então dominado por homens. Durante a recessão econômica causada pela crise do
petróleo no fim da década de 70, a líder política tomou medidas impopulares,
visando a recuperação do país. Seu grande teste, entretanto, foi quando o Reino
Unido entrou em conflito com a Argentina na conhecida e polêmica Guerra das
Malvinas.
Para “completar” a
série.
John e Carolyn: amor, beleza e tragédia.
DISNEYPLUS

Direção: Dave
Hoffman
Duração:42min
Data de lançamento:2026
Gênero: Documentário,
Biografia
Título original:
John and Carolyn: Love, Beauty and Loss.
Título em
português: John e Carolyn: Amor, Beleza e Perda
Sinopse
"John and Carolyn: Love, Beauty and Loss" é um documentário de 2026 do ABC News Studios que explora o intenso romance, casamento e a trágica morte de John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette nos anos 90. O especial destaca a pressão da mídia, imagens raras e entrevistas com amigos próximos, mostrando o casal como um símbolo de glamour e tragédia.